FALTAM REFERÊNCIAS EM TODAS AS ÁREAS – Qualquer criatura que faça algo fora do comum já vai para o pedestal.

FALTAM REFERÊNCIAS EM TODAS AS ÁREAS – Qualquer criatura que faça algo fora do comum já vai para o pedestal.

IMAGINA SÓ A SAUDADE QUE IREMOS TER DE PERSONAGENS CONSAGRADOS DO PASSADO!

Hoje em dia, no esporte então, nem se fala! A escassez de referências é tanta que qualquer cabeça de bagre ou de camarão que realize uma só façanha já é endeusado. Exemplo disto são os garotos que tem se destacado atualmente como como o Roni do Corinthians. Este até que tem potencial e uma história interessante.

Não que estes garotos não possam se consolidar como ídolos um dia. Mas dar o altar de ídolos antecipadamente para eles é muita precipitação. O fato de já sairmos citando-os como exemplos emergentes só pode ser devido à carência de novas referências.

Que bom que temos mitos nos esportes e nas mais diversas áreas para cultuarmos! Já tivemos tantos que redefiniram o impossível! Nem precisamos citar nomes como Ayrton Senna, Pelé, Chico Anysio e JK.

Pena que na vida pública, por exemplo, depois de Juscelino Kubitschek, pouco aconteceu de extraordinário.

Nos últimos tempos os meios de comunicação nos reavivaram a memória, reeditando imagens de feitos de nosso principal ídolo no automobilismo, o Ayrton Senna. É que sua morte inesperada ocorreu num dia 1º de maio.

Também tem lembrado muito o Pelé, personagem de igual calibre e que também levou o nome do Brasil para todo o mundo. Inclusive já se disse que Pelé, Café, Amazônia e Carnaval são as nossas marcas mais conhecidas no Planeta.

Cremos que reeditar Pelé e Senna será quase impossível. Eles são tão especiais que até adversários ou novos campeões se tornaram admiradores, fãs e torcedores.

No futebol de hoje surgem quase só maus exemplos e mediocridades arrogantes. Só para lembrar um, nosso maior nome, o Neymar, ocupa mais as manchetes negativas que as positivas. Isso não é admissível nos ídolos, que devem mostrar equilíbrio e dar bons exemplos.

No mundo político, nos últimos tempos, o foco tem sido no ex-presidente Lula.

Realmente estamos carentes de referências em todas as áreas.

Os novos governadores, fenômenos de votos, ainda não disseram porque vieram e mais decepcionam que orgulham.

Não que o povo tenha votado errado. Foi porque estas foram alternativas, diante de enorme decepção com os mal feitos da classe política.

Que desventura a nossa!