HÁ MAIS DE 20 DIAS ESTÁ INTERDITADA UMA DAS BELAS SERRAS DE SC – A medida é providencial, pois enorme rocha ameaça cair em veículos e pedestres

HÁ MAIS DE 20 DIAS ESTÁ INTERDITADA UMA DAS BELAS SERRAS DE SC – A medida é providencial, pois enorme rocha ameaça cair em veículos e pedestres

Há plantão policial no início do trecho com risco.

Última atualização: 20/6, às 02h29min

 

Foto: Blog Olivete Salmoria-Lages e sc.gov.br

 

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A estrada da Serra do Corvo Branco, rodovia SC-370, na Serra Catarinense, entre Gão Pará e Urubici, já está há mais de 20 dias totalmente interditada.

É uma decisão acertada, pois a situação é grave.

Segundo a Secretaria de Estado da Infraestrutura, ainda não tem prazo para a reabertura. Uma empreiteira deve detonar uma grande rocha que ameaça veículos e até pedestres.

 

MAIS CEDO

RISCO DE NOVO DESLIZAMENTO DE ROCHA

 

Por medida de segurança, acertadamente, a Secretaria de Estado da Infraestrutura e corporações militares interditaram a Serra do Corvo Branco, perto de Urubici/SC.

 

Veja decisão do Governo:

 

Blog Olivete Salmoria/Lages – “A Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade informa que, por questões de segurança, continua expressamente proibida a passagem de qualquer tipo de veículo e até mesmo de pedestres na Serra do Corvo Branco (SC-370), do corte da Serra até Grão Pará. O bloqueio passou a ser monitorado pela Polícia Militar Rodoviária (PMRv).

“Fechar a Serra do Corvo Branco não era o que nós gostaríamos. Mas é o que é necessário fazer para a segurança das pessoas. Estamos diante de uma situação bastante crítica e que precisa de uma intervenção técnica. A questão nunca foi apenas a limpeza da via, há risco de quedas de rochas, que foi o que aconteceu no último domingo e pode voltar a ocorrer a qualquer momento. Além disso, tivemos perdas de pista e, com as chuvas, podem ocorrer outras”, destaca o titular da pasta, tenente-coronel Thiago Vieira.

A decisão foi tomada após geólogos da Defesa Civil especialistas em desastres, equipes coordenadas pela SIE e representantes do Exército Brasileiro avaliaram a situação no local. O secretário adjunto da SIE, engenheiro Civil Alexandre Martins, explicou que os moradores que protestaram na área, recentemente, jogaram material rochoso, barro e até mesmo guard-rails nas encostas. Com isso, houve sérios danos à vegetação, que naturalmente exerce a função de conter as encostas.

“São mais de duas toneladas de rochas que foram deixadas na via justamente para proteger a pista do material que ainda está por cair. Estamos trabalhando para mitigar os riscos agora”, avalia Martins.

Novas ações

Juntamente com o Batalhão do Exército de Lages, a SIE avalia a possibilidade de uma detonação da rocha que está em risco. Paralelamente, a empresa contratada trabalha no desmonte a frio da rocha no ponto onde houve perda de pista. O objetivo é abrir caminho para um novo traçado com segurança.

ANTERIORMENTE

DESLIZAMENTO DE ROCHAS INTERROMPE A RODOVIA DA SERRA DO CORVO BRANCO

 

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COM PRESSA DA LIBERAÇÃO E ATÉ COMO MANIFESTAÇÃO, A POPULAÇÃO FEZ UM MUTIRÃO PARA TENTAR AJUDAR NA REABERTURA DE MAIS BELA SERRA DE SC

 

Governo do Estado iniciou uma da mais difíceis operações: a reabertura da estrada da serra do Corvo Branco, a mais bela expressão da natureza na Serra Catarinense.

Durante a primeira onda de chuva e frio, houve deslizamento e caiu um trecho no ponto mais ingrime da subida dessa estrada, trecho entre Grão Pará e Urubici.

 

Deu no bem informado Blog Olivete Salmoria/Lages:

“Comunidade põe mão na massa para liberar a serra do Corvo Branco.

A comunidade de Urubici se uniu para liberar o trecho da Serra do Corvo Branco que estava obstruído com a queda de barreira. Outro grupo debaixo da serra, de Aiurê, subiu para também ajudar na tarefa, visto que muitos moradores precisam utilizar aquele caminho semanalmente.

“A Serra está abandonada e o trabalho feito na semana passada foi mal feito, para dizer o mínimo. O Estado quer muito projeto, muita coisa, mas não faz nada prático”, reclama o comerciante Vilto Miguel da Silva.

“O que queremos é maior celeridade do Estado e também a contratação de uma empresa que preste um bom serviço, pois o que foi feito até agora a chuva já levou embora”, lamenta Vilto”.

 

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Último trecho de 800 m ainda é de chão batido: é um desafio!

 

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De vez em quando caiu uma barreira. Esta foi no ano passado.

 

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Quando foi aberta a picareta essa estrada, no século passado, já houve grande integração da comunidade.

 



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