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ASSESSORES E COMISSIONADOS INEFICIENTES TAMBÉM SÃO CARRAPATOS DA ECONOMIA – Mais um fardo que a Previdência carrega nas três esferas da federação.


previdencia
Esta postagem foi publicada em 5 de setembro de 2019 Administração, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

ESTA REFERÊNCIA É DIRECIONADA AOS SANGUE SUGAS PRIVILEGIADOS DE PARTIDOS E NÃO OS SERVIDORES DIGNOS.

Nas esferas estadual e municipal há menor média salarial e de benefícios que na União (Brasília). Porém, o contingente vai ser cada vez maior com a demanda crescente pelos serviços públicos.

Ainda, para agravar a situação, sempre houve a contaminação dos quadros públicos por oportunistas e privilegiados, devido aos conchavos políticos para ganhar eleições.

A Reforma da Previdência, em tramitação no Congresso, agora prevê efeitos verticais. Teve inicio a tramitação da PEC Paralela, que estende a reforma também a estados e municípios.

Se aprovada no Senado e na Câmara, dependerá de lei simples nas assembleias. Contudo dependerá em muito da vontade e do prestígio dos executivos: governadores e prefeitos.

DÉFICIT CRESCENTE

Hoje a maioria dessas unidades da federação já apresenta déficit público crescente e o das contas previdenciárias tende a superar o da União.

É que deve aumentar a descentralização dos serviços com a ideia do “Menos Brasília e Mais Brasil” do Governo Federal.

UMA CONTRIBUIÇÃO PARALELA SERÁ INEVITÁVEL

No princípio, a PEC da Previdência já previa uma contribuição para todas as esferas, com 180 dias para adaptação nos casos dos entes com as contas equilibradas. Mas morreu na casca, o que até desidratou a economia da PEC ao longo do caminho. Contudo, hoje ou amanhã vai ser uma das saídas.

O problema é que, principalmente nos municípios, será onde mais crescerá o número de servidores. É onde mora o cidadão e para onde União e Estados repassarão cada vez mais ações e atribuições. Isso devido às maiores aspirações e necessidades.

MAIS BRASIL E MENOS BRASÍLIA.

Para se fundamentar isso, basta lembrar que o próprio presidente Jair Bolsonaro já disse que na sua gestão será cada vez menos Brasília e cada vez mais Brasil. Isto ele diz em relação à destinação do recursos.

Então, isso quer dizer que o contingente será cada vez maior. Logo, é preciso prever agora o impacto disso na Previdência dos Municípios.

Como já previmos aqui, bem logo o maior custo da Previdência Pública será na base: o Município. Aí é onde está o maior contingente e que tende a crescer cada vez mais devido aos repasses de atribuições e o excesso crescente de comissionados e assessores. (os privilegiados municipais).

………….

ANEXO

REFLEXÕES DO SITE SOBRE O PERFIL DOS PRIVILEGIADOS MUNICIPAIS

É preciso avaliar a relação custo benefício nas administrações municipais e começar a enxugar quadros, cortando o desnecessário e os privilégios.

O País deve começar a se preocupar com o custo benefício dos gastos com servidores estaduais e municipais, especialmente estes últimos que são em maior número.

É justo lembrar, porém, que o servidor municipal será cada vez mais necessário, pois União e Estados lhes repassam cada vez mais atribuições porque é no município onde mora o cidadão. Portanto é onde estão as maiores necessidades de gente, consequentemente, onde está a maioria dos problemas.

VEREADOR PODE TER ATÉ 20 ASSESSORES

Se todo servidor já se considera dono do Estado (poder público) imagina  um assessor que é investido de certo poder por favores prestados!

É que o sistema atual é de privilégios e o comissionado chega ao cargo mais porque participou do projeto que elegeu o chefe, que por merecimento pessoal. Então, um Comissionado ou Assessor tende a exagerar na autoridade. Quer dizer, considera-se acima do mortais.

A empáfia é tanta que a maioria já só quer atender ao telefone durante o expediente, esquecendo-se de que é pessoa pública. Logo, precisa ser repensado o custo benefício e a eficácia do sistema.

Pasme! No Legislativo Municipal do Brasil há casos em que um vereador pode ter até 20 assessores.

Até porque no setor público se pode trabalhar meio expediente e dá para parar tudo no Natal e no Ano Novo que tudo anda. Mesmo que todo mundo continue com direito a férias integrais. Então o cidadão pode começar a entender que ele seja dispensável.

O grande problema é que no setor público, hoje em dia, tudo anda como na Câmara de Vereadores, isto é, em ritmo de Câmara Lenta.

ESSAS UNIDADES TAMBÉM DEVEM ESTAR AO ALCANCE DAS REFORMAS DO ESTADO E DA PREVIDÊNCIA

O projeto da Reforma da Previdência que já está na Comissão Especial d Câmara dos Deputados e que agora tramitará no até a votação em plenário, preocupa-se, também, com as previdências estadual e municipal.

Essas também se tornarão sacos sem fundo que causam gastança e desperdício de dinheiro público, cuja bomba acabará estourando no Governo Central e alimentando o desperdício e a inflação.

Mais de 500 municípios já concentram o maior contingentes de servidores

Estudos revelam que a Previdência de Estados e Municípios já é quase igual à da União, em torno do R$ 100 bilhões. Já a Previdência Federal inclui a do setor público e o INSS, onde também são pagas as aposentadorias dos trabalhadores privados, o déficit já chega a quase R$ 400 bilhões ano, somando-se os 100 bi dos servidores públicos.

Isso também quer dizer que em pouco tempo os repasses constitucionais às Câmaras de Vereadores, por exemplo, ficará menor que os custos do Município com aposentados. Ainda bem que já existem bons exemplos de enxugamento de gastos. A Câmara de Lages/SC, por exemplo, devolve à Prefeitura todo ano cerca de R$ 800 mil.

 


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Coluna Eron J. Silva



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