ERON… E O HUMOR DO DIA A DIA. Locutora e a notícia da morte do Garrincha, ao vivo… Título: “Morre o homem da cidade de Pau Grande, no RJ…”

ERON… E O HUMOR DO DIA A DIA. Locutora e a notícia da morte do Garrincha, ao vivo… Título: “Morre o homem da cidade de Pau Grande, no RJ…”

A locutora e a notícia da morte do Garrincha…

Sabemos que o jogador Garrincha nasceu na cidade de Pau Grande, no Rio de Janeiro.

No dia da morte do craque do Botafogo e da Seleção, um redator ‘aprontou’ para a locutora das notícias de hora em hora de uma tradicional emissora do Sul.

 

Foi assim:

 

Luto no futebol brasileiro!

Morre o homem de Pau Grande!

E atenção!

Para a tristeza de quem gosta do futebol alegre e irreverente, morreu hoje o malabarista da bola – o Garrincha – que nasceu na cidade de Pau Grande, estado do Rio de Janeiro”…

 

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As boas ‘tiradas’ do Dr Ulysses

Quando presidia a Câmara dos Deputados, especialmente na época da Constituinte, o saudoso deputado Ulysses Guimarães costumava dizer: logo depois das oito da noite é hora boa prá votar. Os deputados mais velhos estão cansados e os mais novos querem ir ver as namoradas. Certa vez ele disse, em SC, depois de uns 30 discursos de pemdebistas em sua homenagem: – nossa, ficamos quase roucos de tanto ouvir discursos!

 

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A má e pior companhia para pular carnaval…

 

“A maioria escolheu a vacina para poder ir pular o carnaval mais seguro; muitos não se vacinaram, outros não quiseram se vacinar. Podem ter escolhido o vírus como par na folia…”

De um visitante aqui do Portal

 

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Da era dos caciques políticos:

 

Um chefe político do Rio de Janeiro surpreendeu a todos ao propor um candidato em lugar do preferido pelo partido.

O pessoal do diretório ficou irado: – “Mas como? O nosso candidato é o ideal para esta eleição!…”

Para justificar a troca pelo seu indicado, o cacique velho disse:

– Esse candidato de vocês não sabe nem abraçar e beijar direito uma suburbana…

 

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Dos tempos do voto impresso… 

Um candidato à reeleição para deputado fazia campanha na Serra Catarinense, onde encontrou um velho mordedor em campanhas.

De cara, já fez uma proposta: – deputado, me arruma R$ 2 mil que te arranjo 2 mil votos.

O deputado: – Mas não acha muito voto isso tudo? Até porque por Lei nem posso te dar dinheiro… E nem tenho mesmo.

Insiste o ‘cabo eleitoral’ – Então com R$ 1 mil, eu já me viro.

– Nem pensar, não tenho dinheiro mesmo, disse o candidato…

Foram até R$ 10 reais e sem negócio.

Por fim, o cabo eleitoral apontou  para o bolso da camisa do candidato: – Então me dá um cigarro dos teus…

Não é cigarro, essa caixinha é meu colírio.

Pois o danando não deixou barato, pediu: – Então me pinga umas gotinhas aqui no meu olho … Tenho conjuntivite!

História verídica enviada por um leitor aqui do Portal. Checamos e foi verdade.

 

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A professora do Sul ao aluno:

Joãozinho, manda aí três exemplos de mamíferos voadores…

Ele: – morcego, aeromoça e anjo…

 

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Tem jeito de chegar vivo?

Político de Lages/SC, na primeira vez que embarcou num avião para Brasilia, ouvia a aeromoça: – Senhoras e senhores, em caso de emergência, cairão máscaras em sua frente; em caso de pouso no mar, o banco vira um salva-vidas flutuante; e alguém quebre o vidro da janela que surgirão grandes boias escorregadoras….

O vereador: – Moça, tem jeito de chegar vivo lá em Brasilia?…

 

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A curiosidade quando chegou o CD…

 

Quando surgiu o CD, um famoso radialista do Sul deu uma baita bronca no sonoplasta de seu programa porque ele não quis rodar o lado B do CD.

 

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Então presidente Fernando Collor estava tão em baixa que até quando o calor matava frangos sobrava pra ele…

 

O radialista da mais famosa emissora de Lages/SC, toda manhã davas as manchetes dos jornais às 7 da manhã. Certa vez todas as notícias eram só pau no então presidente Fernando Collor!

