SÍNTESE DA BIOGRAFIA DO JORNALISTA ERON J SILVA – “SEMPRE TIVE ORGULHO DE MINHAS ORIGENS: DO RIGOR DA ROÇA À LUTA PARA ESTUDAR E AJUDAR A CRIAR OS IRMÃOS”.

SÍNTESE DA BIOGRAFIA DO JORNALISTA ERON J SILVA – “SEMPRE TIVE ORGULHO DE MINHAS ORIGENS: DO RIGOR DA ROÇA À LUTA PARA ESTUDAR E AJUDAR A CRIAR OS IRMÃOS”.

“PARA CHEGAR A JORNALISTA POLÍTICO, SEMPRE ME RESTOU O CAMINHO MAIS DIFÍCIL. MAS, SE FOSSE PRECISO, COMEÇARIA TUDO OUTRA VEZ”.

 

PRIMEIROS DESAFIOS

Revelação pessoal – “Ao longo da minha trajetória houve momentos inesquecíveis, marcantes. Mas dois foram gratificantes: encaminhar os irmãos para estudar e trabalhar e quando passei no Vestibular de Jornalismo em Curitiba”, relembrou.

UMA CARREIRA DEGRAU POR DEGRAU

“Começando lá no sítio, fui de ajudante de trilhadeira e agricultor a estudante no Ginásio, professor municipal, secretário de escala, auditor de estoque na HM, caixa executivo no Banestado, estudante de jornalismo, assessor de programação na Televisão Iguaçu, em Curitiba, supervisor de rádio e a ida para Lages/SC, onde iniciei a carreira jornalística na televisão, como redator e depois em jornais impressos, também como redator, em seguida repórter e colunista político”.

GRATIDÃO

“Não posso deixar de externar minha o quanto sou grato à saudosa Irmã Ângela Bortolotto – in memória – que foi minha professora de Português, nos quatro anos de ginásio. Ela foi quem me ensinou os essenciais segredos da nossa língua.

Também a quem fui subordinado e que também foi minha professora, a Célia Bortolotto Prêmoli. Como o meu pai, ambas também foram culpadas por eu inventar de ser um Jornalista Político”.

CRONISTA DO COTIDIANO COM VISÃO COMUNITÁRIA

“Na minha passagem de 10 anos pela Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Lages, foi onde aprendi a enxergar as aspirações da comunidade, a ganhar traquejo democrático e foi onde conheci a mecânica legislativa e a vida pública como um todo”.

………..

DA ROÇA ÀS CAMPANHAS POLÍTICAS BEM SUCEDIDAS DO PAI, LUIZ JOSÉ DA SILVA.

MINHAS ORIGENS

Saiba por que Eron J Silva se tornou Jornalista político

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MOTIVO DE ORGULHO

“Por razões óbvias, a gente sempre deve se orgulhar das origens. Mesmo que elas sejam as mais humildes possíveis. Não foi por acaso que hoje sou Jornalista Político. Pois desde a infância que respiro a política.

Primeiro, devido à trajetória de meu pai, Luiz José da Silva, em suas campanhas eleitorais vitoriosas. Depois com a profissão que escolhi: a de jornalista nessa área.

Faço relativo sucesso como articulista político porque adquiri bagagem acadêmica e primo pelo zelo no que faço. Não vivo falando bobagens para depois ver acontecer o contrário do que eu digo.

Só que eu garanto que jamais farei tão bem a composição de um texto, uma articulação política ou uma coligação partidária como o meu pai o faria.

Por isso prezo muito minhas origens humildes! Lá sempre fui bem orientado e direcionado para a vida e para a profissão”.

SEMPRE EXISTEM QUEIXAS: UMA DELAS A FALTA DE RECONHECIMENTO

“Só me queixo, porque assim como meu pai, eu também não sou santo de casa que faz muitos milagres. Meu relativo sucesso está vindo lá de fora. Assim como a e ele, meu pai,  que sempre foi mais reconhecido pelos lá de fora.

