CONGRESSO ABRE ATIVIDADES DE 2022 – Desafio: uma pauta de problemas e as demandas de um ano eleitoral

CONGRESSO ABRE ATIVIDADES DE 2022 – Desafio: uma pauta de problemas e as demandas de um ano eleitoral

Foto: Congresso e ebc/div

 

CÂMARA E SENADO TERÃO O PRIVILÉGIO DE ESCOLHER QUAL SOLUÇÃO DIFÍCIL A BUSCAR ANTES

 

Com a presença dos presidentes dos três poderes e dos mais diretos envolvidos na realidade atual, foi realizada ontem (02) a sessão conjunta das casas do Congresso para a abertura dos trabalhos do 1º semestre de 2022.

 

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Vamos a uma reflexão, apenas de forma linear, do que espera pelos integrantes das duas casas do Poder Legislativo.

 

Veja que já no topo da lista estão os problemas econômicos à espera de soluções urgentes do Congresso.

Além dos normais problemas devido à pandemia e o momento atual do mundo, em consequência dela, há uma perspectiva de guerra na Europa.

Isso impactaria no preço do petróleo e atingiria em cheio os países em desenvolvimento, ainda mais frágeis atualmente.

Só para lembrar, como se para complicar, aqui há um clima tenso entre os poderes, e que já vem de 2 anos.

Junto com ele, já corre o calendário de uma eleição nacional com as costumeiras opções da classe política, parlamentares e outros agentes públicos, os quais geralmente põem antes de tudo a fogueira das vaidades e os interesses pessoais.

Está aí, então, outro desafio para os chefes das casas legislativas que terão de gerir conflitos de interesses, portando debaixo do braço o que é prioridade para o País e o cidadão.

Sem contar que em meio a tudo isso há o povo, obrigado a nadar de braçadas no meio da carestia, do desemprego, das catástrofes, da violência crescente e de toda ordem; e ainda uma pandemia sem fim.

Ainda devemos acrescentar aí os reflexos da crise hídrica e agora os efeitos das cheias, que afetam direto os mais fracos.

Portanto, não faltará desafio e trabalho aos chefes legislativos, e com ênfase na pauta do que diz respeito mais diretamente ao povo.

 

 

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 – NO INTERIOR DO HOMEM NÃO HÁ MAIS TEMOR A DEUS

 – Projetos populistas sempre esbarram na questão econômica

 

QUANTO VALE UMA VIDA, HOJE? – Para muitos vale 1,99. E a de um velho, às vezes nem isso!

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NO INTERIOR DO HOMEM NÃO HÁ MAIS TEMOR A DEUS

                      Além da violência crescente, no mundo atual o ter está acima do ser. Há um snobismo desenfreado e a coisificação das pessoas, que já não se importam mais umas com as outras. Pior ainda é que às vezes até vivem juntas, mais por conveniência ou para as aparências

  

Com relação à criminalidade, até bem pouco o homem ainda não era tão cruel. Não matava tanto. Mas não por medo da polícia, da toga ou das grades de uma prisão. Era de medo do fogo do inferno.

Para os dois lados, violência urbana e o egoísmo humano está o fato de que o mundo anda cada vez mais material.

Daí também vem a doença social: um mundo cada vez mais cheio de fantasias, de prazer, de apego à modernidade e de ostentação. É onde o “ter” é mais importante que o “ser”. Nem vida precisa existir. Até em muitas casas não pode haver um sinal de vida sequer. Ninguém pode desarruar as coisas. Tudo precisa estar no lugar, “senão o que é que vão dizer?”

Nesse lado, é um mundo onde as pessoas não se importam mais umas com as outras. Quem tem, vira as costas para quem não tem. Países ricos não querem saber de pobres e de refugiados. Não sabem que os donos do mundo somos todos nós? É uma gana pelo poder e o dinheiro que só a avareza engendra e constrói.

Nem descobrimos que se o pão está duro, o duro é não ter pão. Ninguém se coloca no lugar daquele que arruma comida para o almoço, mas se lembra que daqui um pouco chega a hora da janta! Essas cosias de egoístas também significam desprezo pela vida, à exclusão odiosa e à discriminação infame. Daí que também podem vir novos violentos.

