É POSSÍVEL UM ANIMAL REZAR? – Pois nossa cachorrinha Brenda reza!

É POSSÍVEL UM ANIMAL REZAR? – Pois nossa cachorrinha Brenda reza!

E DE MÃOS POSTAS…

 

Essa figurinha aprendeu a rezar!

É só alertar:

– Olha o ladrão, começa a rezar!…

Imediatamente, ela posta as patinhas, como alguém implorando pela vida ao ladrão.

 

Ao analisarmos o cotidiano, refletindo sobre até onde o homem é capaz de chegar, somos obrigados a concordar com a filosofia popular de que:

“Assim que vou conhecendo o interior do saquinho de maldades do homem, passo a admirar ainda mais os animais”.

E nos  lembramos da cachorrinha Brenda.

Ela é digna até de orar e contemplar a Deus!

Também, às vezes, parece ser capaz de orar de mãos postas, implorando ao ladrão pela sua vida…

 

As proezas da cachorrinha Brenda

Nossa cachorrinha Brenda é de raça caçadora. Se largá-la no rasto de um bicho, coitado! Enquanto ele não trepar noma árvore, entocar num oco ou buraco de tatu, ala não desiste.

Na primeira vez que ela criou, era dezembro. Precisamos levá-la para o sítio de um saudosos amigo (o Dr. Regis), longe do stress dos foguetes da virada.

Ocorre que o caseiro se descuidou quando pulou um gato do mato nas galinhas.

Não deu outra: a Brenda escapou e mesmo pesada por sua gravidez, saiu à cata do bicho. Rolou coxilhas, palmilhou planícies, atravessou rios a nado e sumiu, lá para outras bandas.

Depois de uns três dias fomos encontrá-la acuando debaixo da árvore que o bicho subiu.

Chegando mais perto, estranhamos uns latidos diferentes…

Ocorre que a cachorra havia criado, nasceram cinco filhos e todos já estavam acuando o gato … seco de sede no galho da caneleira.

 

                                                                   ‘TEM LADRÃO!”

A maior implicância da cachorrinha Brenda é com mulher, moto, cavalo, carroça e gente bebendo água na torneira de frente de casa.

Uma tarde, tomávamos chimarrão com um amigo (Walmor Ghislandi) – que não nos deixa mentir – e a cachorra não parava: corria na entrada de seu espaço, acuava, retornava, punha as patinhas na cerca da porta de onde estávamos e latia desesperada.

O Ghislandi alertou: “tem gente lá na frente!” Nós: “não tem, ela implica com o que passar aí”.

Novamente, ela foi, acuou e voltou. Com as patinhas na cerca, rosnava uma barbaridade.

Quando viu que não iríamos atendê-la mesmo, foi lá acuou demais, voltou, pôs as patinhas na cerca, chegou até rezar de mãos postas (foto) e gritou: “tem ladrão!

Aí fomos, ver era um casalzinho de namorados de amasso debaixo da árvore, ao lado da escada.

 

 

Post original: 17 set 2020 19.00