ÚLTIMAS DE ECONOMIA E PREVIDÊNCIA – Vem aí o 14º para aposentados/E mais matérias de seu interesse

ÚLTIMAS DE ECONOMIA E PREVIDÊNCIA – Vem aí o 14º para aposentados/E mais matérias de seu interesse

Alívio no sufoco devido à pandemia e compensação pela antecipação do 13º em 2020/21

Já está aprovada na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados a proposta que estabelece uma espécie de 14º salário excepcional por dois anos.
Essa matéria, na prática, significa criar um 14º salário especial, por conta dos efeitos da pandemia aos segurados de INSS. A Lei ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e se aprovada irá ao Senado.
Veja mais no que divulgou o Uol
“O Projeto de Lei 4367/20, de autoria do deputado Pompeo de Mattos, prevê o pagamento em dobro do abono anual estabelecido em lei, ou seja, dois pagamentos de 13º, limitado ao valor de dois salários mínimos”.
A ideia, segundo o deputado, “é compensar milhões de pessoas que já receberam seus 13° salários e que, no final do ano, não terão mais esses valores para auxiliar nas despesas do final do ano.
Por causa da pandemia, o governo antecipou o pagamento do 13º dos aposentados no ano passado e neste ano. Em 2021, o último pagamento foi em julho.
“Com a pandemia, o Brasil entrou em estado de emergência, e teve a aprovação de um decreto com gasto extra, o auxílio emergencial”, disse.
Fonte: Uol.

 

 

 

 

Dinheiro do PIS/Pasep está disponível na conta/E mais 3 matérias de seu interesse

Caixa informa que mais de R$ 23 bi estão disponíveis a mais de 10 milhões de beneficiários de programas.

 

Dinheiro do PIS/Pasep disponível

Estão parados, à disposição dos participantes do PIS/Pasep, R$ 23,4 bilhões dos programas, disponíveis para saque nas contas de beneficiários. Esse dinheiro beneficia cerca de R$ 10,6 milhões de pessoas, neste momento difícil da economia. O anúncio foi feito pela diz a Caixa Econômica Federal.

Os que tiveram direito a sacar esses recursos são os trabalhadores registrados, de forma legal, entre 1970 e 1988. Os valores poderão ser sacados até 1° de junho de 2025. Após esse prazo, eles serão depositados para uso da União.

A SEGUIR, MATÉRIAS QUE VOCÊ  NÃO PODE PERDER:

SALÁRIOS

Reajustes salariais são abaixo da inflação

E mais aqui do Eron Portal:

 

NOVAS REGRAS PARA APOSENTADORIA DE AUTÔNOMO: ele pode precisar trabalhar mais

Agora os autônomos e microempreendedores individuais que tiverem contribuições pagas em atraso terão que trabalhar um pouco mais para se aposentar.

É que o INSS – Instituto Nacional do Seguro Social – acaba de mudar as regras para a aposentadoria de autônomos, domésticos e microempreendedores individuais (MEIs).

Portanto, a partir de agora, os recolhimentos pagos em atraso por esses contribuintes só entrarão no cálculo do tempo mínimo de contribuição se eles estiverem na qualidade de segurado, isto é, contribuindo com a Previdência.

Até agora a medida só valia para contribuições pagas em atraso a partir do dia 1º de julho de 2020 por trabalhadores que queriam se aposentar com a regra do pedágio de 50% ou com as regras anteriores à reforma da Previdência.

Agora essa mudança aplica a “todos os requerimentos de benefícios pendentes de análise, independentemente da data do recolhimento”.

Para mais informações, é bom procurar o INSS.

 

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CARESTIA

Levantamento de preços indica que cesta básica passa de R$ 700,00 no país.

Aqui o custo nas principais capitais.

O último levantamento do Dieese revela que a cesta mais cara em outubro foi a de Florianópolis/SC (R$ 700,69). Tradicionalmente essa capital é ponta em termos de preço do custo de vida.

A seguida mais cara é a maior cidade do Brasil, São Paulo (com R$ 693,79).

Ainda segundo o estudo, em um ano o preço da cesta básica chegou a subir mais de 30% em todo o país.

Portanto, segundo o Dieese o preço da cesta básica voltou a subir, até outubro, em 16 das 17 capitais pesquisadas, chegando a passar de R$ 700,00 em alguns casos.

Ainda segundo o levantamento divulgado pelo órgão na sexta-feira (5), a mais cara foi a de Florianópolis (R$ 700,69), seguida pelas de São Paulo (R$ 693,79), Porto Alegre (R$ 691,08) e Rio de Janeiro (R$ 673,85).

Já em setembro, o preço ainda não havia ultrapassado os R$ 700,00 em nenhuma das capitais e a  mais cara nesse mês foi a de São Paulo, com 673,45.

Pelo estudo, em um ano o preço da cesta básica sempre subiu em todas as capitais que são base para o levantamento. No ano, os maiores percentuais foram constatados em Brasília (31,65%), Campo Grande (25,62%), Curitiba (22,79%) e Vitória (21,37%).

Esse preço agora, acima de R$ 700,00, quer dizer que para as famílias de baixa renda a cesta básica de alimentos já chega a levar, em média, entre as 17 capitais, 58,35% do salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social (7,5%). Mas há casos de já equivaler a mais de 60% do salário mínimo.

Segundo o Dieese, considerando esse preço da cesta, o salário mínimo necessário deveria ser o equivalente a R$ 5.886,50.

Isso corresponde a 5,35 vezes o piso nacional atual, que é de R$ 1.100. O Dieese explicou ainda que o cálculo é feito levando em conta uma família de quatro pessoas, com dois adultos e duas crianças.

Fonte dos principais dados: publicação do g1.

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RISCO DE DESCONTROLE

INFLAÇÃO DE 2 DÍGITOS PODE CAUSAR EFEITO PSICOLÓGICO E CONTINUAR PUXANDO PREÇOS PARA CIMA.

Atualmente, a alta dos preços, principalmente devido aos dos combustíveis, puxa a inflação para cima e o salário mínimo já perdeu 10,2% da renda em um ano (IFI).

Segundo Relatório de Acompanhamento Fiscal do IFI, publicado pelo Portal Ig Mail, os combustíveis, especialmente a gasolina, são os vilões do IPCA.

Ainda conforme os técnicos o cenário fiscal também piora expectativas do mercado para o ano que vem.

 



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