CUSTO BRASIL É MAIS UM PREGO NA ENGRENAGEM DA ECONOMIA – País real vai parar de andar se não aliviar custos de produção.

CUSTO BRASIL É MAIS UM PREGO NA ENGRENAGEM DA ECONOMIA – País real vai parar de andar se não aliviar custos de produção.

O TURISMO, UM DOS SETORES QUE MAIS EMPREGAM, SOFRE COM O PESO DOS ENCARGOS DA FOLHA  E A BUROCRACIA TRABALHISTA

O alto custo da energia, a careza da logística por falta de infra e os encargos em excesso na folha de salários, tudo isso ajuda a compor o alto “Custo Brasil”.

Então, para crescer e dinamizar a economia, o país precisa desonerar a produção para se tornar mais competitivo e atrair os investimentos que estão sobrando no mundo.

 

FOLHA DE PAGAMENTO PESADA E ENGESSADA POR LEIS PROTECIONISTAS

Cruzeiros marítimos devem começar a encontrar problemas assim que entram nas 12 milhas do Brasil. Tudo isso, devido às nossas leis trabalhistas.

É BEM PROVÁVEL QUE BASTE ENTRAR NA JURISDIÇÃO DO BRASIL QUE JÁ COMECEM OS PROBLEMAS: RECLAMAÇÕES, AÇÕES TRABALHISTA, FISCALIZAÇÃO…

As tripulações de cruzeiros marítimos saem da Europa ganhando em Euro ou dólar e fazendo um trabalho atraente, glamouroso e realizador.

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Mas, acreditamos que basta alguém perceber que já está em águas brasileiras para que os problemas comecem: marasmo, queixas de sobrecarga de trabalho e horário limitado e por aí afora… As leis são as culpadas disso.

Então, quer dizer que o Custo Brasil, neste caso o peso da folha de pagamento, seria mais um prego na engrenagem da nossa economia, ou no turismo.

Certamente, depois da infra estrutura falida ou inexistente, da falta de qualidade técnica da mão de obra, o que custa um trabalhador – 105% sobre o salário – deve ser a principal limitante para a competitividade de nossos produtos e serviços.

Também pesam muito os aspectos culturais do mercado da mão de obra, como a “indústria da ação trabalhista”, por exemplo.

 

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Turistas, acima, é que pagam o pato, se é que nossas leis elevam custos.

 

No Brasil, o crescimento sempre esbarra em nossas limitações. Além da incompetência, da inoperância e do desperdício do poder público, também parte da mão de obra e as leis trabalhistas “atravancam o progresso”, como diria o programa Chico City.