CAUSOS E LENDAS DO SUL NO ERON PORTAL – Cara do Sul adapta camiseta da Universidade de Boston. Na sua cópia ficou: “Universidade de Merdon”.

CAUSOS E LENDAS DO SUL NO ERON PORTAL – Cara do Sul adapta camiseta da Universidade de Boston. Na sua cópia ficou: “Universidade de Merdon”.

LEIA, TAMBÉM, AS MAIS ENGRAÇADAS HISTÓRIAS DOS PERSONAGENS CURIOSOS DO RS E SC.

 

A IDADE DO HOMEM E DA MULHER.

As fases da idade do homem e seus hábitos alimentares relacionados a outras espécies.

Veja em qual fase de idade você se encaixa;
Dos 18 aos 21 anos – Idade do Urubu: não escolhe muito;

Dos 22 aos 25 anos – Idade da Engorda: só quer encher a barriga, não é muito seletivo;

Dos 26 aos 35 anos – Idade do Suíno: muito relaxado, come e vira o cocho. É Homem DVD: logo após, deita, Vira e Dorme;

Dos 36 aos 45 – Idade da Águia: precisa se reciclar e se reinventar. Como não sabe muito bem o que quer, vive se isolando e se separando, tentando escolher outro prato;

Dos 46 aos 55 – Idade do Papagaio: fala muito e não come quase nada. Só faz muita algazarra.

Dos 56 aos 70 – A Idade do Lobo Mau: corre o dia inteiro atrás do Chapeuzinho Vermelho e à noite vai pegar a Vovozinha!

Dos 70 anos em diante – A idade  do condor: com dor aqui…com dor ali…

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Fases da idade da mulher relacionadas aos Continentes.

Veja em qual delas a princesa aí se encaixa:

Dos 18 aos 21 anos – É a Oceania: já sabe muita coisa, mas ainda precisa aprender muito;

Dos 22 aos 30 anos – É a África: fogosa, ansiosa, e um pouco inconsequente;

Dos 31 aos 36 anos – É a América: altamente técnica, competente e poderosa;

Dos 37 aos 45 – É a América Latina: sempre explorada, sofrida, machucada e sempre em crise de relacionamento e existencial;

Dos 46 aos 55 anos – É a Ásia: misteriosa, místicas, religiosa e já começa a pensar nas pantufas e no edredom;

Dos 56 em diante – É a Europa: metida a boa, mas bombardeada e desiludida. E ainda é obrigada a cuidar dos refugiados e se protegendo dos extremistas do Estado Islâmico!

 

CAPA DA GAITA

Antigamente {até mesmo hoje} no interior do Sul as mulheres faziam a roupa de baixo com tecido de algodão, aquele das sacas de açúcar, sal ou farinha. Algumas até conservavam a marca Mossoró.

Num baile da região da Serra Catarinense, a moça mais dançadeira da redondeza usava a roupa de baixo presa na cintura com um cordão, arrematado com um tope, no lado.

As marcas vinham uma atrás da outra, como punhaladas de canhoto. Era só chote, vanerão e rancheira de arrombar.

A gura se entreverou na dança e parecia um pião: rodava para os dois lados.

Numa daquelas, desprendeu-se a peça da cintura e escorregou perna abaixo. Mas ela não se apertou: com o bico da bota, jogou a calcinha para o gaiteiro, e gritou: Olha a capa da gaita, Tio Nelo!

UM BOI DE BOTAS NOS ESTADOS UNIDOS

Um conhecido Boi de Botas de Lages recebeu a visita de um amigo que recém chegara dos Estados Unidos. Vestia uma camiseta com a inscrição no peito: “Universidade de Boston”.

O Boi de Botas não deixou por menos: mandou logo estampar uma igual, mas com a inscrição: “Universidade de Merdon”.

Tiramos de uma charge do livro de Barbosa Lessa, folclorista e estudioso da cultura do Rio Grande do Sul. Foi reeditada nos causos do jornalista Eron J Silva em seus tempos de Jornal a Notícia/Joinville-SC.

