Projeto do PT pretendia ser o mais longo da História

Projeto do PT pretendia ser o mais longo da História

ERON Portal, Lages/SC – Sem modéstia alguma, o PT arquitetou um plano de tamanha ambição, que tinha a pretensão de suplantar os mais longos da História: ficar no poder por mais 60 anos. José Dirceu teria sido o arquiteto principal.

Vamos a uma pequena busca histórica dos mais ambiciosos e duradouros projetos de poder ao longo da Humanidade. O primeiro poderia ser os 40 anos do povo de Moisés no deserto. Depois, o de Lenin, na União Soviética, inspirado nas teorias do pensamento de Marx: durou mais de 50 anos. Poderíamos colocar, ainda, o de Fidel Castro, em Cuba: 58 anos. Finalmente, o pretensioso e ambicioso projeto de poder do PT, no Brasil, iniciado com Lula, o sindicalismo e parte da igreja.

A intenção seria a de ficar no poder por mais de 60 anos. Não contavam, porém, com o surgimento de um novo Silvério dos Reis chamado Roberto Jefferson, que denunciou o MENSALÃO.

Frustrada essa tentativa, partiu-se para o uso do Pré Sal, a dilapidação do patrimônio da Petrobrás e a contaminação generalizada com a corrupção, a propina e a gastança irresponsável em quase toda a estrutura pública. Objetivo: financiar um partidão e a formação de uma poderosa base parlamentar.

É bom que se diga que esse balcão de negócios, envolvendo a maioria dos 35 partidos com assento no Congresso, começou com FHC. Nos governos do PT, essa foi uma alternativa para a busca da consolidação de um poderoso e o ambicioso projeto dos líderes petistas.

Certa vez cheguei a dizer que o PT ainda teria tempo o suficiente para quebrar o BB, a CEF, o BNDES, a Petrobrás e, por fim, o Brasil. Quase que se concretizou a profecia. A propósito, a caixa preta do BNDES é uma bomba com potencial ainda desconhecido, porém, capaz de implodir qualquer iniciativa política do PT.

Getúlio Vargas e Monteiro Lobato certamente se remexeram no túmulo diante de tamanha agressão às estruturas que foram as meninas dos olhos deles. “O Brasil é nosso!” “O petróleo é nosso!”, são frases desses dois personagens da História Recente, que estão feridas mortalmente pela corrupção e a irresponsabilidade fiscal.