EDITORIAL DA SEMANA – É hora de patriotismo não de oportunismo.

EDITORIAL DA SEMANA – É hora de patriotismo não de oportunismo.

 

INTRODUÇÃO

Não temos procuração para defender o Governo. Não somos contratados por nenhum setor da União para fazer propaganda favorável ao Palácio do Planalto. Não temos cor partidária. Tampouco simpatizamos com qualquer segmento ideológico que compõe o Governo atual. Mas, é preciso reconhecer que ele fez sua parte. Agora todos devemos fazer a nossa.

Nosso partido é o Brasil, por isso fazemos a nossa parte. Nossa missão tem sido a de comunicar e analisar os fatos.

 

Então vamos ao Editorial da Semana

 

DOIS BELOS EXEMPLOS DE PATRIOTISMO.

Na Alemanha, após a guerra, as pessoas comiam pão de fubá para deixar o trigo à exportação necessária para o País se recuperar.

Nos Estados Unidos, Kennedy proferiu a frase mais célebre da História: “Não pergunte o que seu País precisa fazer por você. Pergunte, sim, o que você pode fazer por seu País!”

A verdade é que a gente é feliz a ainda nem percebeu! Somos um País plural, onde todas as minorias, todos os credos, todas as culturas, todas as tendências, enfim, todos nós temos liberdade de expressão e de pensamento.

Vivemos num País onde o Orgulho Gey faz sucesso e movimenta a Economia com sua liberdade de opção de vida e sua força de trabalho. Isso ninguém imaginava ser possível há bem pouco tempo.

Esta semana, este País foi capaz de quase se recuperar totalmente do baque da paralisação legítima dos valorosos heróis do asfalto, os caminhoneiros.

Veja que, graças à força de nossa gente de bem, os supermercados já estão quase reabastecidos, os postos de combustíveis já estão disponibilizando os produtos, as indústrias já começaram a retornar à produção, os animais do agronegócio já estão sendo alimentados, os hospitais, postos de saúde e escolas já estão recebendo pelo menos o básico. E a Economia, no geral, já entra em normalidade.

Agora, sem a neura do consumismo, pânico e egoísmo, precisamos comprar só o que for estritamente necessário para não dar mais margem à alta dos preços.

É claro que não estamos saindo de uma guerra perdida como a Alemanha, mas, se for preciso, vamos comer pão de fubá por alguns dias e deixar o que pudermos para as exportações. Ou então, se não for o caso, só deixa um pouco para o vizinho que já está bom.

Ah! Uma outra boa ideia! Seria bom que alguns parassem de semear boataria e de torcer pelo quanto pior, melhor. Isto já seria uma grande ajuda ao nosso País. Olha, esses boatos são como um tiro no pé. Porque daqui um pouco você também que os alimenta vai ajudar a pagar a conta de mais prejuízos.

Este País continente, que D Pedro I conseguiu manter indivisível, precisa de um povo que não pergunte o que o Brasil precisa fazer por cada um e sim dizer o que cada um poderá fazer pelo nosso Brasil!

Cremos que ninguém vai querer um Brasil dividido em umas três Venezuelas e umas duas Cubas. Com todo o respeito e o carinho que devemos ter pelos irmãos desses países.

Só que isso é o que pode acontecer, caso venhamos entrar pela contra mão da História, isto é, ficarmos sem Democracia e sem as instituições funcionando. Um boicote internacional seria a primeira medida.

Vamos manter a ordem começando em nosso quintal e em nossa casa, para depois pensarmos em mudar o mundo.  Este País é o celeiro e o pulmão do Planeta. Só nós, herdeiros dos donatários do rei de Portugal, ainda não enxergamos isso.

ERON PORTAL