REAL PODE VIRAR UM BOLÍVAR SOBERANO (dinheiro da Venezuela) SEM EQUILÍBRIO FISCAL E REFORMAS. Governo e Legislativo precisam esquecer um pouco o populismo e os projetos pessoais.

REAL PODE VIRAR UM BOLÍVAR SOBERANO (dinheiro da Venezuela) SEM EQUILÍBRIO FISCAL E REFORMAS. Governo e Legislativo precisam esquecer um pouco o populismo e os projetos pessoais.

Fotos: Uol e Agência Brasil

 

SEM RESPONSABILIDADE FISCAL PERDEREMOS CREDIBILIDADE JUNTO A INVESTIDORES.

Isto será igual a inflação e juros altos, bolsa em queda e câmbio louco.

 

EDITORIAL

É hora de Governantes das três unidades da federação, políticos e partidos pensarem mais no País e menos no carreirismo. Todos tem o dever de exercitar a seriedade nos gastos e de retomar o compromisso com as reformas, assim que passar essa crise do vírus,

É preciso esquecer um pouco a busca de popularidade e de votos para projetos pessoais. Observe que também no Congresso a maioria reprovaria (rodaria) numa prova sobre gastos austeros, sérios. Grande parte só joga para a arquibancada pensando na próxima eleição.

Mas, se o Brasil não fizer o dever de casa perde credibilidade junto ao investidor porque ninguém vai querer vir por dinheiro em saco sem fundo.

O Custo Brasil, por exemplo, é uma das limitantes do nosso crescimento econômico. É um prego na engrenagem da Economia. Ele tem raízes no peso da folha, nos altos juros para projetos, na ineficiência das plantas industriais, na mão de obra preparada para tarefas do século passado … entre outros.

As reformas podem criar mecanismos para corrigir muita coisa, inclusive reduzir o “Custo Brasil”. Podem facilitar o controle de gastos, eliminar o desperdício e estancar a sangria devido à gastança em projetos politiqueiros ou populistas sem a devida fonte de recursos para financiá-los.

Se não formos competentes para arrumar a casa ninguém virá investir em setores que reduzam o “Custo Brasis”, como: infraestrutura, energia, tecnologia, saneamento básico e um agronegócio ambientalmente sustentável.

Sempre é bom lembrar que existe no mundo cerca de R$ 1,5 trilhão com remuneração zero ou negativa, debaixo do colchão, por falta de lugar crível para investir.

E o Brasil deve ficar de olho nisso, pois não terá futuro se não atrair capital para projetos que modernizem e desengessem a sua Economia.

Então, caso não tivermos juízo, especialmente no equilíbrio fiscal, a tendência vai ser a volta da inflação, da ciranda financeira e da instabilidade da moeda.

Um quadro assim pode ser um passo para se tomar a direção da colisão com o caos.

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Seria o caminho mais curto para o Real virar um Bolívar Soberano, o

dinheiro da Venezuela.

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Texto: Eron J Silva.