……………

AS MELHORES HISTÓRIAS FOLCLÓRICAS E REAIS DA REGIÃO DA SERRA CATARINENSE.

PESCARIA NO PANTANAL

Uma turma de um dos estados do Brasil {parece-me que bem de perto da SC} todo ano vai pescar no Pantanal do Mato Grosso.

Dizem que o grupo reúne empresários, profissionais liberais e até alguns políticos.

Só que a única coisa que parece que não fazem no Pantanal é pescar. Seria só um pretexto. O negócio, mesmo, é fazer folia e se divertir.

Também dizem que no meio da viagem há até um estabelecimento especializado em fornecer peixe, arranjar caixa de isopor para conservá-lo, tudo com muito sigilo.

Desconfiadas, as esposas desses amigos começaram a se movimentar e pressionar para participar da próxima pescaria. Uma ligava para a outra sugerindo a ideia.

Os “pescadores” se reuniram para debater o assunto. Chegaram à conclusão de que não daria nada. Elas iriam perceber que não passava de pescaria mesmo. Uns sugeriram para esquecer o repelente de mosquito, que nunca mais iriam querer pescar.

E lá se foram para a pescaria.

Acontece que o final da viagem é por água. Uma Chalana, espécie de balsa, um verdadeiro hotel flutuante, leva o pessoal por cerca de 300 quilômetros Pantanal acima.

Não contavam com um detalhe: por azar, nessa viagem, o balseiro era o mesmo da pescaria anterior.

Já na chegada, com as esposas entreveradas na turma, ouviram do balseiro:

– Nossa! Não dava pra arrumarem umas mulheres um pouco melhores? As gatas da pescaria anterior davam de 10 a zero nessas aí!

……….

O COMPADRE E A COMADRE

Tomar um chimarrão ou ir pra cama?

Um compadre foi visitar o outro, mas, deu com os burros n’água. O compadre viajou e só voltaria muito tarde.

A comadre sugeriu que esperasse, enquanto colocariam a conversa em dia.

Ficaram aguardando e nada do compadre…

Quando viu que o homem não vinha mais e já passava da meia noite, disse:

Comadre, agora ficou tarde, nem dá mais para eu ir embora. Temos duas saídas:

tomar um baita dum chimarrão, ou ir para a cama, dormir.

Ela…

Compadre do céu, não é que me pegou sem erva!…

 

~~~~~~~~~~~~~~

 

CARA PEGA ONÇA A UNHA PARA IMPRESSIONAR O FUTURO SOGRO.

 

Cheio de grau, o cara foi pedir a afilha do fazendeiro em namoro. Era sábado bem cedo quando chegou ao futuro sogro e foi direto ao assunto:

-Vim pedir sua filha – a Brandina –  em namoro. E é coisa séria!

-O pai da moça: mas pra casar com minha filha é preciso entender muito de fazenda, de manejo de gado, pegar terneiro a unha e enfrenar perigo todo dia.

-Mas não tem problema – disse o moço – faço tudo isso e muito mais!

-Então vamos ao primeiro teste. Há um bicho comendo terneiro e ovelha ai nos fundos da fazenda. Vá atrás e dê jeito nele. Pelo menos espante pra outras estâncias.

-Pois não, disse o candidato a genro. Tem uma espingarda, um bocó de munição, um facão e uma faca por aí?

-Claro que tem, disse o velho. Pode pegar lá no galpão.

-De peito estufado, o sujeito se armou até os dentes e saiu campo afora. Eram umas 7:30 da manhã.

-Lá pelas tantas, deu de cara com uma onça pintada. Recém havia criado, portanto louca de fome e querendo tratar dos filhotes…

depositphotos_20613741-stock-photo-jaguar-cubs

-Pregou-lhe fogo e a danada a arma negou. Com o estalo a onça veio feito uma bala, furiosa. O vivente correu e ela atrás, pega, não pega… Numa daquelas, enganchou o bico da bota numa raiz de figueira e caiu de costas. O bocó feito de couro de gato do mato, bem pintadinho como onça, veio em sua cara. Entendendo ser a fera, ainda gritou: -coma bicho desgraçado! Mas saiba que está comendo um homem! Quando viu, a onça de verdade vinha, fina, em sua direção. Num último impulso, levantou o facão e o cravou bem no peito do bicho que caiu seco e arreganhado!

-Ao chegar à sede da fazenda, o futuro sogro ainda tomava seu chimarrão. Jogou o bicho nos pés do velho e ainda se exaltou: – tá aí o bichinho! – Esse não come ninguém mais ai na fazenda!…

-O sogro, admirado, abismado com a astúcia do vivente pra matar a onças, de repente viu que escorria alguma coisa, perna abaixo da calaça do moço…

-Mas parece que está escorrendo algo em cima do bico da bota? O que é isso?

-Não é nada, sogro velho! Acontece que toda vez que mato um bichinho desses, mesmo sendo valente uma barbaridade, até me cago tudo de alegre!!!

