PROFISSÃO PERIGO: PROFESSOR – Uma vida exposta à violência, aos problemas emocionais e ao comprometimento da saúde.

PROFISSÃO PERIGO: PROFESSOR – Uma vida exposta à violência, aos problemas emocionais e ao comprometimento da saúde.

SER PROFESSOR NÃO É SACERDÓCIO, É PROFISSÃO. MAS HOJE É SINÔNIMO DE SACRIFÍCIO PESSOAL E SOFRIMENTO. VIROU MODA EDUCADOR SER ESPANCADO EM ESCOLAS.

Quem diria! A função tão nobre de professor, que já deu tanto status, autoridade e até glamour, hoje chegar a esse ponto. Foi-se o tempo em que cuidar do futuro das pessoas dava boa qualidade de vida, remuneração digna e realização pessoal e profissional!

Nos últimos tempos, leis eleitoreiras e ideológicas, políticas equivocadas de governo, pais negligentes na formação de berço dos filhos e alunos problemas, tiram a autoridade e até os sonhos do profissional da escola.

Assistindo ao programa jornalístico “Profissão Repórter”, da Rede Globo, você pode  perceber o esteado triste em que se encontram muitas escolas, especialmente nas grandes cidades, onde o poder público já está perdendo o controle da situação.

Professores apanham de alunos e pais, são espancados, esfaqueados e baleados por alunos violentos e mimados por pais incompetentes para ter filhos. Sem considerar que alunos são vitimas uns dos outros e há os casos de massacres e quebra-quebra em sala de aula.

A vida não vale mais que um 1,99

Garota vira bicho e quebra o pescoço da colega em briga de colégio.

 

Tudo por causa da decadência da raça humana e porque o discurso da prioridade pela Educação nunca desce do palanque. Porque os pais vem terceizando a tarefa de ensinar o filho a ser gente para a escola, que deve apenas fazer o acabamento da personalidade.

Claro que a escola deve ser a maior responsável pela formação da cidadania, para daí ensinar Português, Matemática, Ciências, Conhecimentos Gerais, entre outros conteúdos para enriquecer o conhecimento e a qualificação humanos.

Com isso, profissionais da escola vivem mais nos consultórios médicos, em clínicas, em hospitais e nas filas de aposentadoria por invalidez e doenças adquiridas no trabalho.

Na luta pela sobrevivência, muitos educadores chegam a dar aula em cinco ou seis lugares e fazem até tele entrega para complementar a renda. Enquanto isso, há cada vez mais salas de aula vazias.

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Educação vazia, cabeças vazias, cabeças doentes, e salas vazias.

 

Como iremos levar nosso país ao Primeiro Mundo, se o setor que realmente faz reformas e revoluções tecnológicas, se a Educação, melhor caminho mais curto para isso, está nesse estado?