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UM DESAFIO DA ENGENHARIA À NATUREZA – A construção da estrada da Serra do Rio do Rastro uma das maravilhas feitas pelo homem.

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BRASILEIRA DIZ QUE NO IRAQUE, PAÍS EM GUERRA, NÃO CORRE O RISCO DE ASSALTO E ESTUPRO – Segurança, o novo desafio dos atuais prefeitos


ceron
Esta postagem foi publicada em 20 de abril de 2018 Destaques 4, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo.

Brasileira que trabalha no Iraque, País em gerra há 10 anos, diz que lá não corre o risco de ser assaltada ou estuprada. Veja logo adiante, o que diz a farmacêutica Bárbara Oliveira, que trabalha numa ONG francesa, naquele País.

Então, no Brasil morre mais gente na violência urbana que nas guerras.

Prefeitos devem atentar para o fato da violência nas grandes cidades. As cidades de porte médio serão as preferidas para se viver, estudar, trabalhar e ganhar dinheiro. Vem aí uma nova oportunidade: o crime vai expulsar as pessoas de bem das metrópoles.

O enorme desafio dos prefeitos, independentemente do tamanho da cidade, é com a segurança daqui para a frente. A tendência é aumentar a violência nas cidades e no campo. Já está morrendo mais gente em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, do que no Iraque, País que está em guerra há mais de 10 anos.

Guerra entre líderes do tráfico, assassinato de policiais, balas perdidas, assaltos, estupros e violência no trânsito são fatores que decretam a escalada da violência urbana.

A brasileira Bárbara Oliveira, uma farmacêutica que trabalha numa ONG francesa no Iraque, disse que lá ela corre o risco de uma fatalidade de cair uma bomba onde estiver, ou pisar em minas deixadas pelo Estado Islâmico e ela explodir em seus pés; ou estar perto quando terroristas praticarem um tentado. Mas isso ocorre só quando alguém estiver no lugar errado na hora errada. Contudo, não corre o risco de ser assaltada, estuprada. Certamente lá também a Bárbara não deverá ser atropelada por um motorista bêbado ou por alguém que sofre de ataque epilético e mesmo assim a corrupção facilita a certeira de habilitação.

Ela disse isso à reportagem especial da Band News para explicar como tranquilizou a família de que trabalhar no Iraque em atendimento humanitário não era o fim do mundo. Quando comunicou à família que a próxima missão na ONG seria no Iraque, foi um choque. Mas, ainda que tenha tido dificuldade, mas que convenceu de que estaria segura, também temia o perigo, é claro. Mas, são perigos em situações diferentes.

O problema da violência urbana aqui no Brasil pode se agravar é porque há uma legião de brasileiros que tem renda mínima oferecida pelo poder público, mas que daqui um pouco pode não haver mais recursos para financiá-la. Então essa deve ser uma preocupação de todos nós. A tendência é as pessoas excluídas passem a sobreviver financiadas pelo crime, assaltando, estuprando ou vendendo mercadorias roubadas. Creio que este seja um problema que precisa ser assumido também pela Sociedade (cada um de nós) que deve começar a pensar em assumir responsabilidades com as pessoas excluídas que cada vez mais se sentirão sem futuro.

Outros fatores que poderão contribuir para o agravamento da situação é que tanto o estatuto da criança e do adolescente como o crescimento de adolescentes que não poderão não ter oportunidade de futuro. Podem enveredar para o crime. A modernidade cria necessidades todo dia. Não é mais como antigamente que o sujeito passava sem muita coisa porque não havia muita pressão social nem sonhos de consumo.

Mais uma preocupação que os  próximos mandatários que se elegerão em outubro e que tomarão posse em janeiro. Também para os atuais prefeitos que deverão discutir com muita atenção. As cidades de porte médio serão as preferidas pare se viver, estudar, trabalhar e ganhar dinheiro.

……………

Lages sediou Congresso Catarinense de Cidades Digitais.

