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ACELERADAS OBRAS DO MERCADO PÚBLICO DE LAGES/SC – Espaço deve começar a funcionar em agosto.

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EL`DIVINO HAMBURGUERIA – Está chegando o fim de semana, a sugestão é conviver lá com a família e os amigos.

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DEFINIDOS PONTOS CHAVES DA REFORMARA DA PREVIDÊNCIA – Aqui, nossas reflexões sobre a reforma que está indo ao Congresso.

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ÚLTIMOS GOVERNOS QUASE QUEBRARAM O BRASIL E ESTABELECERAM A DESORDEM – País virou uma fábrica de tragédias, mais por descumprimento de normas que por catástrofes ou acidentes.

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MAIS UM PASSO NA PREPARAÇÃO DO MAIOR EVENTO NACIONAL DA FRUTICULTURA – DIVULGADO O PRÉ-FLYER DA XXI FESTA NACIONAL DA MAÇÃ.

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A MÍSTICA DO NOME DAS CIDADES COMO FATOR ECONÔMICO – Produtos turísticos e serviços da Indústria da Criatividade serão vanguarda para o sonho de consumo do visitante.

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CRIME ENVIA RECADO AOS NOVOS GOVERNADORES – Vencer uma eleição é pedra no lago: não se esgota em si, provoca ondas.


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Esta postagem foi publicada em 9 de janeiro de 2019 Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

Desde as eleições que nossa previsão era de desafios para os novos governadores: gestão de dívidas, de crises e de reações à implantação de novas orientações.

E para as novidades da eleição nos estados, marinheiros de primeira viagem, as dificuldades seriam ainda maiores: a começar pelo inconformismo do status quo, como a crise nos presídios com reflexos na segurança. É que entre as bandeiras dos fenômenos de votos, fazer mudanças era a maior delas.

Duas causas nos parecem evidentes: o recado  da bandidagem aos novos administradores e a estrutura interna, quer no comando dos presídios, quer no máquina como um todo. Historicamente sempre no início de mandatos ocorreram reações, tanto por parte do crime organizado como devido à insatisfação do servidor público com a quebra da zona de conforto.

Contudo, o que não dá mais para entender é a situação de um Estado precisar de 30 mil policiais e ter só 16 mil para as ruas. Então quer dizer que se confirma a tendência de se chegar a um policial para cada cidadão de bem, daqui um pouco. Ou, então, muito policial está fora da função de combate ao crime ou à disposição de privilegiados.

Também o que não dá para entender é o sistema prisional ainda não ter visto que eliminar uma tomada elétrica na cela é mais simples e mais barato que instalar um bloqueador de celular. Alguma coisa errada há na gestão interna dos presídios.

Por fim, quem deve estar vendo como um achado esse caos provocado pelo crime em muitos estados é a oposição aos novos governadores.

Felizmente o novo governo central entrou consciente dos desafios da sua vitória. De que não se esgota em si mesma.

O novo presidente, Jair Bolsonaro, demonstrou de cara que tinha consciência de que o desafio maior seria administrar. Salvo alguns desencontros naturais na comunicação do presidente neste início. Mas, a orientação e as equipes econômica e das leis tem sido impecáveis nas ações.

………………………………….

O QUE DEMOS ANTES:

Ao ser confirmado eleito, o presidente reafirmou suas intenções, sua pregação de campanha e suas propostas para as agendas de costumes, de comportamento e as estruturais para reorganizar a Economia.

Também soube desde o início da caminhada o tamanho do desafio que teria pela frente. O fato positivo foi que o presidente eleito já deixou claro que não dá para pensar que apenas os louros da vitória são tudo; nem que já poderá se deitar “no berço esplêndido” da zona de conforto.

Sempre é bom lembrar que o vencedor de uma eleição, ainda mais como esta, vira o depositário da esperança do eleitor por algo melhor. Ele também sabe disso, até porque tudo que é candidato se obriga a prometer encontrar soluções para todos os problemas. Precisa prometer mais ainda na situação em que se encontrava o Brasil. Então imagina só quanto aumenta a responsabilidade com uma vitória por larga margem de votos.

O vencedor sempre sai das urnas com a responsabilidade proporcional ao que prometeu nas ruas e no palaque. Logo, um eventual insucesso na tarefa de dar respostas e trazer dias melhores ao País, significará, também, frustrar a expectativa da população e até comprometer seu futuro político.