~~~~~~~~~~

 

ESTA HISTÓRIA AGORA COMPROVA QUE GAÚCHO VALENTE E MACHO É LENDA COMO A DO NEGRINHO DO PASTOREIO.

AVIÃO CAI NA AMAZÔNIA E COMANDANTE DISPONIBILIZA ESPINGARDA PARA ALGUÉM CAÇAR E REFORÇAR ALIMENTAÇÃO.

Adivinha quem primeiro levantou a mão para a proeza? Um gaúcho que garganteava ser o maior caçador de perdiz no RS!

Lá se foi o xiru, mata a dentro, à procura de anta, veado ou qualquer bicho que servisse para improvisar uma churrascada.

Mal entrou uns 100 metros na mata, já encontrou uma onça pintada, que até já estava rondando os sobreviventes.

-Na pressa vai esta mesmo, imaginou ele.

Pregou-lhe fogo no meio da testa da onça que recém havia criado. Só que a danada da espingarda negou fogo. A onça enveredou e o vivente voltou em disparada em direção aos destroços do avião, com um corredor de uma lateral à outra.

Ao passar correndo, com a onça no seu encalço e a espingarda na mão, gritou : – “Vão limpando essa aí que agora vou buscar uma anta que ficou aí atrás!”…

 

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

 

HISTÓRIAS ANTERIORES

Prefeito demite secretário que se esqueceu do “carção” para ele inaugurar o banheiro carrapaticida.

Esse banheiro destina-se ao banho de bois com carrapato.

São mais duas histórias de fazer você dar gaitadas de riso. Tão incríveis que até parecem mentira!

 

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

 

AS TRAPALHADAS DE PREFEITOS E VEREADORES.

Secretário é demitido porque esqueceu o “carção” para o chefe inaugurar banheiro carrapaticida (para o gado).

O prefeito de uma cidade da Serra catarinense demitiu o chefe de gabinete perque não levou um “carção” para ele inaugurar um banheiro carrapaticida.

Detalhe: esse é um banheiro para banhar boi e exterminar os carrapatos.

 

~~~~~~~~~~~~~

 

ISTO É INCRÍVEL!

Um vereador foi saudar um homenageado seu ao qual dera o título de cidadão.

Mostrando o diploma, disse:

Quero que meu homenageado leve este diploma como prêmio por ter tido a coragem de vir morar aqui….

Percebendo a café, quis consertar e emendou:
Porque quando ele chegou isto aqui era um sertão… Ali onde está a matriz era um Pinhal. Comi muitos veados dali…
(Referia-se ao veado pardo).
Aí um bêbado, daqueles tradicionais de toda cidade, observou: e ainda come, de vez em quando….

 

~~~~~~~~~~

 

PREFEITO NÃO ESPALHA O CASCALHO E ENCHE A CIDADE DE LOMBADAS
Um prefeito de SC foi pedir cascalho ao governador Jorge Bonhausen.

