CONFIRMADO: UM DOS FENÔMENOS DE VOTOS SOFRE PROCESSO DE IMPEACHMENT – Novidades da última eleição mostram que só voto não garante sucesso.

CONFIRMADO: UM DOS FENÔMENOS DE VOTOS SOFRE PROCESSO DE IMPEACHMENT – Novidades da última eleição mostram que só voto não garante sucesso.

E ESSA FILA AINDA VAI ACABARA EM AGLOMERAÇÃO ATÉ O FIM DO ANO. SAIBA OS MOTIVOS LOGO ABAIXO.

PREVIMOS QUE PELO MENOS 4 GOVERNADORES ELEITOS NO ÚLTIMO PLEITO, SURFANDO NUMA ONDA VERDE AMARELA, IRIAM DECEPCIONAR. AGORA VIVEM UMA ONDA DE PROBLEMAS.

O primeiro deles já chegou ao pico do inferno astral: foi aprovado hoje pela Alerj o processo de impeachment do governador Wilson Witzel.

A votação foi por unanimidade: 69 a 0. Apenas um deputado não participou da sessão plenária virtual. O processo foi com base rejeição das contas por irregularidades, descumprimento de aplicações constitucionais, como na saúde e educação, e indício de corrupção na aquisição de equipamentos da saúde para combate ao coronavírus. Na construção de hospitais de campanha, por exemplo.

 

FENÔMENOS DE VOTOS AO GOVERNO E DEMAIS CARGOS NA ÚLTIMA ELEIÇÃO NÃO DECOLARAM – Vencer uma eleição é pedra no lago: não se esgota em si, provoca ondas.

Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina elegeram 4 governadores fenômenos de votos, surfando numa onda eleitoral.

Só votos não basta. Vencer uma eleição e fazer sucesso depois, requer algumas coias a mais: experiência, já ter colocado a mão na massa, ter preparo pessoal e profissional e assim por diante.

Como diz o título desta postagem: vencer uma eleição é como pedra no lago, que não se esgoda em si mesmo, provoca ondas e exige malabarismo para parar em pé.

Dos estados acima, três estavam mergulhados em problemas históricos: dívidas, máquina inchada, violência crescentes e corrupção. O Rio de Janeiro é o da situação mais dramática.

E o governador de SC, Comandante Moisés, que até já havia posto a mão na massa, demorou para resolver a questão do agronegócio, modelo nacional, e quase o quebrou, montou um governo republicano, foi se isolando e cada vez está mais encurralado.

Ter experiência na vida privada, como o governador de Minas, Romeu Zema, também não é segurança de sucesso na vida pública. Na vida privada as coisas fluem, na vida publica são engessadas. Portanto, há quilômetros de distância entre o discurso e a prática. Entre a iniciativa privada e a vida pública.

Agora tudo se agravou com esta pandemia.

Analise o quadro de hoje também na esfera federal.

 

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ANEXO

VEJA O QUE POSTAMOS AINDA EM 2018

Desde as eleições que nossa previsão era de desafios para os novos governadores: gestão de dívidas, de crises e de reações à implantação de novas orientações.

E para as novidades da eleição nos estados, marinheiros de primeira viagem, as dificuldades seriam ainda maiores: a começar pelo inconformismo do status quo, como a crise nos presídios com reflexos na segurança. É que entre as bandeiras dos fenômenos de votos, fazer mudanças era a maior delas.

Duas causas nos parecem evidentes: o recado  da bandidagem aos novos administradores e a estrutura interna, quer no comando dos presídios, quer no máquina como um todo. Historicamente sempre no início de mandatos ocorreram reações, tanto por parte do crime organizado como devido à insatisfação do servidor público com a quebra da zona de conforto.

Contudo, o que não dá mais para entender é a situação de um Estado precisar de 30 mil policiais e ter só 16 mil para as ruas. Então quer dizer que se confirma a tendência de se chegar a um policial para cada cidadão de bem, daqui um pouco. Ou, então, muito policial está fora da função de combate ao crime ou à disposição de privilegiados.

Também o que não dá para entender é o sistema prisional ainda não ter visto que eliminar uma tomada elétrica na cela é mais simples e mais barato que instalar um bloqueador de celular. Alguma coisa errada há na gestão interna dos presídios.

Por fim, quem deve estar vendo como um achado esse caos provocado pelo crime em muitos estados, os desencontros para encaminhar o País, as crises constantes e agora a pandemia coronavírus é a oposição ao Governo Federal e aos novos governadores.

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ANEXO

A FIGURA DA PEDRA NO LAGO NÃO SE ESGOTA EM SI MESMA

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A expressão “Pedra no lago, não se esgota em si mesmo” nos remeteu aos anos 60. Em 1.969, o cantor brega Nilton César lançou um LP (vinil) cuja capa era ilustrada com ele em frente a um algo, onde se jogou uma pedra, fazendo aquela série de ondinhas se afastando uma d outra.

Ao pesquisar a expressão, encontramos o caso de um escritor brasileiro que a usou muito bem para explicar como superou a dificuldade para falar em público. Também estudamos a relação com a embalagem do disco e com as imagens de um clip da música “Férias na Índia”, o maior sucesso do álbum, ao lado da música “A Namorada que Sonhei”. Por exemplo, as imagens do clip mostram cenas da Índia com figuras da cultura local.

Como a frase se trata de algo da filosofia popular, seu uso na ilustração da embalagem da obra musical certamente foi porque a imagem da pedra no lago também tem relação com Oriente devido à música Férias na Índia.

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ANÁLISE DO ANO PASSADO

UMA ELEIÇÃO QUE FEZ HISTÓRIA

Sem dúvida a última eleição de presidente da República foi a mais importante desde a Redemocratização. Marcou o fim de um ciclo de uma esquerda desastrada e na reta final os concorrentes que passaram ao 2º turno se comprometeram com a Democracia e com o respeito à Constituição.

Para ficar mais curioso ainda, o pleito, sem mais nem menos, no 2º turno virou um Plebiscito: a favor ou contra o status quo. Pior para o defensor, patrocinado por um partido que padece de enorme desgaste, exatamente devido aos status quo.

Além de emblemática, a eleição foi marcada pelo inusitado: a disputa eleitoral das promessas mirabolantes; no 1º turno, Ciro Gomes prometeu limpar o nome de 63 milhões de endividados; no 2º, Fernando Haddad garantiu baixar o preço do gás de cozinha, dos combustíveis, aumentar o Salário Mínimo, o Bolsa Família e extinguir o IR para os pobres.

Contudo, com certeza a última foi uma disputa eleitoral que fez história: foram 13 candidatos no 1º turno; um presidiário foi líder nas pesquisas por bom tempo; e houve quem decidisse resolver a parada na facada.