Numa delas, o radialista leu: – Collor mata 100 mil frangos em aviários do Oeste de SC!

Só que na verdade era: “Calor mata 100 mil frangos em aviários do Oeste…”.

 

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Ninguém mais salva!…

Torcedor do Cruzeiro chega para um atleticano: – “É bom que o Galo contrate de uma vez o Jorge Jesus, senão nós vamos lá e contratamos…”

O atleticano: – “Podem até contratar, mas esse time de vocês nem Jesus Salva!…

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A Era dos Descobrimentos-II

“Os portugueses descobriram o Brasil e agora descobriram o futebol brasileiro; já quase dá um time de treinadores…”

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Goleiro português salva criança no ar…

Num incêndio em Lisboa, a criança estava na janela do 3º andar, cercada pelo fogo, querendo pular.

Os bombeiros se preparavam com uma rede.

Nisso um cara grita na multidão: – Manda se jogar que a salo no ar… sou o melhor goleiro de Portugal!

Mandaram a criança pular e ele fez ‘uma ponte’ – como se diz no futebol – agarrou a criança no ar! Todo esfolado, ouviu a multidão aplaudir: aaaaaaa…

Sentindo-se num estádio lotado e ovacionado por uma defesa, por pouco não bate a criança no chão para dar um balão de volta, lá no meio do fogo…

 

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Sobre o fim da pandemia:

Velhinha chega para o médico: – doutor, quando será que vai acabar essa pandemia?

Ele: não sei, minha senhora. Não entendo nada, nada de política…

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Peão de estância vira professor de ordenha…

Diz à turista:

– Pega na teta da vaca, aperta e puxa na direção da caneca e o leite vem.

Ela agarra a teta e espera…

Ele insiste: – Aperta e puxa!

Ela: “- Ah! Pensei que tinha que esperar endurecer a teta!…”

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O dia em que o santo chorou…

Vendedores de santos de Lages/SC percorriam o Paraná, em tempos de vacas magras. Tentaram um dia inteiro, mas não venderam nada; nem pra comida. No começo da noite ainda por cima pifou o carro. Ao começar uma garoa fria, encostaram, pensativos na vida…

Um deles olhou pra trás e percebeu que no quadro do guri no colo o santo chorava!…

Quando parceiro olhou, viu que o santinho do colo já ‘fazia beicinho’ pra chorar também… Tudo pela tristeza diante da situação…

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As proezas do garçom gaúcho…

Chegam os clientes e lotam as cadeiras da maior mesa do restaurante:

O garçom aborda: – Vão querer comer alguma coisa ou só tomar uns tragos?

Um dos clientes: – O Sr quer fazer o favor de nos trazer um cardápio?

O garçom: – Tu vai me desculpar… mas hoje não cozinhamos o cardápio pro almoço!…

(Resgate típico do Sul, gravado por Ivan Taborda)

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Perigo dobrado: piada espirituosa que circula nas redes…

“A Variante nova é super perigosa, a Brasília velha também!…”

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Pegou a criança no ar…

Num incêndio no centro de Lisboa, a criança estava na janela do 3º andar, cercada pelo fogo, e querendo pular.

Os bombeiros se preparavam com uma rede.

Nisso um cara grita na multidão: – Manda se jogar que a pego no ar… sou o melhor goleiro de Portugal!

Mandaram a criança pular e ele fez ‘uma ponte’ – como se diz no futebol – agarrou a criança no ar! Todo esfolado, ouviu a multidão aplaudir: aaaaaaa…

Sentindo-se num estádio lotado e ovacionado por uma defesa, por pouco não bate a criança no chão para dar um balão de volta, lá no meio do fogo…

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A emenda é pior que o soneto…

Vereador de uma cidade da Serra Catarinense, na sessão de entrega do título de cidadão, exibindo o diploma, diz: – “que o homenageado leve este diploma como um prêmio pela coragem de ter vindo morar aqui”.

Percebendo a gafe, emendou: “- porque aqui, quando ele chegou, isto era um sertão; ali onde está a matriz era uma floresta de araucárias… havia de tudo que era bicho selvagem: de onça a veado…”

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Campanhas dos tempos do voto impresso 

Nas eleições dos tempos do voto impresso havia um cabo eleitora, em Lage/SC, que usava uma estratégia infalível para conquistar o voto para seu candidato, que era um protético.
Na véspera da eleição, pegava uma sacola de dentaduras, ia à casa do eleitor, punha-o em frente o espelho, já usando as próteses.
Aí dizia: – Olha só que belo sorriso!…
Feito isso, tomava a parte de cima, da boca do velhinho, e prometia: – Venho trazer esta aqui também, mas depois do nosso candidato eleito!…
Nesse tempo também havia um candidato que dava a metade de uma nota de CR$ 2,00 de entrada e a outra metade após a eleição…

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A nova utilidade do smartphone

Sujeito viu na promoção da loja que cada compra dava um cupom para concorrer a um Smartphone.

