DEVIDO À COVID-19 NÃO SE DEVE COMPARTILHAR A CUIA DO CHIMARRÃO – Os gaúchos não passam a cuia nem pra china bonita.

DEVIDO À COVID-19 NÃO SE DEVE COMPARTILHAR A CUIA DO CHIMARRÃO – Os gaúchos não passam a cuia nem pra china bonita.

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Foto: Redução de São Miguel Arcanjo, onde jesuítas catequizavam índios guaranis.

 

O chimarrão é uma espécie de chá da erva mate. Sua origem nos remete a um passado bem distante, na região de Foz do Iguaçu e Guaíra, fronteira com o Paraguai. Segundo historiadores, lá foi vista a mais remota roda de chimarrão: nativos tomando Tererê, servido na cuia, utensílio de porongo ou chifre, mas com água fria.

Tornou-se um hábito na Região das Missões/RS (foto acima), e de lá se espalhou para todo o RS e, daí, para várias partes do Brasil. Foi levado por colonizadores do interior do Brasil e CTGs.

 

ALGUNS INFECTOLOGISTAS DIZEM QUE O CHIMARRÃO ATÉ É MUITO BOM DURANTE A PANDEMIA POR SER QUENTE. SÓ NÃO PODE É COMPARTILHAR A CUIA.

Muito gaúcho anda triste, desenxavido. Não pode compartilhar a cuia nem com china companheira, nem com a prenda bonita de vestido de chita.

chimarrão

Hoje esse hábito é muito forte entre os integrantes do tradicionalismo, especialmente dentro do CTG (Centro de Tradições Gaúchas).