HISTÓRIAS CURIOSAS E BEM-HUMORADAS DO SUL – O carroceiro e o medo do tiro na testa do seu burro…

HISTÓRIAS CURIOSAS E BEM-HUMORADAS DO SUL – O carroceiro e o medo do tiro na testa do seu burro…

 

O cavalo ou o burro têm de ser sacrificados se quebram uma perna…

 

Sujeito de Lages/SC, seguia com sua carrocinha, puxada por um burrinho, lerdo por demais.

Não muito ‘vaqueano’ para andar no asfalto novo, foi só um descuido e um caminhão bateu em sua viatura, que voou pelos ares!…

Como o atropelador não deu assistência, chamaram a PRF.

Um policial, ao ver o burrinho com as 4 pernas quebradas, descarregou a pistola na testa do pobre.

Olhou para o carroceiro, caído e se torcendo em dor, explicou:

– Esse animal, quando quebra as pernas, tem de ser sacrificado, imediatamente, com um tiro na testa; é para evitar sofrimento…

– E o senhor?

– Como está aí no chão?

– Quebrou alguma perna?

 

ELE:

– Não! Eu tô ótimo!…

 

 

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A inovação ao dar notas de falecimento…

 

Uma emissora de rádio do Sul sempre encerrava a “Hora da Eve-Maria” com notas de falecimento.

Um dia sobrou para o locutor acostumado a fazer o programa dominical “Parabéns Pra Você”, que só falava de aniversários.

Meio contrariado por ter que rezar e ainda por cima dar notas de falecimento, logo na primeira já foi um fiasco…

Veja:

– Comunicamos o falecimento de fulano de tal.

Seus familiares, ainda muito consternados com essa perda, encomendaram esta nota…

 

E encerrou assim:

– PARABÉNS pra você e que esta data se repita por muitos e muitos anos!…

 

 

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PEDINDO A MOÇA EM NAMORO

 

Ao pedir a ‘guria’ em namoro, o pai dela faz perguntas ao pretendente:

– Tem algum vício, como fumar e beber, por exemplo?

ELE:

– Não tenho esses vícios, só fumo e bebo –  informalmente – enquanto jogo…

O PAI DA MOÇA:

– Mas joga muito? 

ELE:

– Só à noite, de segunda a sexta:  sábado e domingo, durmo, descanso e namoro…

 

 

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POR QUÊ?

“LADRÃO DE CINCERRO”

 

O designativo chegou a ser considerado pejorativo e ofensivo ao lageano.

Mas, ao longo da história, virou motivo de orgulho.

Surgiu nos tempos das tropeadas de mulas de São Paulo para o Rio Grande do Sul e vice-versa.

O povoado que deu origem a Lages surgiu devido a ser um ponto estratégico para pouso e descanso dos tropeiros.

Com objetivo de segurar as tropas mais um dia e, daí, faturar mais, os comerciantes de armazéns e botecos ‘ajeitavam’ a gurizada para roubar o cincerro da ‘égua madrinha’ e extraviar as maulas.

Aí os tropeiros teriam passado a chamar o habitante local de ‘ladrão de cincerro”.

Hoje a expressão é motivo de orgulho, pois, afinal, está entre os fatos que deram origem à grande e bela cidade atual.

 



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