Logo, como disse um ex-presidente recente, que só cumpriu o que disse no começo, o novo presidente “vai ter de fazer coisas que deixarão a Direita irritada e a Esquerda perplexa”. Certamente não bastará satisfazer, terá de surpreender e angariar novos seguidores. Como a passagem bíblica, “a messe é grande, mas os operários são poucos”. Terá, então, de arranjá-los na Sociedade e também no Congresso.

Veja só algumas missões hercúleas que terá pela frente o novo governo: as reformas Política, Tributária, da Previdência e do Estado. Elas serão uma questão de vida ou morte. Outro desafio: equacionar a dívida pública que já passa dos R$ 3,7 trilhões. Ao fazer o dito anteriormente, estará fazendo uma boa revolução.

Lição de casa fundamental será criar mecanismos para observância da responsabilidade fiscal. Como no orçamento doméstico, no Poder Público não se pode gastar mais do que se ganha. E isso não será possível sem agir forte na economia, sem se preocupar com o desgaste porque gera sacrifícios e mexe com interesses.

Antes de tudo, o País exige pensar na chamada agenda dos costumes: ética, moralidade e decência para resgatar a credibilidade dos agentes públicos. E por consequência a do setor público como um todo. E o clamor é por se criar mecanismos para a observância da responsabilidade fiscal.

Feito isso, vem a agenda das reformas: Política, do Estado, Fiscal, da Previdência, combater o desperdício, a burocracia e atacar os privilégios. O novo Governo também dará respostas na Educação, na Saúde e na Segurança. É que a solução para as crises econômica e social será resultado da execução das agendas acima.

O sucesso em todas prioridades dependerá de muita negociação com o Legislativo e com setores da sociedade. Com certeza Bolsonaro dedicará muita energia e habilidade nisso e aproveitará bem as redes sociais. Já mostrou isso no segundo turno, em que fez grande parte da campanha através delas. É quase certo que aprovará o que quiser no Congresso, porque parlamentar sempre joga para a arquibancada.

 

…………

ANEXO

A FIGURA DA PEDRA NO LAGO NÃO SE ESGOTA EM SI MESMA

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A expressão “Pedra no lago, não se esgota em si mesmo” nos remeteu aos anos 60. Em 1.969, o cantor brega Nilton César lançou um LP (vinil) cuja capa era ilustrada com ele em frente a um algo, onde se jogou uma pedra, fazendo aquela série de ondinhas se afastando uma d outra.

Ao pesquisar a expressão, encontramos o caso de um escritor brasileiro que a usou muito bem para explicar como superou a dificuldade para falar em público. Também estudamos a relação com a embalagem do disco e com as imagens de um clip da música “Férias na Índia”, o maior sucesso do álbum, ao lado da música “A Namorada que Sonhei”. Por exemplo, as imagens do clip mostram cenas da Índia com figuras da cultura local.

Como a frase se trata de algo da filosofia popular, seu uso na ilustração da embalagem da obra musical certamente foi porque a imagem da pedra no lago também tem relação com Oriente devido à música Férias na Índia.

………

UMA ELEIÇÃO QUE FEZ HISTÓRIA

Sem dúvida esta eleição de presidente da República foi a mais importante desde a Redemocratização. Marcou o fim de um ciclo de uma esquerda desastrada e na reta final os concorrentes que passaram ao 2º turno se comprometeram com a Democracia e com o respeito à Constituição.

Para ficar mais curioso ainda, esse pleito, sem mais nem menos, no 2º turno virou um Plebiscito: a favor ou contra o status quo. Pior para o defensor, patrocinado por um partido que padece de enorme desgaste, exatamente devido aos status quo.

Além de emblemática, esta eleição foi marcada pelo inusitado: a disputa eleitoral das promessas mirabolantes; no 1º turno, Ciro Gomes prometeu limpar o nome de 63 milhões de endividados; no 2º, Fernando Haddad garantiu baixar o preço do gás de cozinha, dos combustíveis, aumentar o Salário Mínimo, o Bolsa Família e extinguir o IR para os pobres.

Contudo, com certeza esta foi uma disputa eleitoral que fez história: foram 13 candidatos no 1º turno; um presidiário foi líder nas pesquisas por bom tempo; e houve quem decidisse resolver a parada na facada.

 


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Coluna Eron J. Silva



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