“DE QUE ADIANTA A ARROGÂNCIA NA JUVENTUDE SE AMANHÃ SEREMOS TODOS VELHOS!?”/BUDA – Nunca foi tão importante que os de meia idade cuidem dos mais velhos!

“DE QUE ADIANTA A ARROGÂNCIA NA JUVENTUDE SE AMANHÃ SEREMOS TODOS VELHOS!?”/BUDA – Nunca foi tão importante que os de meia idade cuidem dos mais velhos!

BUDA, AINDA JOVEM, TEVE DIFICULDADE PARA ENTENDER QUE TODOS SEREMOS VELHOS UM DIA.

Quando ainda era o Príncipe Sidarta, ficou perplexo a primeira vez em que viu um velho.

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Sidarta Gautama – o Buda – numa das poucas vezes que conseguiu sair dos aposentos e dos estudos de preparação para rei, para um passeio pela cidade, viu um velho pela primeira vez.

O condutor da carruagem (cocheiro) teve muita dificuldade para explicar que uma pessoa frágil, cansada, cabisbaixa e triste, ali na frente, era um velho. “Essa é a situação física a que todos chegaremos um dia”, explicou.

Diante da cena, Sidarta, rispidamente, com raiva e decepção, ordenou que retornassem ao palácio:

– “Vamos embora, de que me adianta a arrogância da juventude, se amanhã serei um desses velhos! Vou para meus aposentos, debruçar-me em meus estudes e ver se encontro alguma fórmula para que, ao chegar ao fim da vida, pelo menos os velhos tenham alegria de viver e de ser um poço de sabedoria”, disse ele.

HOJE EM DIA…

Essa história do Buda serve muito bem para lembrar a você que é de meia idade de que é preciso cuidar dos mais velhos.

Nesta pandemia, os mais jovens estão fora do grupo de risco.

Mas na próxima pode ser que não!…

Eron Portal.

 

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ANEXO

 

OPINIÃO

ANTES E HOJE A VISÃO DOS NOVOS É QUASE A MESMA

Naquele tempo e hoje os jovens geralmente veem os velhos como um estorvo, um fardo, uma pilha orgulho, um traste, um caduco, impertinente e implicante… Que só quer chamar atenção. E não é preciso nem lembrar que a juventude trata muito melhor um cão do que um velho. Quiçá de uma criança abandonada!

O velho é bananeira que já deu cacho. Só serve para incomodar e se queixar de dores. Ao passo que o cão serve de parceiro para postar fotos com a gente nas redes sociais. Serve de motivo para desfilar na passarela do cotidiano, enfim, serve para a gente se mostrar.

Confesso que fiquei chocado outro dia ao assistir em rede nacional a um influente apresentador de TV dizer que gosta tanto dos seres humanos quanto dos animais. Gosto muito da Brenda, minha cachorrinha de estimação. Ela come até bife e recebe muito carinho. Agora eu gosto mais é de gente.

Texto: Eron J Silva.

 


CIDADES DAS FARMÁCIAS E DAS IGREJAS

Atenta para este artigo.

Concordamos que é melhor uma farmácia ou uma igreja em cada esquina que um bar e uma casa de certas atividades suspeitas.

Mas,  já não sabemos mais onde vamos parar com tanta farmácia em nossas cidades, além de outros pontos de comércio alternativo e de bugigangas.

O crescimento dessas atividades é indicador de pouca renda que estimula o pensamento relacionado ao pequeno.  Tanto que por aqui até as expressões populares mais usadas são: bem certinho, um minutinho, meia horinha, enfim, tudo dizeres induzindo e enganando, tudo pequeno.

As farmácias devem estar ocupando espaço porque há clientela e até porque os programas de medicamentos gratuitos do Governo são também através das farmácias populares isso é positivo.

Dá a impressão que na cultura do povo há o medo das doenças, medo de morrer e a questão do clima em certos pontos que estimula a automedicação como prevenção contra males decorrentes do clima.

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ESTÁ QUASE TUDO POR FAZER NO BRASIL

Sempre temos dito que em nosso País, na maioria dos estados, está tudo por fazer. Há gente, potencial de reservas, espaço à vontade e belezas naturais. O que falta é produzir capital humano de qualidade.

O problema é que sempre esbarramos em nossas limitações, isto é, na falta de uma escola ágil, na falta de qualificação profissional para os novos tempos, na carência de lideranças bem intencionadas e na mediocridade. É por isso que aqui é uma das últimas fronteirar do desenvolvimento do Planta.

Aqui impera o culto à miséria (pessoas se contentam com o mínimo), do improviso e é onde há um ambiente apropriado para a especulação, informalidade e picaretagem.

Devemos, urgentemente, reverter esse quadro e “queimar etapas”, correndo atrás do tempo perdido. Procurar a competência, apoiar as novas gerações e segurar as cabeças privilegiadas que vieram para nossas universidades.

Enfim, precisamos criar uma nova cultura voltada para o trabalho sério e sustentável, o empreendedorismo positivo e desenvolver uma agenda de promoção profissional: programas de profissionalização. As prefeituras é que devem assumir essa responsabilidade. Elas estão onde o cidadã nasce e mora.

