PROJETOS POPULISTAS E SOCIALISTAS – Lembra-se quantos governos com esta filosofia ainda existem na Europa e por aqui?

PROJETOS POPULISTAS E SOCIALISTAS – Lembra-se quantos governos com esta filosofia ainda existem na Europa e por aqui?

 

NA AMÉRICA DO SUL – O FILÉ DO MUNDO – RESTA APENAS UM REMANESCENTE DO RANÇO DO POPULISMO QUE A HISTÓRIA JÁ SEPULTOU: O DA VENEZUELA.

brasil

VOCÊ SE LEMBRA DE QUANTOS GOVERNOS SOCIALISTAS AINDA EXISTEM NA EUROPA?

Apenas três.

VOCÊ SE LEMBRA DE QUANTOS GOVERNOS POPULISTAS AINDA EXISTEM NA AMÉRICA DO SUL?

Apenas um.

E PENSAR QUE TENTARAM IMPLANTAR UM GOVERNO DESSA TENDÊNCIA AQUI NO BRASIL!

VEJA AS RESPOSTAS ÀS PERGUNTAS ACIMA NO ÚLTIMO ARTIGO DESTA PÁGINA.

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ARTIGO I

Olhando para o retrovisor

Vamos a uma pequena busca histórica dos mais ambiciosos e duradouros projetos de poder ao longo da Humanidade. O primeiro poderia ser os 40 anos do povo de Moisés no deserto. Depois, o de Lenin, na União Soviética, inspirado nas teorias do pensamento de Marx: durou mais de 50 anos. Poderíamos colocar, ainda, o de Fidel Castro, em Cuba: 58 anos. Esta último começou a se entregar à realidade recentemente. Sua nova Constituição vai até  admitir a propriedade. Sinais de menos comunista.

Aqui nas Américas ainda restam alguns governos populistas. Na Venezuela o Chavismo está agonizante e na Nicarágua já começam os protesto de rua.  Cuba, a vitrine comunista do Ocidente está jogando a toalha.

Caso inventassem aqui no Brasil estes modelos já sepultados pela História, certamente Getúlio Vargas e Monteiro Lobato certamente se remexeram no túmulo diante de tamanha agressão a estruturas como a Petrobras e o BNDES viessem a correr risco de sofrer com ideais fora das tendências. “O Brasil é nosso!” “O petróleo é nosso!” São frases desses dois personagens da História Recente, que estão feridas mortalmente pela corrupção, a irresponsabilidade fiscal e o populismo.

Eron Portal

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ARTIGO II

Projetos populistas sempre esbarram na questão econômica. No Brasil não será diferente  se inventarem bobagens…

Basta refletirmos um pouquinho que vamos descobrir que os longos projetos populistas ruíram devido à falta de dinheiro para financiar a ineficiência, o desperdício e a corrupção. Esbarraram sempre nas limitações que o próprio sistema cria: a inoperância, a desmotivação para a busca do sucesso pessoal e a falta de qualidade na produção.

Geralmente o populismo prioriza o paternalismo, que é um estímulo à acomodação e até à vadiagem. Desorganiza a coisa pública e leva a uma gastança generalizada.

Ao longo da História, esses projetos chegaram ao fim também por falta de viabilidade econômica ou de sustentabilidade. A rigor, funcionaram muito bem enquanto a propaganda os manteve. No Império Romano a fome foi uma das causas do seu fim: havia tesouros, força militar e vastidão territorial. Faltou comida (o combustível da época) até para o transporte dos exércitos. O método “pão e circo” não foi o suficiente para manter o povo indiferente e calmo.

No projeto de Moisés, depois da travessia do Mar Vermelho, o povo comeu Manah, que nada mais era do que pólen da tamareira, supostamente vindo dos céus. Era encontrado nos rudes tecidos das barracas que o capturava dos ventos. A terra prometida não veio e o povo se dispersou. É um teor bíblico muito importante para reflexão e para reforçar o temor a Deus. Até bem pouco o homem só não foi mais cruel por temer o fogo do inferno, nem tanto por temer a polícia, o juiz e a cadeia.

Em Cuba, o projeto de Fidel Castro foi muito bem enquanto a União Soviética deu a mesada anual. Afinal, a Ilha era uma vitrine comunista no Ocidente. É claro que houve o lado bom: um avanço na Saúde, na Educação e no capital intelectual. Mas, não bastou para sobreviver à influência do livre mercado.

