SINAIS DOS TEMPOS DIFÍCEIS – Reflexões sobre o cenário econômico lotam auditórios

SINAIS DOS TEMPOS DIFÍCEIS – Reflexões sobre o cenário econômico lotam auditórios

SE QUISER REUNIR GENTE, DIGA QUE VAI ENSINAR O CAMINHO DAS PEDRAS PARA SUPERAR A CRISE

Uns pensadores mandam pegar a palavra CRISE e tirar o “S” que terá a solução.

Outros palestrantes dizem que “não basta satisfazer o cliente, é preciso surpreendê-lo”.

Há aqueles que aconselham a atender melhor o cliente “porque custa muito caro trazê-lo até sua empresa”.

Creio que este último conselho seja o mais interessante.

Hoje, é verdade que o grande mal é a crise política, econômica e moral que aí está.

Este ano foi atípico: ano de copa do mundo que além de tudo frustrou muita gente e reduziu a vinda de dinheiro para cá através da mídia e ainda chamuscou a imagem do Brasil lá fora.

É um ano de eleições que causam incertezas e ninguém diz claramente o que fará para arrumar o País.

agora, é claro que incertezas, crises e anos atípicos iremos ter sempre.

Então, arriscamos a dizer porque muita gente sente mais os efeitos das crises e incertezas: porque não se preocupou em mostrar a cara, lá atrás, quando estava líder na praça e armazenar gorduras.

Acredite:

Quando a loja está cheia é que é a hora de você fazer propaganda. Se ela não fosse importante, os líderes de mercado como: Coca Cola, Ambev, McDonald’s, Bradesco, Itaú e outros tantos, nem atenderiam os contatos dos veículos de comunicação. Não investiriam fortunas em produção de campanhas publicitárias com agências de propaganda.

Se a publicidade não fosse importante, esses líderes de marcado cobrariam para veicular suas marcas na mídia, como atrações. E olha que há peças publicitárias que são mais atraentes que muito conteúdo de entretenimento ou noticiosos que se vê na televisão.

Mas é claro que de nada adiante fazer propaganda e não tiver gabarito, preparo, organização para atender bem e talento para os negócios.

…………..

A seguir, saiba mais sobre o jantar com sabor de pepino que a Associação Empresarial de Lages – ACIL – promoveu e que foi um grande sucesso.

VEJA:

JANTAR  PALESTRA SOBRE CENÁRIO ECONÔMICO LOTA AUDITÓRIO DA ACIL

“Cenário internacional, finanças públicas, taxa de câmbio, inflação e juros e atividade foram os temas abordados pelo economista Pedro Ramos no jantar palestra “Cenário econômico e perspectivas”, realizado pela Associação Empresarial de Lages (ACIL), em parceria com o Sicredi, no auditório da associação.

Em seu discurso de abertura, o presidente da ACIL, Sadi Montemezzo ressaltou a importância da parceria com o Sicredi que disponibiliza uma linha de crédito com taxa de juros diferenciadas para empresas associadas à ACIL.

Também destacou a conclusão das obras da secretaria que ficou mais ampla, possibilitando receber as pessoas com maior qualidade e conforto, além da implantação de uma plataforma elevatória que garante acessibilidade ao pavimento superior, onde a Junta Comercial foi instalada.

Segundo Pedro Ramos, “no cenário econômico, hoje, há uma clara razão para a economia brasileira crescer. O que está atrapalhando esse crescimento e que já fez grande parte dos economistas reduzir o percentual de crescimento do Brasil para 2018, é a política. “A economia não respondeu da forma esperada justamente por conta das eleições, da incerteza política. Para que a economia volte a funcionar a gente tem que ter, no mínimo, uma certa estabilidade na contas públicas e confiança de que as coisas irão melhorar”, destacou.

Sobre o cenário político, Ramos comentou que há muitos candidatos disputando os mesmos eleitores, mas nenhum grande favorito, e os partidos que lideram as pesquisas eleitorais detém, até o momento, pouco tempo de televisão e pequena parcela do fundo partidário.

Outro dado apresentado pelo economista mostra que há um grande desequilíbrio nas contas públicas. “Desde 2010, a dívida da conta pública do Brasil cresceu mais de 25%.  Para estabilizar a dívida, o PIB brasileiro precisaria ter um crescimento de 3%, ou seja, ter um incremento de R$ 189 bi na economia”, explicou. A projeção do PIB para 2018 é de 1,5%. “Para elevar nosso crescimento de longo prazo, temos que aprender fazer mais com menos, ou seja, aumentar a produtividade da economia”, finalizou”.

Após a palestra foi servido um saboroso jantar aos presentes, finalizando assim, uma noite agradável e de muito aprendizado.