A ESSÊNCIA DA VIDA DE JESUS E DO NATAL : RENASCIMENTO, RENOVAÇÃO E SALVAÇÃO.

A ESSÊNCIA DA VIDA DE JESUS E DO NATAL : RENASCIMENTO, RENOVAÇÃO E SALVAÇÃO.

SERÁ QUE ELE VEIO PARA SALVAR TODA A HUMANIDADE?

PARA A SALVAÇÃO NÃO HÁ QUE HAVER ARREPENDIMENTO E UMA VIDA NOVA?

 

jesuspregacao

Em tempos de preparação para o Natal é bom pensar um pouco sobre a missão da salvação. Cremos que salvar toda a humanidade era a missão e até a vontade do Salvador. Só que Jesus veio, primeiro, para ensinar o caminho e a verdade! Logo, não foi para salvar a todos nós, indiscriminadamente.

É aceitável a tese de que Jesus Cristo veio para salvar toda a humanidade. Mas, esse é o discurso mais adequado para a estratégia pedagógica dos ministrantes da catequese, uma forma didática de pregação da importância do Messias.

Mas é preciso observar que em toda sua caminhada Jesus sempre mostrou o caminho a ser seguido, conforme a orientação do Pai. Logo, para a salvação, há que haver arrependimento, aceitação dos ensinamentos e de uma vida nova. Essa deve ser a visão de toda religião, pois elas se embasam na Fé para convencer e converter.

Se analisarmos com base no homem Jesus, a visão é bem clara ser outra. Não foi à toa que Ele escolheu, até como homem, quase sempre estar mais entre os do caminho errado e menos entre os justos. Afinal, era preciso mostrar o caminho do arrependimento e da renovação para a salvação dos desencaminhados.

Observe que até seu conselho – os apóstolos – representavam um estrato da sociedade. Era praticamente um representante de cada segmento. Do medíocre ao traidor e o intelectual, bem como deve ser um grupo de representantes do povo.

ANEXO

QUASE TUDO ESTÁ COMO DANTES

Há 2019 anos o mundo era muito parecido com o de hoje. Um mundo onde a maioria pensa em se locupletar, em privilégios, na zona de conforto e em ajeitar o seu lado.

Lá atrás também era um mundo onde poucos ouviam o clamor das ruas e não exercitavam o espírito da solidariedade. Igualmente, também eram egoístas, personalistas e avarentos.

A tradição bíblica diz que Deus Pai enviou o Filho para dar jeito no homem. Que Ele se preparou durante 30 anos e pregou apenas durante três, o suficiente para revolucionar e até virar ameaça. Afinal, ousou desafiar o poder constituído da época.

No Clero (como no Congresso de hoje), estavam os verdadeiros vendilhões do Templo. [Ainda bem que o Clero já mudou muito]. Pois também só pensava em dinheiro, poder, prazer e conforto.

Revelam estudos mais recentes que a grande fonte de lucros da época era o câmbio da moeda forte da épica na casa de Deus e a cobrança pela purificação para daí entrar no Templo. Hoje, o que mais se cobra é imposto e alguns agentes públicos também cobram para autorizar obras públicas e para “fazer o bem”, como o seu sacerdócio político.

A passagem bíblica da ira de Jesus com os camelôs vendilhões da época é simbólica. O alvo do Cristo eram as transações entre dinheiro e ofertas para sacrifício e a cobrança pelo uso de piscinas de purificação, antes da entrada no Templo. [Escavações arqueológicas teriam descoberto isso]

Portanto, parece que o mundo já era um mar de corrupção e de propina! Portanto, até a Ciência com os arqueólogos comprovam que já, há mais de 2000 anos, existia a corrupção. Era um mal enraizado em toda parte: vida pública, privada e até nas instituições da Fé. Inclusive documentários de TV mostram isso.

OS ARREPENDIDOS COMPULSIVOS

Se você pensa que vai continuar errando (pecando) que basta se arrepender para se salvar, pode estar enganado. Só se salva quem se arrepende, não peca mais e adota vida nova. E isso também vale em relação à Lei dos homens.

Mas a mudança de atitude anda cada vez mais difícil. Não só entre os que vivem noutro Planeta ou noutro Plano, mas, também entre os mortais. Muita gente ora demais, mas se esquece do semelhante. Nem percebe o mundo em volta. É que o TER está acima do SER. Há gente que vive na igreja, mas não a leva para casa, muito menos para a prática.

E até é possível que quando o Filho do Pai voltar se encorajem a fazer pior do que matá-lo numa Cruz! Quem sabe queimá-lo em vida. Seria bem mais cruel!