SUCESSÃO ESTADUAL: PSD JÁ ESTÁ NA ESTRADA COM PRÉ-CANDIDATOS AO GOVERNO – Ex-governador Colombo é oposição ferrenha ao atual

SUCESSÃO ESTADUAL: PSD JÁ ESTÁ NA ESTRADA COM PRÉ-CANDIDATOS AO GOVERNO – Ex-governador Colombo é oposição ferrenha ao atual

 

COLOMBO É UM DOS PRÉ-NOMES PARA CABEÇA-DE-CHAPA

 

RAIMUNDO COLOMBO JÁ DEFINIU SEU SUCESSOR NO PALÁCIO SC COMO PRINCIPAL ADVERSÁRIO NA BATALHA ELEITORAL DE 2022

Leia o que ele arremessou contra as asas do Comandante Moisés, que também já está em pré-campanha.

Colombo disse ao Blog Olivete Salmória, em Lages:

 “Não adianta o cofre do Governo estar cheio, se a geladeira das pessoas está vazia”, afirma Colombo

Na matéria, a bem informada Jornalista Olivete destaca:

“O Governo de Santa Catarina aumentou mais uma vez, nesta quarta-feira, dia 13/10, o valor usado para calcular o ICMS da gasolina.
“É menos dinheiro no bolso do cidadão e aumento em todos os serviços que utilizam transporte, com destaque para a logística de distribuição de alimentos. É a inflação corroendo o bolso dos catarinenses”, alertou Colombo.
O pedido foi feito na semana passada e já aprovado e publicado nesta quarta, no Diário Oficial da União (https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/ato-cotepe/pmpf-n-37-de-8-de-outubro-de-2021-351916827). Além de gasolina, vão aumentar também o diesel.
“Não adianta o cofre do governo estar cheio, se a geladeira das pessoas está VAZIA. Enquanto o Governo de SC comemora recordes de arrecadação de impostos, a população catarinense e as empresas aqui instaladas seguem enfrentando dificuldades cada vez mais graves”, acrescenta Colombo”.

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Por Eron Portal

 

FOTOS: PSD.ORG.BR

PRESIDENTE MILTON HOBUS TRAZ PRESIDENTE KASSAB A SC PARA DAR LARGADA POR PRIMEIRO

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PELO MENOS O QUE REVELAM ENCONTROS REGIONAIS E O ESTADUAL DESTE FINAL DE SEMANA EM FLORIPA, O PROCESSO VAI SER FUNDADO NA DISPUTA INTERNA.

Nesta sexta (30), o PSD catarinense realizou seu primeiro encontro estadual com vistas às eleições do ano que vem. O destaque foi a presença do presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab.

A decisão foi unânime pela disputa interna entre os nomes postulantes à cabeça da chapa; a decisão também foi de que poderá ser até numa chapa solo.

O PSD de Santa Catarrina deu a largada pela sucessão estadual. Nesta sexta (30), o presidente nacional da sigla, ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, foi a estrela maior da agenda em Florianópolis, onde realizou um encontro- almoço com os correligionários do estado e atendeu a imprensa.

Em seu discurso, Kassab reafirmou que o PSD de Santa Catarina terá candidato ao governo e apontou quatro nomes como opções: o ex-governador Raimundo Colombo, o prefeito de Chapecó, João Rodrigues, o ex-prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes, e a ex-prefeita de São José, Adeliana Dal Pont.

Afirmou ainda que no cenário estadual atual têm condições de disputar a eleição e classificou como “disputa interna sadia” o processo da pré-campanha.

Foi seguro ao dizer que o PSD catarinense terá autonomia na escolha; e que haverá entendimento, mas só “na hora certa”.

No evento, os quatro pré-candidatos à majoritária falaram a uma plateia composta de prefeitos, vereadores e lideranças periféricas da legenda.

Foi num salão do Hotel Faial, no Centro da Capital, onde a cúpula, em discursos breves, pregou a união em torno do nome a ser escolhido pelo partido, através desse projeto.

Cobertura anterior

COLOMBO PARTICIPA DE ENCONTROS DE LIDERANÇAS DO PSD – Ex-governador é pré-candidato a governador e se diz de oposição

ELE JÁ VINHA DIZENDO: “MEU PARTIDO – O PSD – NÃO IRÁ DEIXAR SANTA CATARINA ÓRFÔ

MENSAGEM CENTRAL DO DISCURSO DESTA SEMANA: “Meu propósito é fazer política por missão, não por ambição”

No fim de semana participou de encontros  no Meio Oeste e na Serra, com até 100 participantes e seguindo rigoroso protocolo sanitário. Fez questão de reforçar que antes do projeto político vem a causa”.

Na sexta-feira a agenda foi lideranças regionais e integrantes do partino nas prefeituras do Meio-Oeste, de: Campos Novos, Videira e Fraiburgo.

