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UM DESAFIO DA ENGENHARIA À NATUREZA – A construção da estrada da Serra do Rio do Rastro uma das maravilhas feitas pelo homem.

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NOS TEMPOS DAS TROPEADAS O SERRANO LEVAVA CHARQUE E COURO PELA TRILHA DE CHÃO BATIDO E TRAZIA SAL, AÇÚCAR, FARINHA
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APOSTA AQUI DO PORTAL: FLAMENGO SERÁ CAMPEÃO NA 34ª RODADA – Que tal por o time do Jesus no lugar da seleção do Tite nas Eliminatórias?

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VEJA PARTE DA HISTÓRIA DA CONSTRUÇÃO DA ESTRADA CORVO BRANCO/sc – “Estamos tingindo de preto as asas brancas do corvo”.

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UM SONHO DA SERRA DO RIO DO RASTRO – UM TELEFÉRICO LIGANDO SIDERÓPOLIS AO MIRANTE DE BOM JARDIM..

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OBRAS DAS RODOVIAS CATARINENSES TEM AS DIGITAIS E AMIN – BR 282 e Esterada da Serra do Rio do Rastro foram seus desafios.

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A MULHER NA POLÍTICA – A força da bancada do batom continua em alta em Santa Catarina.

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SÍNTESE DA MINHA BIOGRAFIA: SEMPRE TIVE ORGULHO DE MINHAS ORIGENS – Do rigor da roça à luta para estudar e ajudar criar os irmãos.


foyoo
Esta postagem foi publicada em 11 de abril de 2019 Administração, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

SEMPRE ME RESTOU O CAMINHO MAIS DIFÍCIL. MAS, SE FOSSE PRECISO, COMEÇARIA TUDO DE NOVO.

Ao longo da minha trajetória houve momentos inesquecíveis, marcantes. Como encaminhar os irmãos para estudar e trabalhar e quando passei no Vestibular de Jornalismo em Curitiba.

Começando lá no sítio, fui de ajudante de trilhadeira e agricultor a estudante no Ginásio, professor municipal, secretário de escala, auditor de estoque na HM, caixa executivo no Banestado, estudante de jornalismo, assessor de programação na televisão, supervisor de rádio e a vinda a Lages, onde iniciei a carreira na televisão e em jornais impressos como redator e produtor.

Não posso deixar de externar minha gratidão à saudosa Irmã Ângela Bortolotto – in memória – que foi minha professora de Português nos quatro anos de ginásio e me ensinou os essenciais segredos da nossa língua.

Também a quem fui subordinado e também minha professora, Célia Bortolotto Prêmoli. Assim como o meu pai, ambas também as professoras também foram culpadas por eu inventar de ser um Jornalista Político.

Na passagem de 10 nos pela Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Lages foi onde aprendi a enxergar as aspirações da comunidade, a ganhar traquejo democrático e onde conheci a mecânica legislativa e a vida pública como um todo.

………..

DA ROÇA ÀS CAMPANHAS POLÍTICAS BEM SUCEDIDAS DO PAI, LUIZ JOSÉ DA SILVA.

MINHAS ORIGENS – Saiba por que virei Jornalista político

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A gente sempre deve se orgulhar das origens. Não foi por acaso que hoje sou Jornalista Político.

Desde a infância que respiro a política. Primeiro, devido à trajetória de meu pai, Luiz José da Silva, e suas campanhas eleitorais vitoriosas. Depois com a profissão que escolhi: a de jornalista nessa área.
Faço relativo sucesso como articulista político porque adquiri bagagem acadêmica e primo pelo zelo no que faço. Não vivo falando bobagens para depois ver acontecer o contrário do que eu digo.
Mas eu garanto que jamais farei tão bem a articulação de um texto sobre política ou uma composição partidária como o meu pai o faria. Por isso que tenho orgulho de minhas origens humildes! Lá sempre fui bem orientado e direcionado para a vida e para a profissão.
Só me queixo porque assim como meu pai, eu também não sou santo de casa que faz muitos milagres. Meu sucesso atual está vindo lá de fora. Assim como e ele que sempre foi mais reconhecido pelos lá de fora.
Meu pai ajudou a desbravar a nossa terra e foi o primeiro político eleito para o Legislativo, ainda no tempo de distrito. Como o mais votado na eleição de município mãe, Santo Antônio do Sudoeste/PR, foi o presidente da Câmara. Uma das suas primeiras lutas foi a da criação do Município: Ampére/PR.
Ajudou a fundar nossa terra, a criar o Município, foi três vezes vereador, três vezes presidente da Câmara e prefeito.

mas foi muito pouco o reconhecimento!
Mesmo com toda essa folha de serviços prestados, foi premiado apenas com o nome de uma rua. Ainda porque um generoso vereador ouviu os apelos de nossa família e aprovou o Projeto de Lei.
Às vezes a gente também precisa deixar Nazaré e ir pregar em Jerusalém para ser ouvida e entendida a nossa mensagem. Sem contar que ainda podem só olhar nossos defeitos para justificar uma crucifica

 

O que dizem da gente é o

que tem mais valor.

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Carinho em família .

Nunca deixo de incentivar a gente do meu círculo familiar. Especialmente meus irmão e sobrinhos.

Certa noite, visualizei o novo perfil de minha irmã Marleni J Silva, no Facebook. Meu comentário foi este:

Eron J. Silva Minha mana anda muito gata! Sempre foi bela, mas agora tá mais. Por que será? .