O governador: vou mandar te levar 50 cargas de cascalho. Mas não espalha!
O prefeito: deixa comigo.
Um mês depois a cidade estava com 50 lombadas espalhadas pelas ruas…

 

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

 

INAUGURANDO O CAVALÓDROMO
Aquele prefeito do “Carão” foi inaugurar um cavalódromo.
Na cerimônia começou o discurso assim:

Uma “sarva de parma” pro carpinteiro que fez o local de amarrar as rédeas dos cavalos!

Uma “sarva de parma” pro encanador que “instalo a torne”!…
Uma “serva de parma” pro índio guarani que fez o cocho…..
Aí, de “sarva em parva de parmas”, ficou sem assuno.

Mas não se apertou: deu uns três passos até o cocho, tomou uns goles, e disse:

Pronto! “Tá nagurado”.

 

…………………………………

O QUE DEMOS ANTES

Namorado enfrenta onça pra impressionar futuro sogro.

Veja o gaúcho que mostrou valentia ao futuro sogro e enfrentou uma onça. E o prefeito eu confundiu a estátua do Neguinho do Pastoreio com a de um menor carente de rua.

Jovem Boi de Botas foi pedir a afilha do fazendeiro em namoro. Era sábado bem cedo quando chegou ao futuro sogro e foi direto ao assunto:

piadas-de-gaucho

 

  • Vim pedir sua filha – a Brandina –  em namoro. E é coisa séria!
  • O pai da moça: mas pra casar com minha filha é preciso entender muito de fazenda, de manejo de gado, pegar terneiro a unha e enfrenar perigo todo dia.
  • Mas não tem problema – disse o moço – faço tudo isso e muito mais!
  •  Então vamos ao primeiro teste. Há um bicho comendo terneiro e ovelha ai nos fundos da fazenda. Vá atrás e dê jeito nele. Pelo menos espante pra outras estâncias…
  • Pois não, disse o candidato a genro. Tem uma espingarda, um bocó de munição, um facão e uma faca por aí?
  • Claro que tem, disse o velho. Pode pegar lá no galpão.
  • Cheio de grau, o rapaz se armou e saiu campo afora. Eram umas 7:30 da manhã.
  • Lá pelas tantas, deu de cara com uma onça pintada. Recém havia criado, portanto louca de fome e querendo tratar dos filhotes.
  • Pregou-lhe fogo e a danada a arma negou. Com o estalo a onça veio feito uma bala, furiosa. O vivente correu e ela atrás, pega, não pega… Numa daquelas, enganchou o bico da bota numa raiz de figueira e caiu de contas. O bocó feito de couro de gato do mato, bem pintadinho como onça, veio em sua cara. Entendendo ser a fera, ainda gritou: coma bicho desgraçado! Mas saiba que está comendo um homem! Quando viu, a onça de verdade vinha fina, em sua direção. Num último impulso, levantou o facão e o cravou bem no peito do bicho que caiu seco e arreganhado!
  • Ao chegar à sede da fazenda, o futuro sogro ainda tomava seu chimarrão. Jogou o bicho nos pés do velho e ainda se exaltou: – tá aí o bichinho! – Esse não come ninguém mais ai na fazenda!…
  • O sogro, admirado, abismado com a astúcia do vivente pra matar a onças, de repente viu que escorria alguma coisa, perna abaixo da calaça do moço…
  • Mas parece que está escorrendo algo em cima do bico da bota? O que é isso?
  • – Não é nada, sogro velho! Acontece que toda vez que mato um bichinho desses, mesmo sendo valente uma barbaridade, até me cago tudo de alegre!

…………..

O  PREFEITO E A ESTÁTUA

 

Um prefeito da Serra Catarinense confundiu a estátua do Neguinho do Pastoreio com  de  um menor crente de rua.

Como presidente da associação dos municípios, chefiava uma visita de colegas a São Francisco de Paula, na Serra Gaúcha. Foram participar de um evento de integração.

Chegando lá, ficou admirado com a beleza da cidade, com os detalhes da cultura e impressionado com a semelhança entre as duas serras.

