EXTINÇÃO DE MUNICÍPIOS É UMA NECESSIDADE – Mas só uma nova cultura administrativa já bastaria.

EXTINÇÃO DE MUNICÍPIOS É UMA NECESSIDADE – Mas só uma nova cultura administrativa já bastaria.

 

UMA CONSCIÊNCIA COMO A DO PREFEITO DE COLETINA/ES JÁ SERIA SUFICIENTE.

Ele é o modelo ideal de administrador público.

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O prefeito mais notável do Brasil, Sérgio Meneguelli, de Colatina/ES, não é o mais famoso apenas porque pinta pontes e meio fias, pega na enxada e faz canteiros e participa de mutirões.

Isto seria uma obrigação, até para dar o exemplo às novas gerações e para motivar sua equipe.

O mais relevante é que ele também é um exemplo de austeridade e zelo pelo dinheiro público.

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Toda hora ele faz escola: no almoço, um marmitex com funcionários no camelódromo, não gasta à toa e nem com mordomias, cortou gastos de R$ 500 mil/ano só cortando o lanche de comissionados no meio da tarde e não se cercou de assessores no gabinete. Só para citar algumas atitudes que revelam humildade pessoal e respeito com o cidadão.

Uma conduta assim não fere a honorabilidade do cargo, nem a dignidade da autoridade.

Precisam ser seguidas!

 

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Acredite: ele acaba de ir fazer uma palestra na “Brasilian International Live Conference”, em Harvard.

Nada de extraordinário, se não fosse o maior exemplo de administrador municipal no Brasil.

O diferencial foi que ele comprou as passagens no cartão pessoal parcelado juntamente com as demais despesas da viagem.

Em regra geral os prefeitos não só as comprariam com dinheiro da prefeitura como levariam uma comitiva, além de fazer enorme estardalhaço publicitário pago para repercutir ao máximo o convite pensando no capital político eleitoreiro.

 

Texto: Eron J Silva

 

MODELOS PARA BARRAR INCOMPETÊNCIA EM PREFEITURAS – São os que não fazem promessas, não mentem demais, não sabem beijar criancinhas e nem abraçar direito as suburbanas.

ADMINISTRADOR DOS SONHOS É AQUELE QUE NÃO É DEMAGOGO E NEM ELEITO POR CONCHAVOS POLÍTICOS.

JEITO NOVO DE ADMINISTRAR QUEBRANDO TABUS E PARADIGMAS SEM SER DEMAGOGO. SÃO OS ADMINISTRADORES QUE PÕEM E MÃO NA MASSA E CORTAM DESPERDÍCIOS.

Nestes temos de escassez de bons administradores, de seriedade na coisa pública, desleixo na cidade e filosofia do aumento na receita ao invés de cortar despesas desnecessárias e a gastança, nem tudo está perdido. Em Colatina/ES, o prefeito atual, Sérgio Meneguelli, é um exemplo a ser seguido.

O curioso foi o eleitor ter levado ao poder esse prefeito, pois geralmente elege o que beija melhor a suburbana, faz muitas promessas e mente bastante. Quem se propõe a ser austero e administrar como nas empresas são preteridos pelo eleitor. É que geralmente são conchavos que levam os administradores ao poder, em busca de privilégios.

Se o prefeito de sua cidade não é quele dos seus sonhos, dê uma lida na reportagem a seguir e veja que o prefeito de Colatina/ES quebra tabus, paradigmas e corta o desperdício mas não parece um demagogo. Administra mais fora do gabinete, varre a rua, cuida de jardins e praças, enfim: põe a mão na massa e consegue resultados impressionantes devido ao exemplo e a motivação de sua equipe.

VEJA NA REPORTAGEM ABAIXO O MODELO DE PREFEITO PARA O BRASIL

Prefeito Sérgio Meneguelli, de Colatna/ES, não foi candidato nestas eleições porque prometeu terminar o mandato.

Nestes tempos de carência de qualidade e de bons exemplos em gestão pública; quando há mais demagogia que sinceridade nas atitudes, ainda existem esperanças de uma luz no fim do túnel. Quem cuida da coisa pública precisa atentar para alguns modelos e exemplos a serem seguidos.

Todo dia se vê prefeitos excêntricos e cheios de estilo, pregando formas milagrosas de tocar a prefeitura e querendo inaugurar um jeito novo de administrar. Geralmente são casos efêmeros que nem decolam.