Fez logo três compras no mesmo dia…

Pergunta da vendedora:

– Fará o que se ganhar?

Ele:

– “O esmarte vou dar pra mulher, que virou colorada, pra  deixar as unhas bem encarnadas… E os fones de ouvido vou ficar pra ouvir o jogo do Grêmio na Série “B” que não passa na TV aberta…

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Sou louco mas não sou burro!

Dois amigos trocavam um pneu bem na frente do hospício…
Um interno assistia a tudo da janela, quando caiu o pneu na calota onde estavam os quatro parafusos e espalhou  pelo jardim … No escuro, há de encontrar os danados…
O louco gritou lá de cima: – Por que não tiram um parafuso de cada roda que tem 4 e vão com três em cada uma; amanhã compram esses parafusos?!
O sujeito do carro: – Mas vem cá, você não está aí por ser louco?
O interno: – Sou louco mas não sou burro!..

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“Sou bêbado mas não sou doido!”

O padre empolgado no sermão e um bêbado fazendo apartes e contrariando…
O padre: – O Filho do Homem veio nos salvar, mas nós o crucificamos… Só que ele vem novamente, podem crer!…
O bêbado: – Ha! Não vem nada!…
O padre: – A partir de agora a polícia vem buscar quem está atrapalhando a missa!…
O bêbado: – Vou embora daqui, porque essa vem mesmo!…

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O candidato das promessas…

Na política da Serra Catarinense havia um prefeito campeão em prometer obras.

Ao fazer um discurso numa localidade, trocou a promessa da escola pela da ponte.

Na plateia do comício, um eleitor alertou: – “Mas como fazer a ponte se aqui nem temos rio”?

Ele: – Eu quis dizer a obra da escola… Mas não tem problema: faço a escola, a ponte e o rio também!…

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Um chimarrão ou cama…

Um compadre foi visitar o outro e este havia saído.
Esperou até dar meia-noite, batendo papo com comadre…
Como já era tarde, não dava mais pra ir embora e o compadre avisara que não voltaria, sugeriu:
– Comadre, agora temos duas alternativas: tomar um baita dum chimarrão ou ir pra cama, dormir!…
Ela: – Mas bááá, comadre! Não é que me pegou sem erva mate hoje?!….

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O cara na maior ‘deprê’, na mesa do bar…

Numa cidade do Sul aconteceu esta:

Os amigos chegam ao mais tradicional bar e o sujeito estava na mesa, uma garrafa já pela metade, o copo já pelo meio e o sujeito: cabeça baixa e com a mão no queixo, pensativo…

O pessoal: – Nossa, que fossa é essa?

– Ele: – É… uma separação sempre deixa marcas, dores e gente assim… fazer o que? …

Os amigos: – Não fique nessa ‘deprê’… até porque ela não merece, nem gostava de você mesmo!?…

Ele: Quase chorando… Nããão, eu me separei foi do meu sócio lá da empresa…

 

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Antônio Augusto Fagundes e os conceitos da professora gaúcha…

Erondina Lima era uma professora no RS que usava uns conceito próprios para avaliar as provas dos alunos…Veja:

LB – Significava uma nota Louca de Buena!

LE – Era uma nota Louca de Especial!

M – Era uma nota Macanuda!

UB – Com essa nota o aluno até reprovava, rodava como diz o gaúcho:

UB – Queria dizer:  UMA BOSTA!…

Antônio Augusto Fagundes (Nico Fagundes) foi professor, folclorista, músico, criador e apresentador do programa Galpão Crioulo; foi também compositor de músicas como o clássico ‘Canto Alegretense’.

Também resgatava e gravava causos e piadas típicas no meio popular.

 

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A má companhia para pular carnaval…”

A maioria escolheu a vacina para poder ir pular o carnaval; muitos não se vacinaram, outros não quiseram se vacinar. Podem ter escolhido o vírus como par na folia…”

De um visitante aqui do Portal

 

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