Ao passar por uma praça, viu uma estátua do Neguinho do Pastoreio – personagem do folclore gaúcho – e imaginou ser de um menor carente de rua.

 

 

Negrinhodopastoreio

Negrinho do Pastoreio.

 

Chamou um assessor e o incumbiu de achar o projeto e o escultor para fazer uma igual em seu município. Seria uma homenagem aos relevantes serviços prestados pela primeira dama na área social. Ela, inclusive, havia salvo a vida de um garoto de rua que havia sido atropelado por um caminhão carregado de toras. Nem sequelas do acidente ficaram.

O rapaz saiu à procura do tal projeto e logo descobriu não se tratar da estátua de um menor de rua e sim do Negrinho do Pastoreio. Esse personagem lendário do folclore gaúcho, amarrado pelo estancieiro patrão sobre um formigueiro, por obra de Virgem Santa, curou as chagas de uma surra.

O castigo teria sido por extraviar um cavalo baio. Esse personagem é famoso por fumar palheiro, daí a tradição de quando se extravia algum animal acendem um charuto a ele.

Ao ser informado da confusão entre as estátuas, o prefeito disse: não tem problema, agora fazemos a estátua inspirada nesse guri gaúcho que também sofreu um temeroso acidente. Já aproveitamos e homenageamos os três: minha mulher, o menino do acidente e esse tal Neguinho que também deve ser importante pra ter estátuas por aí…

Fizeram a tal estátua e no dia da inauguração o prefeito fez o costumeiro discurso. O chefe de gabinete que havia escrito o texto, que trazia as dicas para lê-las de conformidade com o horário da cerimônia.

E o prefeito começou o discurso: – se for de manhã, bom dia! Se for de tarde, boa tarde! E se for de noite, boa noite! Mas como já é meio dia, então um bom final de semana a todos, já que graças a Deus hoje é sexta-feira. Deu alguns passos, foi até a estátua e a beijou, dizendo: pronto! Está inaugurada!

…………………………………

 

meteorologia da região.

O QUE DEMOS ANTES

HISTÓRIAS QUE FARÃO VOCÊ DAR GAITADAS DE TANTO RIR: O METEOROLOGISTA E O BOI E DE BOTAS, O BOI DE BOTAS E O ENGENHEIRO.

shutterstock_111173990

UMA NOVA UNIVERSIDADE

gauchão_m2lopes

Antônio Augusto Fagundes, folclorista e historiador gaúcho (RS), resgatou belas histórias do autor popular desconhecido.

Adaptamos duas delas, veja:

O BOI DE BOTAS E OS METEOROLOGISTAS

(Boi de Botas é o designativo do habitante típico, originário do interior da Serra Catarinense, adjetivo esse criado no tempo da Revolução Farroupilha).

 

 

ENTÃO:

Um estancieiro cedeu a propriedade para uns cientistas do tempo acampar e estudar a

O pessoal chegou com o Jeep cheio de bagagem: aparelhos, sacolas, lunetas, binóculos…

Acamparam numas barracas bem na frente à casa e o galpão.

 

O Boi de Botas, tomando seu chimarrão, interferiu:

  • – Vocês pesquisam o que mesmo?
  • – Somos meteorologistas, respondeu um deles, explicando: – nós estudamos o tempo.
  • – Que mal pergunte, vocês tensionam dormir ai fora?
  • – Claro que sim, respondeu o outro.
  • – Acho bom vocês se recolherem pra dentro do galpão. Esta noite chove de certeza!
  • – Mas como sabe que vai chover? Nós somos meteorologista e sabemos quando e porque vai chover…
  • – Mas olha – alertou o estancieiro – garanto que esta noite chove de cachorro beber água de focinhos pra cima!
  • – Aí perguntou o cientista: – mas como tem tanta certeza disso?
  • – O fazendeiro: é que meu burro velho se recolheu pro galpão e quando ele faz isso, chove na certa!
  • – Os cientistas – dando gaitadas de risos – garantiram: – nem falar, não chove mesmo! E até arrumaram as camas fora das barracas.