Na amanhã deste sábado (3) o encontro foi com lideranças do PSD da Serra Catarinense, em Lages, com o objetivo de construir um debate sobre o cenário atual e os projetos do PSD para os próximos anos. O evento contou também com a presença do prefeito de Lages, Antonio Ceron.

O ex-governador insistiu no discurso dos últimos meses, defendendo o papel do PSD como oposição ao atual Governo do Estado.

Fonte de dados: Blog Olivete Salmória (Lages)

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Foto: Olivete Salmória

Entre outros pontos, disse: “Quero discutir a mensagem, mas sempre respeitando o mensageiro. O radicalismo é um erro na política, mas ou temos um projeto político ou estamos no governo”.

Ressaltou ainda a importância de atrair novos nomes e os jovens para a política: “Os partidos políticos no Brasil são uma máquina eleitoral, existem quando tem eleições. Precisamos fazer mais, precisamos ter mais, precisamos que os partidos sejam uma base intelectual da sociedade”.

TRAJETÓRIA

SEU CURRÍCULO RESUMIDO

Raimundo Colombo nasceu no dia 28 de fevereiro de 1955.

Mandatos e cargos públicos:

Secretário dos Comandos Sociais (Gov. JKB);

Supervisor do Governo no Planalto (Gov. JKB);

Deputado Estadual;

Prefeito de Lages por três vezes;

Secretário Geral do PFL/SC;

Presidente do PFL/SC;

Diretor Administrativo da Telesc;

Secretário de Estado do Desenvolvimento Social;

Diretor Presidente da Celesc;

Diretor Presidente da Casan;

Deputado Federal por duas vezes;

Eleito Senador em 2006

Eleito Governador em 2010 e em 2014, as duas vezes no 1º turno.

Aperfeiçoamentos no exterior

Gestão Pública (Alemanha/2008);

Gestão Pública (Estados Unidos/2009);

Comunicação Política (Espanha/2009).

Condecorações:

Condecorado por oito vezes;

Autor do livro “POVO tem rosto, NOME e endereço”.

 

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Em Lisboa, na Embaixada do Brasil, em entrevista que nos concedeu, Bornhausen afirmou, em 1997: ‘”Raimundo Colombo será governador do Estado, é uma questão de tempo”.

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RAIMUNDO COLOMBO: de hábil articulador político, administrador público tocador de obras a mestre em sair de saias justas

Com invejável capital político, o ex-governador não ficará fora das eleições do ano que vem.

Certamente a próxima disputa pelo Governo do Estado será tri-polarizada: entre os grupos do atual Governo, o de Colombo e o de Jorginho Mello.

 

 

 

 

27 de fev. de 2018, às 19:30

Esta viagem à Espanha para mais um curso deve ter sido a última do governador Raimundo Colombo ao exterior. No mês que vem e o mais tardar até o dia 06, vai se desincompatibilizar para disputar uma cadeira no Senado

No Retorno da Europa, o governador terá muito trabalho pela frente e muitos problemas a resolver para arrumar a casa antes de entregá-la.

Além do trabalha para encaminhar os projetos que deixará em andamento e acelerar outros para tentar inaugurar a obra ainda em sua gestão. O hospital em Lages um delas.

Mas o desafio será encaminhar pedidos de recursos em Brasília e garantir novos convênios do FUNDAN com as prefeituras. Isso vai ser fundamental para se fortalecer na eleição.

Ele deve participar da reunião do presidente Michel Temer com os governadores das 27 unidades federação para tratar da segurança e sobre o novo Ministério.

Nessa oportunidade deverá pleitear mais recursos para encaminhar projetos por todo o Estado, através das prefeituras. Quem também deve estar torcendo muito por isso é o deputado estadual Gabriel Ribeiro.

O deputado tem muitas emendas aprovadas que interessam às prefeituras. A da aquisição de implementos para as CROS de Lages e a da Casa do Vime em Bocaina do Sul são dois casos.

Faz aniversário nesta quarta

Nascido em Lages, no dia 28 de fevereiro de 1955, Raimundo Colombo chegou ao ponto máximo que poderia esperar: Governador do Estado.

Colombo, desde piá, foi dado ao bom relacionamento com os que o cercavam. Mas quando criança era o terror na vida do pai e da mãe. Ele me contou que certa vez rolou por debaixo de um caminhão em movimento e saiu ileso do outro lado. Isso causou arrepios em quem estava por perto.

Contudo, foi sempre líder, da escola à juventude. Apesar de um pouco fechado e demonstrando certa timidez, era logo indicado pelos amigos para liderar as coisas.

Foi do grupo de jovens da igreja católica e graças à insistência de amigos aceitou fazer um discurso para o então governador Jorge Bornhausen, no Map Hotel.