NADA DE MEGALOMANIA

Este ano haverá eleições. Mas, para um prefeito talvez nem valha a pena já no começo de seu mandato sair à cata de grandes investimentos como uma montadora de automóveis ou indústrias de ponta. Isso demora mais de cinco anos para dar emprego e custa muito para o País, o Estado e o Município. Precisamos é de empregos já para quem busca o pão de cada dia para a família sobreviver.


O PÉSSIMO EXEMPLO DO MEIO EXPEDIENTE E O PONTO FACULTATIVO NO PODER PÚBLICO

O perigo disso é a população concluir que o poder público é dispensável.

Todo encerramento de exercício ou de mandato é a mesma história: as prefeituras e os estados reduzem as atividades, encostam máquinas, servidores cruzam os braços e até algumas administrações fecham e dão férias coletivas. Justificativa: reduzir gastos e fechar as contas. Deveriam ter feito direito o ano todo.

Há o caso de prefeituras, por exemplo, que adotam meio expediente para reduzir gastos. A propósito, alguns Governos de Estados já fazem isso muito tempo. Se tudo funciona até com a estrutura parada, então alguém pode perguntar: por que existe o poder púbico?

O grande perigo, então, é a população concluir que o poder público é dispensável.

É claro que não é bem assim. A anarquia ainda não existiu na História e hoje não funciona em nenhum lugar do Planeta. É preciso de fé pública, do uma estrutura de poder político, do poder de polícia do Estado e da organização mínima da coisa pública.


Editorial

Ódio e fanatismo ferem inocentes e a História

A gente se lembra que o terror já feriu de morte até o orgulho da França, pois, as comemorações da Revolução Francesa viraram banho de sangue.

Entre a série de atentados mais recentes na Europa, o que mais nos chamou atenção foi aquele durante as comemorações de 14 de julho, a mais tradicional data da França. Depois foi a degola de um padre, dentro de uma igreja.

O Terror, sem uma lógica palpável, fere de morte os inocentes, o orgulho e o que há de mais caro nos povos: a dignidade.

Sem mais, sem menos, malucos, fanáticos ou bestas, matam inocentes e semeiam o ódio e a intolerância.

Exemplo disso foi o que nos referimos na França, quando se comemorava a queda da Bastilha, símbolo da autoridade antes da Revolução, um duro golpe do terror vitimou dezenas de pessoas inocentes. É que o lema Liberdade, Igualdade e Fraternidade é algo odiado pelo Estado Islâmico.

A Bastilha era o local oficial para execução de culpados e até de inocentes com a Guilhotina. Sua tomada pelo povo revolucionário marcou o fim da tirania das monarquias de então.

Paradoxalmente, o terror matou mais de 80 inocentes em Nice/França, no dia em que se comemorava um fato que marcou o fim da tirania e do sofrimento de inocentes.


UM PATERNALISMO QUE É ESTÍMULO À VADIAGEM

É bom alertar que os programas sociais tipo Bolsa Família já esgotaram sua capacidade. O Governo Federal não tem mais capacidade (já não tinha) para financiar a renda mínima. Duvido que algum governante, daqui para frente, vá usar a CEF, o BB e o BNDES para praticar pedaladas fiscais.

Quem tiver cadastro em programas de renda mínima (tipo Bolsa Família) tem chance de continuar recebendo. Porém, o Governo Federal não poderá mais continuar fazendo rombos nas contas para bancar despesas sem ter fonte dos recursos.

Como não deverá aumentar impostos, os programas sociais viraram um problema a mais. Até porque o Congresso já aprovou o limite de gastos e o Executivo terá de apertar ainda mais o cinto. Não poderá mais continuar bancando programas que na verdade são paternalistas, eleitoreiros e até certo ponto um estímulo à vadiagem.


Editorial

Precisamos gerar empregos a quem não tem formação para atividades de inovação e precisa sobreviver. Hoje os empregos gerados na base tecnológica geralmente são disputados pelos mais preparados e que já estão empregados ou para gente de fora.

O próximo prefeito precisa se preocupar com treinamento, apoiar os pequenos negócios que absolvem os trabalhadores populares e as empresas já existentes que não conseguem competir com as modernas que chegam e empregam pouca massa de mão de obra. Depois é que deve procurar os grandes investimentos.

A Prefeitura deve assumir a paternidade de quem precisa de renda para sobreviver. Deve desenvolver programas de treinamento, apoiar os pequenos negócios e estimular atividades de fundo de quintal que amanhã serão novos empreendimentos. O BQT – Bairros Que Trabalham – foi um belo exemplo de sucesso na geração de novas empresas.


Terror: Uma filosofia sem lógica

Não há lógica na filosofia do Estado Islâmico e nas ações do Terror em geral. O Estado Islâmico, por exemplo, ao mesmo tempo em que defende o califado, a pobreza e o isolamento dentro da civilização moderna, usa a modernidade como as redes sociais e tecnologia explosiva de ponta em suas ações terroristas.

Seus líderes vivem em locais nobres de países ricos e tem acesso ao que há de mais avançado em recursos da civilização moderna. Quer dizer, vamos recrutar “inocentes úteis” para nos servir de serviçais em nosso projeto de poder.