Ninguém deve ser proibido de lutar pelas coisas materiais e pelo dinheiro. Afinal, o mundo é cheio de oportunidades, basta só aproveitá-las bem. Mas, nem por isso vamos passar a vida inteira acumulando riquezas para por embaixo do colchão.

Que tal aplicarmos o excedente na geração de mais oportunidades. Dar graças porque tivemos o privilégio de crescer porque tivemos berço e, consequentemente, mais preparo e conhecimento? Todos nós nascemos com inteligência. O oportunismo e a ganância é que concentram e empobrecem a maioria.

Se cada um se apropriasse do suficiente para viver bem e dar futuro aos seus, sobraria dinheiro no mundo e acabaríamos com a fome em dois toques. Mas, gastamos a metade da vida correndo atrás só do dinheiro e na segunda metade dela gastamos muito dinheiro para recuperar a saúde que perdemos atrás dele. Isso também é desprezo à vida.

Nem percebemos que de nada adiantam mansões se a solidão de uma casa de três ou quatro cômodos é a mesma de uma meia água. Como disse Érico Veríssimo em sua obra Olhai os Lírios do Campo: “De que adianta construirmos arranha céus, se daqui um pouco nem teremos seres humanos para habitá-los?”

Caso não fizermos paradas para nós mesmos, iremos retornar à era das cavernas, onde a força é que predominava. Ou à era dos galhos, quando nem sabíamos que poderíamos pensar. A falta de pensar é que leva à decadência da vida.

Falta dar atenção e conversar com o semelhante. Ouvir suas queixas e se não tiver como resolver de imediato, vamos acolher e caminhar juntos. Ninguém tem tão pouco que não possa repartir nada. O cheque esperança já é alguma coisa e o carinho também alimenta.

Reclamamos quando jogam alimentos no lixo, mas não percebemos que temos o alimento mais nutritivo que existe: o amor ao próximo. Mas ele é o que mais jogamos fora. E das coisas materiais só damos aquilo que estiver sobrando.

Mas o ideal é repartir quando se tem pouco. Melhor ainda se não tivermos ninguém para nos confortar e mesmo assim repartirmos nosso restinho de esperança.

Jesus passava com apóstolos pelo cego que pedia esmola. Um cobrador de César jogou na cestinha três moedas de ouro. A mulher pobre jogou três das menores existentes na época. Ele disse: “as moedas da viúva pobre tiveram muito mais valor. Eram só as que ela tinha!

Ha!

Jesus dividiu até seu último sopro de vida com alguém. Na hora “h” ainda sobrou forças para perdoar mais um que se arrependera!

 

O CUSTO DE UM DESCASO POUCO IMPORTA, O QUE ESTÁ VALENDO É O PREÇO DO EGOISMO, DE UMA BALA OU O DE UMA FACA.

Durante essa pandemia se percebeu que para muitos dos mais jovens pouco importa a vida dos mais velhos e sim a alegria, o prazer, ou seja, a felicidade própria. A rigor, nem mesmo a sua vida vale alguma coisa.

Na luta pelo poder a vida importou mito menos ainda. Tanto que inclusive se realizou uma eleição numa hora inadequada e muitas lideranças até se agridem através de palavras e ações. Só pensam na urna em detrimento da vida.

Durante esta crise da saúde e este perigo por que passa a humanidade a gente percebe como os mais novos tratam os mais velhos. Vimos que prevalece a luta pelo poder, pelo dinheiro e pelos seus interesses pessoais. E que se dane o lado humanitário!

ANTES E HOJE A VISÃO DOS NOVOS É QUASE A MESMA

Naquele tempo e hoje os jovens geralmente veem os velhos como um estorvo, um fardo, uma pilha orgulho, um traste, um caduco, impertinente e implicante… Que só quer chamar atenção. E não é preciso nem lembrar que a juventude trata muito melhor um cão do que um velho. Quiçá de uma criança abandonada!

O velho é bananeira que já deu cacho. Só serve para incomodar e se queixar de dores. Ao passo que o cão serve de parceiro para postar fotos com a gente nas redes sociais. Serve de motivo para desfilar na passarela do cotidiano, enfim, serve para a gente se mostrar.

Confesso que fiquei chocado outro dia ao assistir em rede nacional a um influente apresentador de TV dizer que gosta tanto dos seres humanos quanto dos animais. Gosto muito da Brenda, minha cachorrinha de estimação. Ela come até bife e recebe muito carinho. Agora eu gosto mais é de gente.