Longe dos problemas da violência urbana das cidades grandes, porém com um assunto que poderá ajudar no combate ao crime, foi tema de Congresso que atraiu mais de 300 técnicos de outros sete Estados: Cidades Digitais.

PREFEITOS ESTIVERAM LIGADOS.

Um dos prefeitos desta nova safra que poderão se destacar é o de São Joaquim, Giovani Nunes. Não foi à toa que ele está representando a Amures e a Federação Catarinense de Municípios – FECAM – no 3º Congresso Catarinense de Cidades Digitais.

O evento foi aberto nesta quinta-feira (19), no Órion Parque Tecnológico, em Lages. Objetivo: discutir sobre inovação, desenvolvimento e modernização dos serviços públicos através de investimentos em tecnologia.

A programação irá até final da tarde de sexta-feira (20), o Congresso Catarinense de Cidades Digitais vai receber em torno de 300 profissionais de 100 municípios. Segundo dados apresentados no evento, em torno de 80% dos municípios brasileiros tem menos de 50 mil habitantes e estão à margem de métodos de inovação em seus setores públicos.

ANEXO

Veja mais no conteúdo repassado pela Amures, através do Assessor de Imprensa, Onéris Lopes:

O Congresso de Cidades Digitais recebeu representantes de sete Estados, como Paraná, São Paulo, Ceará, Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro participam do evento para conferir modelos em andamento nos municípios de Santa Catarina e como as Tecnologias da Informação e Comunicação podem melhorar os diversos setores nas cidades.

O prefeito de Lages Antônio Ceron deu as boas-vindas aos participantes, na abertura do evento. No início da tarde desta quinta-feira, o case de inovação de Lages, foi abordado pelo vice-prefeito Juliano Polese, seguido pelo diretor Executivo do Órion, Claiton Camargo, explanando sobre o Centro Tecnológico da Serra.

Ele falou sobre o novo perfil de Lages no âmbito de fomento do processo de tecnologia e apresentou, ainda, estatísticas do município apontadas no caderno Lages em Números, elaborado pelo Sebrae.

Opinião do SITE eroportal.com.br

Nós aqui do Portal apostávamos tudo na renovação e na qualidade da atual geração de prefeitos.  O de São Joaquim é um dos principais. Único reparo a ser feito nos novos prefeitos é que a maioria se acha celebridade, estrela ou ser que está acima dos mortais.

Eu tenho 39 anos de jornalismo político. Dificilmente há uma obra ou ação importante desta região que não tenha minhas digitais nas lutas de estímulo os políticos e governos para suas realizações.

Tenho uma página política em jornal impresso há 32 anos. Agora aqui no SITE meu trabalho já é fenômeno de mídia, dizem: o painel de controle de visitas do provedor e alguns publicitários que, por força da atividade, tem acesso aos dados. Há dias que são mais de 10 mil notificações aqui. Digo isso acima não como auto propaganda, mas só para lembrar que a gente não é mais apenas um operário da comunicação. Com todo o respeito pelos operários.

Já fui a São Joaquim para saber do prefeito o que pretende inovar no turismo. Até porque acho aquela cidade um charme e de enorme potencial. Voltei sem entrevistá-lo, pois fui pela manhã e quem encontrei lá, por acaso, disse-me que ele viajara às pressas.

Não me dando por satisfeito, já liguei umas cinco vezes. Prometeram retorno e nada. Apenas recebi mensagem dizendo que o prefeito está à disposição. Mas como? Se não se consegue marcar dia e hora?

Então, enviarei agora por aqui o que mais me interessava sobre esse prefeito: convidá-lo para ser homenageado como prefeito revelação, no meu evento de 1º de junho próximo, em comemoração aos meus 32 anos de coluna política.

A escolha se deu com base no que sai no SITE São Joaquim Online, no que busquei por telefone em sua cidade, através do SITE da AMURES, nas reuniões de prefeitos e informações de colegas seus. Por ele, não seria nem lembrado, pois demonstra ser uma pilha de orgulho e arrogância,


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Coluna Eron J. Silva



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