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UM DESAFIO DA ENGENHARIA À NATUREZA – A construção da estrada da Serra do Rio do Rastro uma das maravilhas feitas pelo homem.

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NOS TEMPOS DAS TROPEADAS O SERRANO LEVAVA CHARQUE E COURO PELA TRILHA DE CHÃO BATIDO E TRAZIA SAL, AÇÚCAR, FARINHA
AS BEM HUMORADAS DO FUTEBOL: SELEÇÃO “EMPATITE” SÓ GOLEIA DE 1 A 1 – E nosso craque Neymar só participa da largada.

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PARECE O COPERSUCAR DO ÉMERSON FITTIPALDI: QUASE SÓ PARTICIPAVA DA LARGADA E SÓ ESTEVE EM DOIS PÓDIOS EM CINCO ANOS. Seleção
APOSTA AQUI DO PORTAL: FLAMENGO SERÁ CAMPEÃO NA 34ª RODADA – Que tal por o time do Jesus no lugar da seleção do Tite nas Eliminatórias?

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MÍDIA ESPORTIVA APOSTA QUE VIRA CAMPEÃO  NA 35ª RODADA. MAS, A CONTINUAR ESSE ANDOR DO JESUS SERÁ ANTES... Quem sabe colocamos
VEJA PARTE DA HISTÓRIA DA CONSTRUÇÃO DA ESTRADA CORVO BRANCO/sc – “Estamos tingindo de preto as asas brancas do corvo”.

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ESSA CONSTRUÇÃO FOI MAIS UM DOS DESAFIOS DA ENGENHARIA À NATUREZA. ELA PASSA POR UM SANTUÁRIO ECOLÓGICO DE GRÃO PARÁ.
FÓRUM PARLAMENTAR/SC FOI À ANTT DISCUTIR CONCESSÃO DA 101 – Amin e FECAM integraram essa comitiva.

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O senador Esperidião Amin participou da reunião do Fórum Parlamentar Catarinense com a Diretoria da ANTT, em Brasília. Objetivo foi
UM SONHO DA SERRA DO RIO DO RASTRO – UM TELEFÉRICO LIGANDO SIDERÓPOLIS AO MIRANTE DE BOM JARDIM..

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PENSADO NO GOVERNO CATARINENSE PASSADO, O PROJETO INTERESSOU A INVESTIDORES EXTERNOS. MAS AGORA ESTÁ FORA DA PAUTA DO TURISMO DE
OBRAS DAS RODOVIAS CATARINENSES TEM AS DIGITAIS E AMIN – BR 282 e Esterada da Serra do Rio do Rastro foram seus desafios.

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GOVERNADOR POR DUAS VEZES, O ATUAL SENADOR ESPERIDIÃO AMIN SEMPRE FOI UM APAIXONADO POR RODOVIAS. DESDE OS TEMPOS DE SECRETÁRIO
A MULHER NA POLÍTICA – A força da bancada do batom continua em alta em Santa Catarina.

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URUPEMA - NA SERRA CATARINENSE - DEVE SER O MUNICÍPIO COM A MAIOR BANCADA FEMININA. São quatro as vereadoras que estão

PROVA DE FOGO DOS NOVOS GOVERNADORES – E fenômenos de votos administrarão dívidas bilionárias e gerenciarão crises.


Mapa votos governador
Esta postagem foi publicada em 9 de janeiro de 2019 Administração, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

Com exceção de Santa Catarina porque a novidade tem experiência na vida pública, o modelo do Estado é exemplo e a dívida não é tão agrande, os demais irão penar no primeiro ano.

 

Governador Carlos Moisés já pôs a mãos na massa

As surpresas das urnas de outubro passado deverão fracassar, com exceção de Sanda Catarina, Estado onde se o governo não atrapalhar já estará ajudando.

Nos três estados onde o vencedor também foi surpresa é possível o insucesso, não por por culpa dos governadores,  mas pela situação em que se encontram os Estados: desordem absoluta, violência crescente, dividas bilionárias (em um deles beirando a meio trilhão) e terra arrasada.

Os novos inquilinos do Palácio no Rio, Minas e Rio Grande do Sul, podem ser umas sumidades em tudo, mas enfrentarão missões quase impossíveis e não tem experiência prática em gestão pública, nem muito traquejo para lidar com jogo de interesses e com crises.

Como esperamos o bem das populações destes estados, gostaríamos de errar feio nesta avaliação e que na prática as novas gestões nos desmintam. Só que a vivência e a experiência que já adquirimos ao acompanhar 22 eleições nos últimos 40 anos nos dão condições de informar que em todas as renovações fora do normal, com verdadeiras ondas de votos, quatro anos após houve o retorno ao voto pés no chão.

Não somos mensageiros do caos, nem aves de mau agouro, mas há tudo para que já no 2º semestre do ano que vem estejamos assistindo ao resultado de tudo ruas: greves, protestos, incendiários do quanto pior melhor, mais atrasos de salários e dívidas cada vez mais crescentes inviabilizando a coisa pública. Oxalá que depois da tempestades realmente venha a bonança!

Aí o leitor pode perguntar: por que em Santa Cataria, onde ocorreu a maior surpresa para o Governo do Estado e onde o presidente eleito Jair Bolsonaro obteve a maior vitória não haverá caos?

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Certamente haverá turbulências, só que duas coisas farão a diferença: o novo governador tem experiência prática em gestão pública e o setor produtivo do Estado é modelo para o Brasil. Nesse estado tudo anda até sem governo porque em regra geral eles só atrapalham, emperram tudo e desperdiçam dinheiro.

É um estado cujo modelo e as pessoas formam seu maior patrimônio. É assentado em quatro pilares principais e bem robustos: sistema produtivo baseando em cooperativas e nas agroindústrias; equilíbrio na ocupação demográfica; descentralização universitária; e forte presença da empresa individual. Portanto, é onde o estado caminha com as próprias pernas e se os governos não atrapalharem já estarão fazendo sua parte.

Tanto é verdade que em toda parte que se prometeu reduzir a máquina, inclusive no Governo Federal, houve gritaria e o bem intencionado que desejava corrigir as coisas se obrigou a recuar. Em, Santa Catarina o Comandante Moisés prometeu reduzir de 15 para 10 as secretarias e extinguir 20 secretarias regionais e o fez. Não houve nenhuma vaia e sim até alguns aplausos, porque o povo tem vida própria. Isso também explica porque Bolsonaro obteve nesse estado seu maior índice eleitoral.


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Coluna Eron J. Silva



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