REFLEXÃO SOBRE OS 6 MESES – Ceron vai bem ou mal?

REFLEXÃO SOBRE OS 6 MESES – Ceron vai bem ou mal?

Introdução e justificava

Não tenho procuração para defesa e nem recebo um centavo sequer da Prefeitura. Se eu quisesse estaria lá e muito bem colocado.

Quando faço comentários sobre a Administração Antônio Ceron é por força de ofício e por convicção. Conheço-o até demais.

Há mais de 30 anos que zelo pela imagem do Ceron e creio que em alguma coisa o ajudei nessa trajetória vitoriosa: desde os tempos da Rádio Clube, Correio Lageano, Jornal A Notícia, Jornal de Santa Catarina e Correio do Povo.

Também ninguém pediu minha humilde contribuição. Até porque muita gente no Paço me vê como peão. Mesmo agora com mais de 200 mil visualizações aqui no eronportal.com.br – Com todo o respeito, é claro, aos trabalhadores humildes: os peões.

Faz meses que não falo com o prefeito, até porque não precisa estar presente nas ações. Tudo chega por gravidade aqui, porque sua Assessoria de Imprensa é competente e agora não posso sair muito.

Também porque ele nem “teria tempo” pra me receber ou porque os que o cercam nem quererem agente por perto. Então não deixam.

 

Inimigos na trincheira

Minha avaliação pessoal dos primeiros seis meses de Ceron é aquela que já fiz no artigo anterior: ele vai ser obrigado a sair à reeleição, até porque nem terá concorrente à altura para enfrentá-lo.

Basta, no entanto, alguns ajustes, mas não nas Secretaras tope, tipo: Educação, Saúde, Finanças e Administração. Essas estão nota 10. E é normal que o povo reclame. Afinal, sempre quer a zona de conforto.

Os riscos estão em outros pontos do Colegiado. Lá onde há gente que se acha a última Coca Cola de um deserto. Ou melhor: aquele gás que sai ao abri-la.

Esse que não atendem a nós, mortais, nem pelo telefone. Esse é o maior perigo para os administradores: o inimigo na trincheira. São aqueles que pensam que os mandatos são de 100 anos. Ou seja, os amigos do rei.

Já dizia Abraão Lincoln: não confie muito nos amigos, eles conhecem bem seus pontos fracos e estão sedentos por candidaturas e até pelo seu lugar. Aprenda a valorizar os inimigos, estes ficarão devedores a você.

Como diria Luís XIV – o Rei Sol da França – cada vez que nomeio um ministro arranjo 100 descontentes e um ingrato. Ele irá me trair na primeira oportunidade.