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O HOMEM DEVERIA APRENDER MAIS COM OS ANIMAIS – Estes amam e não abandonam o semelhante. Até morrem por ele, se for preciso.

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Homem constrói muros e fecha portas para excluídos. Excluídos por culpa dele mesmo. Não dá ouvidos a fugitivos de desastres
AS BEM HUMORADAS DO FRIO NO ERON PORTAL – Escolheu morar no Sul, então aguenta o repuxo!

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FRIO CHEGOU ÀS SERRAS GAÚCHA E CATARINENSE – Nos pontos mais altos já está abaixo de zeroºC. – Urupema/SC virou quase um freezer no Morro das Torres. Pode nevar lá hoje.

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Começou a chover a partir das 4 da manhã em Lages. É esperado muito vento nesta manhã. Mesmo com um inverno
CÂMARA DE VEREADORES DE LAGES/SC APROVA LEI REVOLUCIONÁRIA – Marido que bater na mulher pode ter uma pena a mais.

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QUANDO ESTOURAR A NOVA LAVA JATO SERÁ UM DEUS ACUDA – Lava Câmbio e Lava Prato Feito são munições de uma bomba de potencial incalculável

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MINISTRO QUER UM TIRO DE CANHÃO NOS PRIVILÉGIOS E NO DÉFICIT – Mas, se deixar a classe política faz virar num tiro de espingarda.

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Além do efeito sanfona - avança e recua - a PEC da Previdência sofre alterações e cortes que são justificados
SISTEMA FOREVER ÁGUIAS BRASIL – Ontem foi dia de Workshop e muito conhecimento de produtos e negócios.

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Mais de uma centena de empreendedores participaram, desde às 18:30 h. Foram gerentes, assistentes de gerentes, empreendedores ativos e coordenadores dos
BEM HUMORADAS DO FUTEBOL NO ERON PORTAL – Ainda nem passamos pelo Paraguai e já há torcedor pensando na Argentina!

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E parte da crônica também entra na arrogância. Esquece que melhor que a Argentina ainda existe uma Colômbia e um

ASSESSORES E COMISSIONADOS TAMBÉM SÃO CARRAPATOS DA ECONOMIA – Mais um fardo que a Previdência carrega nas três esferas da federação.


previdencia
Esta postagem foi publicada em 5 de junho de 2019 Administração, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

A REFERÊNCIA ACIMA É AOS SANGUE SUGAS PRIVILEGIADOS DE PARTIDOS E NÃO OS SERVIDORES DIGNOS.

Nas esferas estadual e municipal há menor média salarial e de benefícios que na União, em Brasília. Porém, o contingente será cada vez maior com a demanda crescente pelos serviços públicos. Ainda há a contaminação por oportunistas privilegiados devido aos conchavos políticos para ganhar eleições.

A PEC da Previdência, em tramitação no Congresso, indiretamente já prevê efeitos verticais. Mas dependerá em muito da vontade, durante sua tramitação, de parlamentares, governadores e prefeitos.

Hoje a maioria dos Estados e Municípios já apresenta déficit público e nas contas previdenciárias tende a superar o da União. É que deve aumentar a descentralização dos serviços com a ideia do “Menos Brasília e Mais Brasil” do Governo Federal.

No princípio o pacote da PEC já previa uma contribuição para todas as esferas, com 180 dias para adaptação nos casos dos entes com as contas equilibradas. Mas a tendência é a desidratação ao longo do caminho. Contudo, retorna a tendência da verticalização com o empenho de governadores e prefeitos.

O problema é que nos municípios será onde mais crescerá o número de servidores porque é onde mora o cidadão e para onde União e Estados repassam cada vez mais ações e atribuições, devido às maiores aspirações e necessidades.

Tanto que o próprio presidente Jair Bolsonaro já disse que na sua gestão será cada vez menos Brasília e cada vez mais Brasil. Isto ele diz em relação à destinação do recursos.

Então, isso quer dizer que o contingente será cada vez maior. Logo, é preciso prever agora o impacto disso na Previdência dos Municípios.

Como já previmos aqui, bem logo o maior custo da Previdência Pública será na base: o Município. Aí é onde está o maior contingente e que tende a crescer cada vez mais devido aos repasses de atribuições e o excesso crescente de comissionados e assessores. (os privilegiados municipais).

………….

ANEXO

REFLEXÕES DO SITE SOBRE O PERFIL DOS PRIVILEGIADOS MUNICIPAIS

É preciso avaliar a relação custo benefício nas administrações municipais e começar a enxugar quadros, cortando o desnecessário e os privilégios.

O País deve começar a se preocupar com o custo benefício dos gastos com servidores estaduais e municipais, especialmente estes últimos que são em maior número.

É justo lembrar, porém, que o servidor municipal será cada vez mais necessário, pois União e Estados lhes repassam cada vez mais atribuições porque é no município onde mora o cidadão. Portanto é onde estão as maiores necessidades de gente, consequentemente, onde está a maioria dos problemas.

VEREADOR PODE TER ATÉ 20 ASSESSORES

Se todo servidor já se considera dono do Estado (poder público) imagina  um assessor que é investido de certo poder por favores prestados!

É que o sistema atual é de privilégios e o comissionado chega ao cargo mais porque participou do projeto que elegeu o chefe, que por merecimento pessoal. Então, um Comissionado ou Assessor tende a exagerar na autoridade. Quer dizer, considera-se acima do mortais.

A empáfia é tanta que a maioria já só quer atender ao telefone durante o expediente, esquecendo-se de que é pessoa pública. Logo, precisa ser repensado o custo benefício e a eficácia do sistema.

Pasme! No Legislativo Municipal do Brasil há casos em que um vereador pode ter até 20 assessores.

Até porque no setor público se pode trabalhar meio expediente e dá para parar tudo no Natal e no Ano Novo que tudo anda. Mesmo que todo mundo continue com direito a férias integrais. Então o cidadão pode começar a entender que ele seja dispensável.

O grande problema é que no setor público, hoje em dia, tudo anda como na Câmara de Vereadores, isto é, em ritmo de Câmara Lenta.

ESSAS UNIDADES TAMBÉM DEVEM ESTAR AO ALCANCE DAS REFORMAS DO ESTADO E DA PREVIDÊNCIA

O projeto da Reforma da Previdência que já está na Comissão Especial d Câmara dos Deputados e que agora tramitará no até a votação em plenário, preocupa-se, também, com as previdências estadual e municipal.

Essas também se tornarão sacos sem fundo que causam gastança e desperdício de dinheiro público, cuja bomba acabará estourando no Governo Central e alimentando o desperdício e a inflação.

Mais de 500 municípios já concentram o maior contingentes de servidores

Estudos revelam que a Previdência de Estados e Municípios já é quase igual à da União, em torno do R$ 100 bilhões. Já a Previdência Federal inclui a do setor público e o INSS, onde também são pagas as aposentadorias dos trabalhadores privados, o déficit já chega a quase R$ 400 bilhões ano, somando-se os 100 bi dos servidores públicos.

Isso também quer dizer que em pouco tempo os repasses constitucionais às Câmaras de Vereadores, por exemplo, ficará menor que os custos do Município com aposentados. Ainda bem que já existem bons exemplos de enxugamento de gastos. A Câmara de Lages/SC, por exemplo, devolve à Prefeitura todo ano cerca de R$ 800 mil.

 


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Coluna Eron J. Silva



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