HÁ POLÍTICO BRASILEIRO, EM TODOS OS LADOS, PENSANDO QUE É DEUS E OUTROS QUE TEM CERTEZA QUE SÃO – Observe a vaidade de certos líderes e a arrogância de alguns parlamentares.

HÁ POLÍTICO BRASILEIRO, EM TODOS OS LADOS, PENSANDO QUE É DEUS E OUTROS QUE TEM CERTEZA QUE SÃO – Observe a vaidade de certos líderes e a arrogância de alguns  parlamentares.

SÃO COMO O REI SOL DA FRANÇA QUE NUTRIA ENORME INVEJA E CIÚMES DE QUEM FAZIA SUCESSO OU RECEBIA APLAUSOS OU ELOGIOS.

 

Veja esta história:

“NUNCA OFUSQUE O BRILHO DO MESTRE”

Ainda muito jovem, com a coroa de Rei da França, Luís XIV – o temido Rei Sol – administrava um país mergulhado em crise, problemas econômicos e insatisfação geral.

Conselheiros sugeriram a nomeação do que existisse de melhor na Europa como financista. Trouxe o que achou de excelência no mercado. Em poucos anos, a França já era a maior potência da época.

Esse ministro tinha a reputação de anfitrião mestre. Costumava organizar monumentais festas para agradecer as boas relações comerciais. Porém, com todos os custos por adesão dos “homenageados”. Para um mega jantar, convidou e vieram todas as cortes vizinhas. Sucesso total!

Nessa noite, o Palácio de Versalhes virou o centro da elegância e de gastronomia da Europa.

Naturalmente, ao chegar, os convidados iam direto abraçar, aplaudir e elogiar o organizador da festa.

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Enquanto isso, o que era o anfitrião de direito (o rei, foto acima) estava lá num canto, iluminado pelo brilho do trono, mas, ardendo e febre de tanto ódio.

Sua reação foi tão severa diante da inveja e o ciúmes, que a partir do dia seguinte ninguém mais ouviu falar no super-ministro. Fora banido para uma ilha inacessível, no total ostracismo*.

Foi nessa noite que o Rei Sol teria dito a célebre frase: “Cada vez que nomeio um ministro, arranjo 100 descontentes e um ingrato!”

Portanto, cuidado! Comece a observar o perfil de alguns que andam por aí, picados pela mosca azul do poder.

FUNDAMENTAÇÃO

A passagem acima está no livro As 48 Leis do Poder, de Robert Greene. Ela expressa muito bem a personalidade de políticos como como você encontra por aí nos executivos de todas as instâncias e entre a maioria dos parlamentares tidos como cabeças coroadas da oposição. A começar por algumas figuras até hilariantes das votações da Câmara e do Senado.

Só que os merecedores mor dessa comparação com o Rei Sol devem ser os líderes de ambos os lados dessa disputa político-eleitoreira estabelecida nessa campanha contra o vírus. Há gente que é uma pilha de orgulho, de vaidade e de personalismo. Também exercitam na plenitude os sentimentos do ciúmes e da inveja, piores pecados capitais.

Quem observa de fora e que é democrata e neutro em relação a partidos políticos, é que pode enxergar ambos os lados.

Na oposição, que é tão legítima como a situação, a gente vê que também residem lá alguns exemplos clássicos de imitadores do Rei Sol (o Luís XIV). Toda vez que tem a oportunidade para destilar veneno, os mercadores de ilusões o fazem mais em busca do poder ou movidos mais pela inveja, o ciúmes e o personalismo, que pelo povo.

No que os políticos demagogos são craques é em usar o santo nome do povo pobre e inocente em vão.

Mas estes até que estão no seu papel, como opositores numa Democracia. A missão principal deles é apelar para a distorção, o oportunismo, jogar para a arquibancada, prometer muito e mentir bastante.

Afinal, seus eleitores adoram isso. Mas alguns deles até perdem a compostura de tamanha deselegância.

Exemplo disso foi na votação do “Coronavoucher” de R$ 600 reais. A oposição se colocou como salvadora da Pátria, caso típico do relatar Marcelo Aro, um ilustre desconhecido que foi o máximo em deselegância. Parecia o dono do mundo. Mal sabe ele que precisará do Executivo para referendar e do Ministério da Economia para arranjar dinheiro e pagar a conta.

 

(*) Ostracismo – condenação do cidadão de Atenas ao exílio, banimento por 10 anos. Desterro político, isolamento, exclusão por abuso de poder.

O termo vem do uso de óstracos, pedaços de cerâmica onde o povo escrevia o nome de quem deveria ser condenado ao ostracismo.