Sempre é bom frisar que o ser humano é um inconformado por natureza. Também quer ser feliz, diverti-se, enfim, conseguir a realização pessoal. Não é à toa que já está mudando.

Também foi por falta de sustentabilidade econômica que o muro caiu na União Soviética. O projeto era mantido em pé com a força das armas (a URSS era uma prisão) e as ogivas ameaçavam o mundo. Intimidação total através do poderio do Exército Vermelho. No fim, teve de ceder às leis de mercado.

Seu lado bom foi que manteve a integridade da Rússia, as reservas e produziu um considerável patrimônio intelectual e de conhecimento.

Eron Portal

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ARTIGO  III

O Comentário do Eron – Projetos populistas sempre esbarram na questão econômica-II.

Uma reflexão histórica:

Basta refletirmos um pouquinho que vamos descobrir que os longos projetos populistas ruíram devido à falta de dinheiro para financiar a ineficiência, o desperdício e a corrupção. Esbarraram sempre nas limitações que o próprio sistema cria: a inoperância, a desmotivação para a busca do sucesso pessoal e a falta de qualidade na produção.

Geralmente o populismo prioriza o paternalismo, que é um estímulo à acomodação e até à vadiagem. Desorganiza a coisa pública e leva a uma gastança generalizada.

Ao longo da História, esses projetos chegaram ao fim também por falta de viabilidade econômica ou de sustentabilidade. A rigor, funcionaram muito bem enquanto a propaganda os manteve. No Império Romano a fome foi uma das causas do seu fim: havia tesouros, força militar e vastidão territorial. Faltou comida (o combustível da época) até para o transporte dos exércitos. O método “pão e circo” não foi o suficiente para manter o povo indiferente e calmo.

No projeto de Moisés, depois da travessia do Mar Vermelho, o povo comeu Manah, que nada mais era do que pólen da tamareira, supostamente vindo dos céus. Era encontrado nos rudes tecidos das barracas que o capturava dos ventos. A terra prometida não veio e o povo se dispersou. É um teor bíblico muito importante para reflexão e para reforçar o temor a Deus. Até bem pouco o homem só não foi mais cruel por temer o fogo do inferno, nem tanto por temer a polícia, o juiz e a cadeia.

Em Cuba, o projeto de Fidel Castro foi muito bem enquanto a União Soviética deu a mesada anual. Afinal, a Ilha era uma vitrine comunista no Ocidente. É claro que houve o lado bom: um avanço na Saúde, na Educação e no capital intelectual. Mas, não bastou para sobreviver à influência do livre mercado. Sempre é bom frisar que o ser humano é um inconformado por natureza. Também quer ser feliz, diverti-se, enfim, conseguir a realização pessoal.

Também foi por falta de sustentabilidade econômica que o muro caiu na União Soviética. O projeto era mantido em pé com a força das armas (a URSS era uma prisão) e as ogivas ameaçavam o mundo. Intimidação total através do poderio do Exército Vermelho. No fim, teve de ceder às leias de mercado. Seu lado bom foi que manteve a integridade da Rússia, as reservas e produziu um considerável patrimônio intelectual.

Eron Portal

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ARTIGO IV

Contribuição que chegou ao site : Governos populistas duram até acabar o dinheiro dos outros

Apesar de que não o eronportal.com.br não necessariamente esteja concordando em tudo, o fato é que a reflexão a seguir que nos chegou aqui merece sua análise também. Veja:

Você sabe quantos países com governo socialista restam agora em toda a União Europeia?

Apenas 3:

1. Grécia

2. Portugal

3. Espanha

Os três socialistas da Europa estão endividados até o pescoço….

E NAS AMÉRICAS?

Resta um populista na América do Sul: Venezuela, com o povo correndo de  lá…

E na América Central a Nicarágua, com linha parecida, já começa a enfrentar protestos de rua.

Os três socialismos da Europa estão endividados até o pescoço….

Eis as razões, segundo definições clássicas de MARGARETH THATCHER:

“O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros”.
“É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade”.

“Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber”.(quem se habilita?)

“O governo não pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém”.

“Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação”.

Visão típica desses sistemas de governo: milhões de pessoas dependendo do seu trabalho. Ele precisa financiar a cortesia que fazem com o chapéu alheio.