Periga a verdade! Lá pela meia noite veio uma chuva daquelas guasqueadas. Os meteorologistas, com as cobertas encharcadas, tremendo de frio, correram pra dentro do galpão.

Um deles sugeriu; acho bom a gente ir embora. Tem um colega aí que entende mais de tempo que nós!

…………….

CAUSO II

O BOI DE BOTAS E O ENGENHEIRO

Quando estavam construindo a BR-282, em SC, obra que demorou quase 200 anos para ser concluída, um desses figuras locais chamados de Boi de Botas, curioso com tanta medição, começou a fazer perguntas para um Engenheiro:

  •  Por que tanta complicação assim pra fazer esse tal de projeto de vocês?
  • O Engenheiro: para estudar e definir o traçado por onde vai passar o asfalto.
  • O boi de botas: nós, aqui, fazemos estrada sem tantos estudos assim.
  • Mas como fazem, perguntou o Engenheiro?
  • Nós amarramos uma lata no rabo de um burro e chegamos a soiteira. Ele se manda morro acima e morro abaixo, desviando as pedras. Aí  nós fazemos a estrada por onde ele passar.
  • O Engenheiro: mas quando não tem o burro como vocês fazem?
  • O Boi de Botas: aí nos arranjamos um Engenheiro…

………………………………….

O QUE DEMOS ANTES:

Da série Causos do Boi de Botas.

Boi de botas é o designativo do habitante típico e originário do interior da Serra Catarinense.

Um cidadão, recém chegado dos Estados Unidos enverava uma camiseta com a inscrição Universidade de Boston. Passando por um Boi de Botas, este observou:

Sabido barbaridade agora, hein?!

Este Boi ded Botas gosto tanto da ideia que mandou estampar na sua camiseta:

“UNIVERSIDADE DE MERDON!”

……………………………………………….

HISTÓRIA II

AS CARACTERÍSTICAS DAS FASES DA IDADE DO HOMEM E A DA MULHER.

hqdefault

Até o gato aí está achando graça!

 

As fases da idade do homem e seus hábitos alimentares relacionados aos de alguns os animais.

Veja em qual fase de idade você se encaixa;
Dos 18 aos 21 anos – Idade do Urubu: não escolhe muito;

Dos 22 aos 25 anos – Idade da Engorda: só quer encher a barriga, não é muito seletivo;

Dos 26 aos 35 anos – Idade do Suíno: muito relaxado, come e vira o cocho. É Homem DVD: logo após, deita, Vira e Dorme;

Dos 36 aos 45 – Idade da Águia: precisa se reciclar e se reinventar. Como não sabe muito bem o que quer, vive se isolando e se separando, tentando escolher outro prato;

Dos 46 aos 55 – Idade do Papagaio: fala muito e não come quase nada. Só faz muita algazarra.

Dos 56 aos 70 – A Idade do Lobo Mau: corre o dia inteiro atrás do Chapeuzinho Vermelho e à noite vai pegar a Vovozinha!

Dos 70 anos em diante – A idade  do condor: com dor aqui…com dor ali…

 

Fases da idade da mulher

As fases da idade da mulher, relacionadas aos Continentes.

Veja em qual delas a princesa aí se encaixa:

Dos 18 aos 21 anos – É a Oceania: já sabe muita coisa, mas ainda precisa aprender muito;

Dos 22 aos 30 anos – É a África: fogosa, ansiosa, e um pouco inconsequente;

Dos 31 aos 36 anos – É a América: altamente técnica, competente e poderosa;

Dos 37 aos 45 – É a América Latina: sempre explorada, sofrida, machucada e sempre em crise de relacionamento e existencial;

Dos 46 aos 55 anos – É a Ásia: misteriosa, místicas, religiosa e já começa a pensar nas pantufas e no edredom;

Dos 56 em diante – É a Europa: metida a boa, mas bombardeada e desiludida. E ainda é obrigada a cuidar dos refugiados e se protegendo dos extremistas do Estado Islâmico!