Jorge procurava um jovem para participar do seu recém nomeado governador, na época da ditadura militar. Foi eleito indiretamente pela AL, como era a sucessão no Estado naquela época.

Raimundo Colombo ainda teve a missão facilitada pelos amigos que trouxeram enorme platéia de alunos de colégios da cidade para ouvi-lo falar ao governador.

A participação nesse encontro, por determinação do coordenador do pedagógico do Colégio Centro Educacional, Nélvio Costa de Souza, valou como trabalho escolar, representando um ponto na média da nota do bimestre.

O discurso foi o ponto de partida para Colombo ser guindado a Secretário dos Comandos Sociais, por onde passavam as políticas públicas do Estado sobre a juventude.

Em poucos meses já dava as cartas no Palácio de SC. Na época era em frente à Assembleia Legislativa. Percorreu o Estado e ganhou logo a confiança do governador como bom de articulação e de gestão. E em poucos meses foi nomeado Coordenador das Ações do Governo no Planalto.

Novo ciclo

Dos Comandos Sociais às ações para desalojar o PMDB do poder em lages. Raimundo Colombo voltou para Lages para lidar com obras e fazer o que sempre gostou: a boa política.

Tudo começou no dia em que o governador chamou o secretário Colombo e teria dito: “meu rapaz, vai ter de voltar a Lages e ajudar me ajudar a melhorar meu governo em toda a Serra. Vai ocupar a pasta que acabei de criar para coordenar as obras e as ações. Também deve cuidar da política da boa, como sabemos fazer!”

A primeira crise que Colombo enfrentou foi com o Diretório do PDS local. O partido não aceitou a indicação porque preferia Laélio Bianchini Ávila, que já coordenava atividade semelhante, porém menos poderosa.

O fato foi que desceu todo o partido a Florianópolis para uma audiência com o governador. No encontro, de pronto já anunciaram: “estamos renunciando em massa ao Diretório. Não aceitarmos que passem por cima do partido. O senhor e esse guri aí estão pensando o que? Ditadura tem limites!…”

Bornhausen teria dito: “podem deixar a carta de renúncia com a secretária na saída, mas, junto, também deixem o pedido de exoneração dos cargos que vocês ocupam no meu governo”.

Resultado: Colombo tomou posse em Lages com os aplausos de todos, na semana seguinte. Aí começou a carreira bem sucedida de Colombo,  que passou por quase todos os cargos eletivos e executivos, só faltando o de presidente da República.

E as eleições?

Ah! Faltou dizer: Colombo iniciou o trabalho com os órgãos do governo e logo começaram a aparecer os resultados. Então foi buscar o médico Pulo Duarte para prepará-lo como candidato a prefeito.

Venceram a eleição com magros 1.808 votos, num colégio eleitoral de 55 mil votos válidos. Derrubaram meu amigos que admiro muito, o poderoso Juarez Furtado. Ele vai ficar bravo comigo, mas tenho de conta esta. O Juju, como os mais próximos chamavam, gabava-se na campanha dizendo que venceria com mais de 15 mil votos.

E o que dizia era com autoridade. Sei que ele foi um dos maiores prefeitos de Lages. Nos comícios dizia: “vou dar uma lição a essa gurizada. Vou ganhar com mais de 15 mil votos. Ganho até da imprensa, representada por essa rádio Clube e essa TV Planalto. Foi só calor de campanha. Hoje Furtado é amigo de todos da imprensa, mais ainda do pessoal da Clube.

A vitória de Paulo Duarte marcou o fim de um ciclo de 11 anos e iniciou outro que durou mais 11. Até que o então vereador Fernando Coruja deu um tombo no Grupo de Colombo e venceu a eleição com outro vereador de vice: Cosme Polese. Foi uma vitória com pouco mais de 3 mil votos.

Coruja e Décio Ribeiro mandaram oito anos até que Colombo, após duas tentativas, venceu Décio Ribeiro com mais de 35 mil votos e foi reeleito com outro tanto contra Fernando Coruja que foi o adversário na cabeça da chapa.

Colombo se reelegeu prefeito, enregou para seu vice, o saudoso Renato Nunes de Oliveira  e virou senador com mais votos que Luiz Henrique da Silveira, que foi o governador eleito.

De vola a Lages para a eleição municipal ao, seu grupo e o do governador LHS lavaram um tombo, empurrados por Renato Nunes de Oliveira. Esta venceu a maior coligação: Coruja, Colombo, Luiz Henrique e a maior lista de vereadores.

Agora, o Grupo de Colombo voltou à prefeitura com Antônio Ceron. Teve início um novo ciclo político em Lages. E Colombo deve alçar voo como candidato a uma cadeira no Senado. Historicamente, o governador se elege frouxo para o Senado. Ainda quando são duas vagas.

 



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