Volta ao mundo de lambreta – Lageano foi esse aventureiro

Volta ao mundo de lambreta – Lageano foi esse aventureiro

O empresário e jornalista José Ferreira da Silva foi o lageano que fez a viagem mais emocionante e inusitada até agora. Fez a volta ao  mundo de Lambreta. Saiu de Porto Alegre, entrou pelo Cone Sul, passou pelas Américas Central e do Norte.

De lá, com o patrocínio da Pepsi Cola, fez a travessia de avião até a Groelândia, passando pela Islândia, Irlanda, Inglaterra, Luxemburgo, Bélgica, Alemanha, Suécia, Itália e França.

A terceira etapa da viagem foi em direção ao Oriente, Médio e chegar ao Oriente para conhecer as Muralhas da China. Desde a escola tina o sonho de conhecê-las, o por ser a única obra feita pelo homem que pode ser vista da Lua.

Atingiu o objetivo de conhecer as muralhas da china, depois de conhecer a cultura do mundo muçulmano, o misticismo e as coisas exóticas da Ásia. Da China retornou ao Brasil.

Hoje ele é requisitado em vários Estados Brasileiro para dar palestra a estudante e entidades sobre a saga. Ele conta detalhes da viagem no livro “O Aventureiro”, que já está na segunda edição.

Na segunda parte desta reportagem, em instantes, estaremos contando detalhes inacreditáveis da viagem.

Por exemplo, adoeceu, intoxicou-se, foi mordido por uma cobra, sofreu um golpe de U$ 350 dólares sofreu uma agressão no Oriente Médio só por olhar para um grupo de mulheres e dormiu ao relento no deserto onde faz muito calor de dia e muito frio à noite.

Mas também viveu momentos felizes, como receber banquetes, homenagens pela aventura e atendimento médico gratuito quando sofreu ma infecção intestinal.

OBJETIVOS DA AVENTURA

O motivo principal da viagem era conhecer as Muralhas da China, a única obra do homem que pode ser vista da Lua.

Na Índia sofreu um golpe de um sujeito brasileiro que prometeu arranjar um passaporte por U$ 350 dólares, porém nunca mais apareceu.

No Oriente Médio sofreu uma infecção intestinal devido à alimentação, tomou u medicamento local, mas melhorou só por algum tempo. m médico na Índia o tratou e até pagou o hotel. Nesse episódio da diarreia foi se banhar num riacho de água fria. Lá foi picado por uma cobra no tendão de Achylles. Não era peçonhenta, mas para desgarrar foi só cortando sua cabeça com uma faca. Desmaiou com o sangue da cobra e o tremor de frio.

Sé um brasileiro lhe deu prejuízo, por outro lado, um estranho o tratou de forma surpreendente: o médico que lhe corou da infecção intestinal e até pagou o hotel.

Outra surpresa já teria acontecido anteriormente na Alemanha, quando recebeu um banquete típica regado a vinho. Foi em homenagem a seu feito: a volta ao mundo em duas rodas.

Constatou na Índia o que havia aprendido nos livros escolares: a vaca é mesmo animal sagrado por lá. Assistiu a uma sena interessante: uma vaca parou o trânsito por algum tempo.

Ainda na Índia um elefante causou enorme tumulto. Parou o  trânsito porque foi  mordido por uma naja rainha, com peçonha capaz de matar um elefante.

Numa noite na Índia acordou com uma naja dentro do quarto que improvisou debaixo da beira de uma pedra. Jogou uma lona e a naja o perseguiu. Essa é a única cobra que ataca. Mas graças a um hipnotizador e encantador de cobras que abanou uma cabeça de alho próximo da serpente, que entrou no mato.

Anteriormente, no Oriente Médio, teve muitos problemas com a comunicação e com os costumes. Apanhou muito uma ocasião porque o pessoal  que estava logo atrás de uma senhora se revoltaram por ele ter olhado muito a esta senhora, admirado com o vestuário. .Sofreu socos, ponta-pés e lhe quebraram um dente.

Lá ninguém rouba. O perigo é onde há mulheres. Devido aos costumes, as mulheres podem mostrar apenas os olhos. Elas se vestem com roupas longas chamadas burka para não serem vistas com muita intimidade.

No Iraque ficou doente e fraco. De vez em quando havia a remédio. Mas os piores momentos foram no Polo Norte, apesar da beleza da Aurora Boreal. Lá são seis meses dia e seis meses noite. É a chamada Aurora Boreal, que inspirou a obras Sol da Meia Notes. Lembra que  chegou ao Polo norte nos seis meses de dia.

Hoje, mesmo nas condições de saúde  da época, não faira, jamis, essa viagem. Mas até se emociona quando se lembra das boas e más passagens. Segundo ele, foi um aprendizado eu valeu a pena.