Mas nem tudo está perdido! Ainda há casos de quem não faz da atividade e das atitudes um festim de demagogia, uma cortina de fumaça para enganar o povo com laboratórios de experiências que geralmente não resultam em nada de prático.

Se pegarmos os prefeitos mais próximos da gente vamos perceber que apesar do discurso e das boas intenções, em alguns casos, nunca passam da mesmice. Mas também, não há como sonhar com sumidades administrativas se nos quadros dos partidos nunca estão as pessoas que deveriam estar lá?

Então, não há como esperar coisa melhor se todos os que chegam ao poder, chegam através de conchavos e da junção de interesses diversos. Com isso, o que sempre acontece é que acaba caindo por terra a ideia de que em certos setores da vida pública é preciso de profissionais.

Já dizia Dom Hélder Câmara que nunca devemos ter orgulho da humildade, nem exaltar exageradamente nossa honestidade e nossa seriedade. Pois este jornalista aqui vos diz: estas coisas aí não são mais do que obrigações, pré-requisitos para qualquer um pautar sua vida. E independentemente de ser pessoa pública ou não.

Desconfie, portanto, de quem precisa ficar sempre lembrando que é correto, que é trabalhador e que não é corrupto. Estas são características que devem ser como inerentes ao ser, próprias de sua postura, que devem vir de berço. Portanto, que nem é preciso aprendê-las.

Agora com as redes sociais e com a facilidade de acesso à informação, todo dia nos decepcionamos com alguém que está à frente da coisa pública. É comum hoje eu aprovar a postura e o método de alguém gerir a coisa pública e amanhã perceber que não era bem assim, ou que não era nada daquilo.

O fato é que existem quilômetros de distância entre discurso e a prática. Talvez por falta de sustentabilidade. Aí o que mais existe é a incompetência e os equívocos. Também, o que esperar de lideranças cuja universidade política formadora sempre foi a que ensinou o improviso, o provisório e a enganação? Só pode resultar em despreparo e inoperância!

Fui buscar um exemplo ímpar de aparente sinceridade e de um provável modelo de jeito novo de administrar com o senso da prioridade. Trata-se do prefeito de Colatina, Espírito Santo: Sérgio Meneguelli. Ele põe a mão na massa, mas é autêntico e transmite sinceridade, tanto nas ações como no que diz.

De tudo o que se vê em sua página nas redes sociais e no vídeo com base numa entrevista que concedeu à TV local, o que mais anima nem é sua presença na rua plantando árvores, grama, flores e varrendo calçadas. Isso muito desvairado faz por aí. O que mais lhe dá credibilidade é o que diz ter feito: cortar privilégios de quem ganha para trabalhar e o desperdício de recursos com o carnaval, por exemplo.

Ah! Que coisa boa! Ele disse que evitou um gasto de R$ 500 mil por ano só com restaurante para quem ganha para trabalhar. Que preferiu não fazer o carnaval de rua para atender melhor na Saúde e na Educação. Tomara que eu não venha queimar a língua ao falar ou destroncar os dedos ao digitar estas frases!

Na vida pública, o mais difícil é cortar privilégios. É que os privilegiados são os que mais têm poder, porque fazem a opinião. E geralmente são os que levam as pessoas a assumir os mandatos. A força dos privilegiados ficou evidente no episódio do enterro da PEC da Reforma da Previdência.

Mas é melhor ficarmos apenas com as coisas aqui da paróquia. O que mais me incomoda é quando meus leitores me perguntam quem é o prefeito deste ou daquele município? O que fazem? E por que falo tanto deles?

Apesar de que minha função no jornalismo político seja falar das administrações, das lideranças, enfim, dos mandatários e de suas ações, não quer dizer que preciso ficar só nas badalações. Até porque custa caro fazer jornalismo.

Mesmo sabendo que este SITE tem mais de 300 mil visualizações/mês, ainda há prefeito que não descobriu isso. Não sabe que a internet tem força e dá resultados. Nem nos dão retorno. Graças a Deus que não precisamos deles. Só com suas trapalhadas já está bom demais!

Farei um compromisso com meus leitores: publicar o nome dos prefeitos da região que você ainda não conhece porque não nos dão atenção. Nem posso dizer que não os conheço. Afinal, em 39 anos de jornalismo político, acredito que, infelizmente, ajudei com pelo menos um tijolinho na construção de seus nomes.