GOVERNO GARANTE: NENHUM BRASILEIRO FICARÁ DESAMPARADO – Só no socorro às pessoas e garantia de renda mínima serão mais de R$ 200 bilhões.

GOVERNO GARANTE: NENHUM BRASILEIRO FICARÁ DESAMPARADO – Só no socorro às pessoas e garantia de renda mínima serão mais de R$ 200 bilhões.

DUAS MENSAGENS ENVIADAS AO CONGRESSO GARANTIRÃO COMPENSAÇÕES E CRÉDITOS ÀS EMPRESAS.

CÁLCULOS DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA

GUEDES CALCULA EM 5% DO PIB CUSTO DO “IMPACTO DO METEORO COVID” – “Vamos pagar em um ano para não ficar para próximas gerações”.

ALÉM DE SALVAR VIDAS E SOCORRER OS DESPROTEGIDOS, QUASE R$ 1 TRILHÃO INJETADO NA ECONOMIA AINDA VAI ANULAR UM POUCO DA RECESSÃO QUE VIRÁ.

E uma live com integrantes do mercado, o ministro da economia, Paulo Guedes, fez um balanço de tudo o que foi comprometido e liberado até aqui para enfrentar a guerra com o Covid-19. Isto na frente para salvação de vidas e para atenuar o impacto na Economia.

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Ao destacar “a coragem do presidente Bolsonaro” e o esforço do Governo dele para enfrentar essa luta, afastou qualquer possibilidade de vir a sair da equipe. “Jamais abandonaria a luta nesta hora”, disse ele, acrescentando que não foi à toa que se engajou para ajudar a construir o projeto desde o início.

Segundo ele, só o que está comprometido, anunciado e liberado em recursos e medidas até agora já chega a 4,8% do PIB. Mas deve passar dos 5%, conforme a duração do pico da curva dos efeitos da pandemia na população.

 

VEJA OS NÚMEROS DO MINISTRO:

 

Campanha de emergência: R$ 200 bilhões;

Participação dos bancos públicos: R$ 150 bilhões;

Diferimentos (antecipações de abonos e 13º: R$ 150 bilhões;

“Coronavouche” (a informais, mulheres chefes de família e aqueles com nenhuma renda): R$ 59 bilhões;

Crédito à folha de pequenas e médias empresas: R$ 40 bilhões;

Crédito a empresas: R$ 40 bilhões;

E  recursos para estados e municípios: R$ 90 bilhões.

O total chega a cerca de R$ 750 bilhões, podendo ficar perto de R$ 1 trilhão, dependendo da duração do período da crise humanitária e dos efeitos no setor produtivo.

Garante que vamos pagar essa conta em um ano para não deixar a conta para as futuras gerações via dívida pública. Citou, também, que o País já fez engenharias em outras dificuldades (certamente referindo-se a leilões) e que temos a força de nosso potencial (provavelmente ativos disponíveis), mas não se referiu a nenhum.