BUDA, AINDA JOVEM, TEVE DIFICULDADE PARA ENTENDER QUE TODOS SEREMOS VELHOS UM DIA.

Quando ainda era o Príncipe Sidarta, ficou perplexo a primeira vez em que viu um velho.

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Sidarta Gautama – o Buda – numa das poucas vezes que conseguiu sair dos aposentos e dos estudos de preparação para rei, para um passeio pela cidade, viu um velho pela primeira vez.

O condutor da carruagem (cocheiro) teve muita dificuldade para explicar que uma pessoa frágil, cansada, cabisbaixa e triste, ali na frente, era um velho. “Essa é a situação física a que todos chegaremos um dia”, explicou.

Diante da cena, Sidarta, rispidamente, com raiva e decepção, ordenou que retornassem ao palácio:

– “Vamos embora, de que me adianta a arrogância da juventude, se amanhã serei um desses velhos! Vou para meus aposentos, debruçar-me em meus estudes e ver se encontro alguma fórmula para que, ao chegar ao fim da vida, pelo menos os velhos tenham alegria de viver e de ser um poço de sabedoria”, disse ele.

HOJE EM DIA…

Essa história do Buda serve muito bem para lembrar a você que é de meia idade de que é preciso cuidar dos mais velhos.

Nesta pandemia, os mais jovens estão fora do grupo de risco.

Mas na próxima pode ser que não!…

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VIOLÊNCIA URBANA É OUTRO EXEMPLO DE QUANTO A VIDA ESTÁ DECADENTE

Num final, só num dos bairros de uma das cidades, veja quantos podem ter sido assassinados duas. Até onde irá essa decadência humana? Será que também já virou epidemia a violência das grandes metrópoles? Onde será que vai parar a desvalorização da vida? Ela já vale menos que uma faca ou uma bala!…

Recentemente foi lançado um livro sob o título: O homem mais inteligente da História. A teoria é a de que Ele não cabe na mente humana porque é Deus. Realente Ele está faltando nos lares, entre os casais, entre pais e filhos, entre professores e alunos, enfim, entre toda a humanidade.

É quase certo que os dois assassinatos a que me referi acima ocorreram por motivos fúteis. Estamos perdendo o rumo e não temos mais nenhum temor a Deus. Até bem pouco o homem ainda não era tão cruel. Não matava tanto, mas não por medo da polícia, da toga e das grades da prisão. Era de medo do fogo do inferno.

É que o mundo anda cada vez mais material. Mais cheio de fantasias, prazer e apego à modernidade. É onde o “ter” é mais importante que o “ser”. Nem vida precisa existir. Até em nossa casa não pode haver um sinal de vida sequer. Ninguém pode desarruar as coisas. Tudo precisa estar no lugar, “senão o que é que vão dizer?”

É um mundo onde as pessoas não se importam mais com as outras. Quem tem, vira as costas para quem não tem. Países ricos não querem saber de pobres e de refugiados. Não sabem que os donos do mundo somos todos nós? É a gana pelo poder que só a avareza engendra e constrói.

Nem descobrimos que se o pão está duro, o duro é não ter pão. Coloca-se no lugar daquele que arruma comida para o almoço, mas se lembra que daqui um pouco chega a hora da janta. Essas cosias de egoístas é que levam ao desprezo pela vida, à exclusão odiosa e à discriminação infame.

Ninguém deve ser proibido de lutar pelas coisas materiais e pelo dinheiro. Afinal, o mundo é cheio de oportunidades, basta só aproveitá-las bem. Mas, nem por isso vamos passar a vida inteira acumulando riquezas para por embaixo do colchão.

Que tal aplicarmos o excedente na geração de mais oportunidades. Dar graças porque tivemos o privilégio de crescer por ter berço e, consequentemente, mais preparo e conhecimento? Todos nós nascemos com inteligência. O oportunismo e a ganância é que concentram e empobrecem a maioria.

Se cada um se apropriasse do suficiente para viver bem e dar futuro aos seus, sobraria dinheiro no mundo e acabaríamos com a fome em dois toques. Mas, gastamos a metade da vida correndo atrás só do dinheiro e na segunda metade dela gastamos muito dinheiro para recuperar a saúde que perdemos atrás dele.

