EDITORIAL: SERVIÇOS AUTÔNOMOS – TÁBUA DE SALVAÇÃO DOS EXCLUÍDOS PELO MERCADO – Emprego fichado (fixado) está em extinção devido aos encargos.

EDITORIAL: SERVIÇOS AUTÔNOMOS – TÁBUA DE SALVAÇÃO DOS EXCLUÍDOS PELO MERCADO – Emprego fichado (fixado) está em extinção devido aos encargos.

QUEM DIRIA! SER VENDEDOR OU AUTÔNOMO DEIXA DE SER FEIO! VIRA MODA E COMEÇA A SALVAR A ECONOMIA, A PÁTRIA E A CASA!…

Como no Primeiro Mundo, no Brasil também já faz sucesso o empreendedor autônomo individual e o trabalho por semana, por dia e até por hora ou como ambulante.

É que cada vez mais se modificarão o mercado de trabalho, o conceito de indústria e de empresa e o perfil do consumo. A maioria do que iremos consumimos daqui 5 anos ainda nem foi inventado.

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EDITORIAL

ISTO NÃO É FICÇÃO E NEM COISA DO FUTURO.

O trabalho livre, o patrão de si e a indústria da criatividade não estão crescendo e realizando pessoas por acaso. Nem é como forma de salvar a Pátria e a casa. É uma tendência que até está virando moda.

É o novo meio de buscar trabalho e renda. Meio esse que antes era coisa feia, envergonhadora e até constrangedora diante do tradicional conceito de emprego. Essa modalidade já é algo cada vez “mais digno” e o caminho mais curto para o sucesso e até proporcionando uma vida charmosa e glamourosa.

Agora, feio mesmo é continuar na contramão, deitado no berço esplêndido, enganado-se com essa armadilha de carteira assinada. Na verdade, essa realidade antiga de ganhar a vida passou a ser uma forma de arrecadar via folha de pagamento (uma espécie de CPMF por ser compulsória), que devolve uma vidinha com a ilusão da segurança de uma renda no fim do mês.

A partir de agora até a concepção de indústria será outra. Ela vai continuar produzindo e muito mais. Só que no atacado, com a máquina e os sete operadores em seus bastidores. Não mais com ambientes reunindo centenas e até milhares de trabalhadores.

Na verdade, mais de a metade do que irá se produzir não será mais por organizações. Estas continuarão fortes produtoras, mas dos insumos ou pré acabados a quem vai produzir direto para o consumidor. Fabricantes estes que serão os novos agentes de trabalho ou mão de obra, como único intermediário entre a indústria e o consumidor.

Só um exemplo:

Padaria só vai assar e vender o pão. Este já é produzido pelas máquinas nas fábricas e espalhado no mercado onde será finalizado. Então, já estão sumindo o padeiro e sua equipe, substituídos pela máquina. Qualquer quitanda fará o trabalho deles.

Perceba que a maioria do que iremos consumir não será mais produzido só pela fábrica e sim mais por uma ou duas pessoas de fora dela.

E por que?

É que se você é capaz de produzir para um patrão, por que não você mesmo produzir e vender. Então, trabalhar em busca de lucro para si já está virando realidade.

Nesse novo mundo até mesmo o perfil do consumo está mudando…

Pois é… Como a maioria vai trabalhar em casa, para si ou para uma indústria 4.0, o vestuário será outro, os transportes serão outros, as coisas virão cada vez nais por aplicativo e assim por diante.

Logo, o futuro  já é hoje.

E se você não gosta de vender, vai ter de começar a gostar. Ou, então, aprender a produzir para si e para alguns clientes para começar a gostar de vendas. Senão irá viver com a renda mínima do poder público.

Veja que os serviços e as vendas são os que mais empregam no atrasado Brasil de hoje….

ERON PORTAL

Onde controla assessorias.

Texto: Eron J Silva.