FOLGA PARA DEPUTADOS E SENADORES – Recesso pode ser de seis meses. É que o ano legislativo quase termina em maio.

FOLGA PARA DEPUTADOS E SENADORES – Recesso pode ser de seis meses. É que o ano legislativo quase termina em maio.

SAIBA PORQUE O ANO LEGISLATIVO PODE PRATICAMENTE TERMINAR ESTE MÊS.

VEJA, TAMBÉM, QUAIS AS VOTAÇÕES DE QUE O BRASIL PRECISA PARA MANTER A RECUPERAÇÃO ECONÔMICA

O Governo já está preocupado com a agenda do Congresso. Num ano em que tudo caminha para a recuperação dos números da economia, aprovar reformas é crucial. Tanto que o governo já iniciou a mobilização para tentar manter os parlamentares ao máximo em Brasília.

Para tentar viabilizar a aprovação da privatização da Eletrobrás vai aumentar os recursos do projeto de transposição do Rio São Francisco. Isso interessa à bancada nordestina, onde está a maioria da oposição e também muitos que são contra a venda da estatal.

MAS A AGENDA ESTÁ COMPROMETIDA

Eventos com a Copa do Mundo, as festas juninas, as coligações e as convenções partidárias e as eleições deverão dominar a pauta de todo mundo.

Isto é preocupante para nosso dia a dia. Esses eventos acima nos interessa, mas também eles desviam as atenções daquilo que mais precisamos que são as reformas.

O QUE MEXERIA JÁ EM NOSSA VIDA:

Para aliviar o peso das crises econômica, política e morar em nosso bolso, seriam necessárias algumas providências urgentes do Congresso ainda este ano.

Veja algumas: a reforma da Previdência, a aprovação da privatização da Eeltrobrás, concluir a reforma trabalhista, dar sustentação às medidas contra a violência e aprovar também na Câmara a PEC já aprovada no Senado que limita a farra da impunidade decorrente do Foro Privilegiado para quase 55 mil autoridades.

MAS COMO SERÁ A AGENDA?

Em junho haverá a Copa do Mundo;

Em junho e julho haverá as festas juninas que seguram os deputados e senadores nordestinos em suas bases;

Então, em junho e julho só vai se falar em eleição com as coligações e convenções partidárias;

Em agosto começa a campanha eleitoral, no palanque e na mídia, cujos atores principais serão os políticos. (Deputados federais, senadores, deputados estaduais, governadores e presidente da República).

Será que vai ser possível segurar parlamentares em Brasília depois de maio?

IDEIA INTERESSANTE

O presidente Michel Temer vai propor ao presidente a ser eleito em outubro que também pegue a bandeira da reforma da Previdência já este ano.

E o Governo deve estar consciente, também, de que não é só de aprovação de projetos de reforma que precisamos. Há algumas necessidades legais prioritárias para o País andar e para que a travessia de um Governo para outro seja o mensos traumática possível.

Mas para votar alguma PEC ainda este ano, o Governo precisaria suspender a intervenção na Segurança do Rio  de Janeiro. Não se pode votar emenda constitucional enquanto existir intervenção federal em algum Estado.

Neste caso, poderia suspender a intervenção enquanto o Congresso estivesse votando qualquer PEC e depois ser  retornada.