Meu pai, Luiz José da Silva, ajudou a desbravar a nossa terra e foi o primeiro político eleito para o Legislativo, ainda no tempo de distrito.

Como o mais votado na eleição de município mãe, Santo Antônio do Sudoeste/PR, foi o presidente da Câmara. Lá, uma das suas primeiras lutas foi a da criação do Município: Ampére/PR, minha terra. Ajudou a fundar o povoado e depois a criar o Município.

Foi três vezes vereador, três vezes presidente da Câmara e prefeito na ausência do titular. Mas foi muito pouco o reconhecimento!

Mesmo com toda essa folha de serviços prestados, foi premiado apenas com o nome de uma rua. Ainda porque um generoso vereador ouviu os apelos de nossa família e aprovou o Projeto de Lei que dá seu nome a essa rua.

Com isso concluo que às vezes a gente também precisa deixar Nazaré e ir pregar em Jerusalém para que a mensagem seja ouvida e entendida. Sem contar que ainda podem só olhar nossos defeitos para justificar até mesmo uma crucificação.”

 

O que dizem da gente é o

que tem mais valor.

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Carinho em família .

“Nunca deixo de incentivar a gente do meu círculo familiar. Especialmente meus irmãos e sobrinhos,até por estarem mais próximos.

UM EXEMPLO DE RECONHECIMENTO

Certa noite, visualizei o novo perfil de minha irmã Marlene J Silva, no Facebook.

Meu comentário foi este:

Eu: Minha mana, andas muito gata! Sempre foi bela, mas agora está mais. Por que será? .

Resposta dela

– Este é meu irmão Eron J. Silva. Ele é muito importante pra mim.

 

Agora veja o que minha irmã Marlene  pensa de mim.

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“É, meu irmão! Você sempre cuidando de mim! Mesmo estando longe, sai sempre com uma palavra de carinho! E do seu coração.

Acho que a vida me ensinou a ser cada vez mais leve. Você é um exemplo lindo, por dentro e por fora! Recordo-me. Um dia – eu era ainda muito criança – não tinha meu material escolar! Lembro que a freira Virgínia – era minha professora – ainda no primeiro ano de aula. Ela me perguntou: você só tem este caderno?! Eu: sim, só esse!

Ela falou contigo! Não sei com que dificuldade, você deu um jeito e me deu todo o material. E tudo com as capas de plástico cor-de-rosa! Inclusive um caderno grande de desenho! E o de pauta para caligrafia, também!

Fiquei tão feliz que até chorei… Pensa, eu que tinha uns 7 anos! Nunca me esqueci disso, além de tantas outras cosas, como me emprestar sua sacola (mochila da época) para eu levar meu material!…

Um dia esqueci meu copinho (que também era rosa) e na hora do recreio você o levou pra eu tomar o chocolate que eles serviam!

Coisas simples, mas que pra mim tem tanto valor… E tem muito mais!… Quando você veio embora pra Curitiba! Aí eu já era uma menina. Você mandava uns pacotinhos, que era um mel! Dizia pra mãe me dar, que era bom pois eu desde cedo tive muitos problemas! Mais tarde, trouxe-me pra Curitiba. Desde sempre me protegendo!

Pra você que agora é jornalista e um belo ser humano, talvez (garanto) que nem sobre tempo para lembrar! Mas está aí mais uma historia!

Trago comigo muitas coisas boas de você. Isso não tem preço. Te amo meu irmão! Pra sempre! Grande beijo no se coração.

SUOR DO ROSTO E DO CORPO TEM CHEIRO DE DIGNIDADE!

 

“Meu primeiro trabalho remunerado: colheita milho, de feijão e ajudante de trilhadeira”.

Diz Eron J Silva: um bom vídeo esse aí, para eu ver no dia do meu aniversário. O duro trabalho da roça que fazíamos com alegria como o pessoal aí.

