GEOPOLÍTICA ADOTA VACINAS COMO INSTRUMENTO DE PROPAGANDA DO BEM – Autoafirmação será através das “armas” construtivas

GEOPOLÍTICA ADOTA VACINAS COMO INSTRUMENTO DE PROPAGANDA DO BEM – Autoafirmação será através das “armas” construtivas

FOTO: STOCK (FREE)

 

MUDA A FORMA DE BUSCAR O EQUILÍBRIO ENTRE IDEOLOGIAS: NÃO SERÁ MAIS SÓ ATRAVÉS DO PODERIO DAS BOMBAS

 

Superpotências trocam parte da produção de ogivas por produção de armas contra o vírus

 

VACINA SERÁ NOVO INSTRUMENTO DE PROPAGANDA DE AUTOAFIRMAÇÃO DE SUPERPOTÊNCIAS NO CONCERTO DAS NAÇÕES 

A tendência é as superpotências optarem por muita produção, comercialização e doação de vacinas, ao invés da guerra fria tipo a protagonizada por Estados Unidos e Rússia (na época da URSS), a partir dos anos 60. Hoje inclui-se aí a China, cuja “guerra Fria” maior vinha sendo a disputa comercial e retaliações.

 

A NOVA DISPUTA GEOPOLÍTICA

Nos anos 60 existia uma espécie de neura do Ocidente em relação aos comunistas. Os Estados Unidos lideravam tudo e temiam o crescimento do comunismo na América Latina.

Tanto é verdade que o então presidente Kennedy criou a Aliança para o Progresso, programa que tinha por objetivo promover o desenvolvimento e combater a miséria no Continente Latino Americano.

Esse programa, em 61, mandava recursos e até merenda escolar para o Brasil e vizinhos.

A aliança que vem agora será com vacinas. E o mesmo ocorrerá com China e Rússia que participarão com doações e também facilitarão acesso à aquisição de imunizantes.

Será uma nova concepção de propaganda na Geopolítica. Será a “Guerra Fria” deste século.

É já se foi tempo em que as políticas econômicas e as guerras dominavam as disputas no planeta. No dia em que a pandemia do novo coronavírus foi reconhecida, no ano passados, os esforços passaram a ser, prioritariamente, em defesa da Saúde.

Pobres serão socorridos, até porque os ricos não irão querer focos de contaminação por perto. E há uma grande preocupação dos EUA com a América Latina. Para seus países estarão sendo direcionadas mais e mais doações e ofertas de venda de vacinas por Estados Unidos, China e Rússia, principalmente.

Texto: Eron J Silva

Eron Portal

 



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