Resposta dela

Marleni J Silva  – Este é meu irmão Eron J. Silva. Ele é muito importante pra mim.

 

Agora veja o que minha irmã Marleni  pensa de mim.

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É meu irmão! Você sempre cuidando de mim! Mesmo estando longe, sai sempre com uma palavra de carinho! E do seu coração. Acho que a vida me ensinou a ser mais leve. Você é um exemplo lindo, por dentro, e por fora também! Lembro um dia – eu era ainda muito criança – não tinha meu material escolar! Lembro que a freira Virgínia! Era minha professora, ainda no primeiro ano de aula, ela me perguntou: você só tem este caderno?! Eu: sim, só esse! Ela falou contigo! Não sei com que dificuldade, mas deu um jeito e me deu todo o material.

E tudo com as capas de plástico cor-de-rosa! Inclusive um caderno grande de desenho! E o de pauta para caligrafia, também! Fiquei tão feliz que até chorei… Pensa, eu que tinha uns 7 anos! Nunca me esqueci disso e de tantas outras cosas, como me emprestar sua sacola (mochila da época) para eu levar meu material!… Um dia esqueci meu copinho (que também era rosa) e na hora do recreio você o levou pra eu tomar o chocolate que eles serviam! Coisas simples, mas que pra mim tem tanto valor… E tem muito mais!… Quando você veio embora pra Curitiba! Aí eu já era uma menina.

Você mandava daqui uns pacotinhos, que era um mel! Disse pra mãe me dar, era bom, pois eu desde cedo tive muitos problemas! Mais tarde me trouxe pra Curitiba. Desde sempre me protegendo! Pra você que agora é jornalista e belo ser humano, talvez (garanto) que nem sobre tempo para lembrar! Mas está aí mais uma historia ou estória! Trago comigo muitas coisas boas de você. Isso não tem preço. Te amo meu irmão! Pra sempre! Grande beijo no se coração.

Meu primeiro trabalho remunerado: colheita milho e feijão e ajudante de trilhadeira.

Eron J. Silva  – Um bom vídeo esse aí, para eu ver no dia do meu aniversário. O duro trabalho da roça que fazíamos com alegria como o pessoal aí.

O trabalho de “quebrar milho”, como no vídeo acima, talvez seja um dos trabalhos mais penosos que existe. Fere e logo faz sangue nas mãos porque a palha é uma espécie de lixa e a poeira causa uma alergia danada. Plantar e colher foi uma das minhas primeiras atividades como trabalhador rural. Mas sempre fiz meu trabalho com alegria, como o pessoal aí do vídeo.

Na época, eu trabalhava de dia e estudava à note. Mas tenho muito orgulho de minhas origens. Sempre fiz questão de revelar isso. Foi onde ajudei a mãe, Dona Santa, e o irmão Amadeu, a plantar e colher para alimentar os oito irmãos. Tempos difíceis….tendo em vista a doença do pai, Luiz José da Silva. Também já revelei aqui o meu primeiro trabalho remunerado: ajudante de trilhadeira. É a máquina rudimentar que debulha milho, feijão e arroz.

Esse trabalho aí é a forma mais rudimentar de se debulhar feijão: o tradicional Manguá. Também pode se realizar o serviço com as patas de um cavalo. Coloca-se um garoto montado para dar rédeas ao animal e andar em circulo. O arroz a gente batia os macinhos em tábuas sobre a lona.

 

Trilhar milho é o trabalho mais penoso devido a alergia que a poeira que sua palha provoca. O jornalista Eron J Silva, aqui do Portal,  já fez este trabalho. Uma das suas primeiras tarefas remuneradas foi a de ajudante de trilhadeira. Nossa homenagem ao colono tradicional que mantém viva a produção artesanal : 28 de julho. 

O valor auferido com essa tarefa, eu aplicava em alimentos que não vinham da roça, em material escolar e em agasalhos para os irmãos pequenos enfrentar o frio na ida à escola.

Sempre digo que toda vez que olhamos para uma árvore, logo percebemos que quanto mais alta e frondosa ela for, mais profundas e poderosas são suas raízes. É porque a natureza a dota de resistência necessária para enfrentar os ventos e as tormentas.

Assim também é com a gente: quando começamos cedo a assumir responsabilidade, mais firmes seguiremos em frente enfrentando as tempestades da vida.

Essas lembranças acima me confortam e me dão ânimo para continuar minha caminhada. Foi por isso que encontrei forças para tirar de letra as dificuldades.

Talvez sem uma origem tão singular eu não pavimentasse tão facilmente meu caminho rumo à Universidade, de onde dei o salto que queria até a profissão de jornalista.

Boas lembranças, também, para eu começar celebrar o dia do jornalista, em 7 de abril, e mais um aniversário em 30 de janeiro.
Minhas citações no Facebook

Eron J. Silva A profissão de jornalista é apaixonante. Além da satisfação de servir que ela nos traz, às vezes é a última instância a que o cidadão recorre para tentar reparar uma injustiça. Nereu Ramos disse: “o Jornalismo, todos os dias, ajuda a clarear as consciências

Eron J. Silva O clipe abaixo bem que eu poderia adotar como a trilha musical para minha vida.

Muitas canções são especiais para mim. Porém, a deste clipe bem que poderia ser a trilha musical de minha vida.

Veja mais : http://eronportal.com.br/minhas-origens-saiba-por-que-virei-jornalista-politico


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Coluna Eron J. Silva



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