“O trabalho de “quebrar milho”, como no vídeo acima, talvez seja um dos trabalhos mais penosos que existe. Fere e logo faz sangue nas mãos, porque a palha é uma espécie de lixa e a poeira causa uma alergia danada.

Plantar e colher foi uma das minhas primeiras atividades como trabalhador rural. Mas sempre fiz meu trabalho com alegria e esmero, como o pessoal aí do vídeo.

Na época, eu trabalhava de dia e estudava à noite. Motivo para eu ter muito orgulho das minhas origens. Sempre fiz questão de revelar isso.

Foi onde ajudei a mãe, Dona Santina, e o irmão Amadeu, a plantar e colher para alimentar os outros oito irmãos. Tempos difíceis…tendo em vista a doença do pai, Luiz José da Silva.

Também já revelei aqui o meu primeiro trabalho remunerado: ajudante de trilhadeira. Essa é a máquina rudimentar que debulha milho, feijão e arroz.

 

TAMBÉM MALHEI FEIJÃO A MANGUÁ

Esse trabalho aí é a mais rudimentar forma de se debulhar feijão (malhar): o tradicional Manguá. Também pode se realizar o serviço usando as patas de um cavalo. Coloca-se um garoto montado para dar rédeas no animal e andar em circulo. O arroz a gente batia com os macinhos em uma tábua sobre uma lona.

 

“MEU PRIMEIRO TRABALHO REMUNERADO”

 

Trilhar milho é um dos trabalhos mais penosos, devido à alergia que a poeira de sua palha provoca. Pois esse foi o primeiro trabalho remunerado que o jornalista Eron J Silva, aqui do Portal,  já fez. Uma das suas primeiras tarefas remuneradas foi a de ajudante de trilhadeira. Com parte do dinheiro ganho, adquiria o material escolar para si próprio e para os irmãos.

Nossa homenagem ao colono tradicional que mantém viva a produção artesanal : 28 de julho. 

A CONQUISTA DO ALIMENTO

“Para ajudar a alimentar os irmão minha árdua missão era plantar e colher para ajudar a mãe a criar os irmãos. Foi na ausência do pai, Luiz José da Silva, que durante 10 anos viveu às voltas em busca da recuperação da visão.

O valor auferido com a tarefa de ajudante de trilhadeira, também aplicava em alimentos que não vinham diretamente da roça, em material escolar e em agasalhos para os irmãos pequenos enfrentar o frio na ida à escola”.

AS TEMPESTADES DA VIDA

“Sempre digo que toda vez que olhamos para uma árvore, logo percebemos que quanto mais alta e frondosa ela for, mais profundas e poderosas são suas raízes. É porque a natureza a dota da resistência necessária para enfrentar os ventos e as tormentas.

Assim também é com a gente: quando começamos cedo a assumir responsabilidade, mais firmes seguiremos em frente, enfrentando as tempestades da vida.

Essas lembranças acima me confortam e me dão ânimo para continuar minha caminhada. Foi por isso que encontrei forças para tirar de letra as dificuldades e hoje sou jornalista.

Talvez sem uma origem tão singular eu não pavimentasse tão facilmente meu caminho rumo à Universidade, de onde dei o salto que queria, até a profissão de jornalista.

Boas lembranças, também, para eu celebrar todo ano o dia do jornalista: 7 de abril, e, se Deus quiser, mais um aniversário, em 30 de janeiro.

 

As citações preferidas de 

Eron J. Silva

A profissão de jornalista é apaixonante. Além da satisfação de servir que ela traz, às vezes ela é a última instância a que o cidadão recorre para tentar reparar uma injustiça.

Nereu Ramos disse: “o Jornalismo, todos os dias, ajuda a clarear as consciências

Eron J. Silva

O clipe abaixo bem que eu poderia adotar como a trilha musical para minha vida.

Muitas canções são especiais pra mim. Porém, a deste clipe é a minha preferida.

Veja mais : http://eronportal.com.br/minhas-origens-saiba-por-que-virei-jornalista-politico