Nem percebemos que de nada adiantam mansões se a solidão de uma casa de três cômodos é a mesma de uma meia água. Como disse Érico Veríssimo em sua obra Olhai os Lírios do Campo: “De que adianta construirmos arranha céus, se daqui um pouco nem teremos seres humanos para habitá-los?”

Caso não fizermos paradas para nós mesmos, iremos retornar à era das cavernas, onde a força é que predominava. Ou à era dos galhos, quando nem sabíamos que poderíamos pensar. A falta de pensar é que leva à decadência da vida.

Falta dar atenção e conversar com o semelhante. Ouvir suas queixas e se não tivermos como resolver de imediato, vamos acolher e caminhar juntos. Ninguém tem tão pouco que não possa repartir nada. O cheque esperança já é alguma coisa e o carinho também alimenta.

Reclamamos quando jogam alimentos no lixo, mas não percebemos que temos o alimento mais nutritivo que existe: o amor ao próximo. Mas ele é o que mais jogamos fora. Nós só damos aquilo que estiver sobrando. Quero ver repartir quando temos pouco! Ou sem ninguém para nos confortar e mesmo assim repartirmos o restinho de esperança que tivermos.

Jesus passava com apóstolos pelo cego que pedia esmola. Um cobrador de César jogou na cestinha três moedas de ouro. A mulher pobre jogou três das menores existentes. Ele disse: “as moedas da viúva pobre tiveram muito mais valor. Eram só as que ela tinha!

 

 

 

 

 

 

ERON Portal, Lages/SC – Basta refletirmos um pouquinho que vamos descobrir que os longos projetos populistas ruíram devido à falta de dinheiro para financiar a ineficiência, o desperdício e a corrupção. Esbarraram sempre nas limitações que o próprio sistema cria: a inoperância, a desmotivação para a busca do sucesso pessoal e a falta de qualidade na produção.

Geralmente o populismo prioriza o paternalismo, que é um estímulo à acomodação e até à vadiagem. Desorganiza a coisa pública e leva a uma gastança generalizada.

Ao longo da História, esses projetos chegaram ao fim também por falta de viabilidade econômica ou de sustentabilidade. A rigor, funcionaram muito bem enquanto a propaganda os manteve. No Império Romano a fome foi uma das causas do seu fim: havia tesouros, força militar e vastidão territorial. Faltou comida (o combustível da época) até para o transporte dos exércitos. O método “pão e circo” não foi o suficiente para manter o povo indiferente e calmo.

No projeto de Moisés, depois da travessia do Mar Vermelho, o povo comeu Manah, que nada mais era do que pólen da tamareira, supostamente vindo dos céus. Era encontrado nos rudes tecidos das barracas que o capturava dos ventos. A terra prometida não veio e o povo se dispersou. É um teor bíblico muito importante para reflexão e para reforçar o temor a Deus. Até bem pouco o homem só não foi mais cruel por temer o fogo do inferno, nem tanto por temer a polícia, o juiz e a cadeia.

Em Cuba, o projeto de Fidel Castro foi muito bem enquanto a União Soviética deu a mesada anual. Afinal, a Ilha era uma vitrine comunista no Ocidente. É claro que houve o lado bom: um avanço na Saúde, na Educação e no capital intelectual. Mas, não bastou para sobreviver à influência do livre mercado. Sempre é bom frisar que o ser humano é um inconformado por natureza. Também quer ser feliz, diverti-se, enfim, conseguir a realização pessoal.

Também foi por falta de sustentabilidade econômica que o muro caiu na União Soviética. O projeto era mantido em pé com a força das armas (a URSS era uma prisão) e as ogivas ameaçavam o mundo. Intimidação total através do poderio do Exército Vermelho. No fim, teve de ceder às leias de mercado. Seu lado bom foi que manteve a integridade da Rússia, as reservas e produziu um considerável patrimônio intelectual.

No Brasil, com o projeto do PT, não foi muito diferente. Os custos para manter o pão e circo (tipo Copa do Mundo e Olimpíadas) e os programas miraculosos oferecendo tudo de graça, não tinham a necessária fonte de recursos para financiá-los. Isso, em parte, levou a um déficit monumental nas contas do Governo Central, conseqüentemente, às pedaladas fiscais, um dos itens da fundamentação do pedido de impeachment da Presidenta Dilma.



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