QUE VENHA UM SALVADOR DA PÁTRIA – Mas que seja responsável, realista e otimista!

QUE VENHA UM SALVADOR DA PÁTRIA – Mas que seja responsável, realista e otimista!

O perfil que imaginamos como ideal para o novo presidente.

Que faça as reformas, o ajuste fiscal e uma economia realista e consciente. Que convença a todos da necessidade de sacrifício porque nada vem de graça.

O novo presidente da República vai ter de assumir e no primeiro dia já começar a fazer coisas de cadáveres de saudosos iluminados em administração, economia e política se remexerem no túmulo. Também, como sempre temos dito aqui: tomará decisões tão contraditórias de fazer a esquerda ficar perplexa e a direita irritada. Isto é, cada uma acusando-o de plágio.

O próximo salvador da Pátria precisará ser: valente, corajoso, responsável, realista e otimista. Não poderá jogar para  plateia. No dia que fizer isto estará no caminho errado. Governante aplaudido sistematicamente está fazendo demagogia e enganado o povo .

O próximo inquilino do Palácio do Planalto vai receber do atual presidente, um País até que bem encaminhado, após o desastre dos três governos anteriores. Uma estrutura salva do caos que nos rondava há bem pouco.

Já quero deixar bem claro que não temos procuração do atual governo para defendê-lo;  não temos contrato de algum de prestação de serviços com nenhum setor federal; não temos identidade ideológica com nenhum dos partidos que o apoiam; tampouco somos filiados a algum partido político.

Trata-se, apenas, de análise pura e simples, dentro de um jornalismo sério, que dizem ser corajoso, revestido de verdade e que não irá, jamais, ferir a lei eleitoral nem a comum. Não nos interessa perdermos a credibilidade frente ao leitor de eronportal.com.br .

Para fundamentar o que dizemos, vejamos: o Governo Temer pegou o país com um rombo de R$ 171 bilhões. Uma Previdência com déficit progressivo. E uma dívida pública de mais de 3,3 trilhões, com um deficit de 14% ao ano. E na corrupção estouram escândalos a toda hora.

Logo, sem querer jogar confete ou ser defensor contumaz, o fato é que  a inflação e os juros caem, o PIB cresce, a arrecadação só aumenta, o emprego começa a aparecer, já foi aprovado o teto de gastos e encaminhadas as privatizações. Só não foi feita a reforma da Previdência por detalhes ou porque atrapalharam.

No combate à violência o Governo acertou em cheio ao intervir no Rio de Janeiro e ao criar o Ministério da Segurança. Não há mais como aceita a morte de um policial e dois o três bandidos por dia,  só no Rio de Janeiro.

Agora mesmo houve a reforma ministerial devido às desincompatibilizações e o país não parou. O maior ganho do atual governo, hoje, é que a economia está desvinculada das crises política, moral e econômica. Até nem parece que é preciso existir governos.