COMO PREVIMOS AQUI, A RESPOSTA DA CIÊNCIA VEIO RÁPIDA E PALAVRA VACINAÇÃO É A MAIS PRONUNCIADA – Esta foi a corrida mais espetacular atrás da armas contra um vírus

COMO PREVIMOS AQUI, A RESPOSTA DA CIÊNCIA VEIO RÁPIDA E PALAVRA VACINAÇÃO É A MAIS PRONUNCIADA – Esta foi a corrida mais espetacular atrás da armas contra um vírus

PELA 1ª VEZ A CIÊNCIA ENCONTROU UMA VACINA DURANTE UMA PANDEMIA

 

Pena que nós aqui no Brasil dormimos no ponto e o trem passou. Agora já há uns 50 países na frente. Sempre foi assim: por falta de visão de muitos ou de má condução por parte das cabeças que nos dirigem, as coisas sempre são mais difíceis.

Mas como disse o escritos Euclides da Cunha, o nordestino, e por extensão o brasileiro, “antos de tudo é um forte”. Apesar de tudo, a vacinação está andando. Poderia estar melhor se tivéssemos adquirido vacinas mais cedo. A estrutura de vacinação do Brasil é referência no mundo e poderia vacinar mais de 1 milhão por dia.

 

Luz no fim do túnel

                        O bom de tudo é que agora a humanidade já tem várias luzes no final do túnel. Sinal da volta mais rápida ao normal, com a aproximação social e a recuperação da economia. No mundo já são dezenas de laboratórios produzindo vacinas para combater o vírus. Só a OMS já está intermediando a distribuição de mais de 1 bilhão de doses de imunizantes aos países pobres que não tem acesso e nem dinheiro para enfrentar o inimigo.

 

CAINDO A FICHA

O fato é que “pegou” a ideia da imunização.

E a boa nova é que o termo “vacinação” já virou mantra, tal é sua repetição!

                                No Brasil toda semana chegam novas doses e novos insumos. Já se fala em antecipar faixas etárias para acelerar a imunização. Até os mais céticos quanto à importância da vacinação agora a tem como bandeira. Parece que a resposta da Ciência veio tão rápida que surpreendeu até a ela mesma.

 

EDITORIAL

Nós continuaremos aqui procurando prestar serviço, defender os cuidados com a pandemia, proteção aos grupos de risco e alertando aqueles que são indiferentes e que não se importam com os mais velhos, sempre lembrando que o inimigo não é qualquer um.

Só lembrando aos egoístas do apego ao prazer e avarentos por dinheiro: os velhos deram a vida até aqui para tentar dar aos mais novos uma boa condição de vida e agora gostarão o resto dela para tentar reaver a saúde que perderam.

Não faz nenhum sentido um mundo sem gente, especialmente sem aqueles que formam nossa reserva de sabedoria.

Tampouco se faz economia dinâmica e forte sem vidas. Almas não consomem. Alertando a certos pregadores e líderes de todas as áreas: legiões de almas também não pagam dízimos e não votam.

ERON PORTAL

 

 

BUDA, AINDA JOVEM, TEVE DIFICULDADE PARA ENTENDER QUE TODOS SEREMOS VELHOS UM DIA.

Quando ainda era o Príncipe Sidarta, ficou perplexo a primeira vez em que viu um velho.

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Sidarta Gautama – o Buda – numa das poucas vezes que conseguiu sair dos aposentos e dos estudos de preparação para rei, para um passeio pela cidade, viu um velho pela primeira vez.

O condutor da carruagem (cocheiro) teve muita dificuldade para explicar que uma pessoa frágil, cansada, cabisbaixa e triste, ali na frente, era um velho. “Essa é a situação física a que todos chegaremos um dia”, explicou.

Diante da cena, Sidarta, rispidamente, com raiva e decepção, ordenou que retornassem ao palácio:

– “Vamos embora, de que me adianta a arrogância da juventude, se amanhã serei um desses velhos! Vou para meus aposentos, debruçar-me em meus estudes e ver se encontro alguma fórmula para que, ao chegar ao fim da vida, pelo menos os velhos tenham alegria de viver e de ser um poço de sabedoria”, disse ele.

HOJE EM DIA…

Essa história do Buda serve muito bem para lembrar a você que é de meia idade de que é preciso cuidar dos mais velhos.

Nesta pandemia, os mais jovens estão fora do grupo de risco.

Mas na próxima pode ser que não!…

Eron Portal.

 

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Em janeiro

Boas novas!

Como foi anunciado começou dia 20 a vacinação no Brasil.

Só que não de posse das doses suficientes para acelerar o programa de vacinação. Agora chegarão mais 2 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca/Fiocruz. E a China autorizou a exportação de vacinas e insumos para o Brasil. Assegurada nossa capacidade de produzir vacinas aqui.

 

Desde o último final de semana já foram vacinadas centenas de pessoas da linha de frente do atendimento da saúde, idosos de asilos e índios. Esse era o momento mais esperado desde o começo da atual pandemia, há 8 messes.

E o mais animador ainda é que serão três ou quatro vacinas trazidas e que duas serão produzidas pelo Butantan e pela Fiocruz. É que vem a transferência de tecnologia, o que significa dizer que produzirão aqui e com capacidade para atender praticamente toda a demanda no Brasil.

Ambas as Fundações iniciarão a distribuição das doses que receberam prontas, mas que em seguida produzirão, envasarão e distribuirão ao Programa Nacional de vacinação.

Vacina do Butantan – CoronaVac

Vacina da Fiocruz – do Instituto Serum, da Índia, autorizado pela AstraZeneca para produzir sua vacina.

Está chegando a Sputinik V, da Rússia

PORTANTO

Estamos começando a viver o momento mais esperado e que renova a esperança de um novo normal mais rápido.

A maior comemoração é porque será proteção à vida e o início do fim do confinamento.

Mas também há o lado positivo para a economia. Sempre lembrando que sem vida economia não tem sentido.

 

COMO SERÁ DEPOIS DAS VACINAS?

Não devemos continuar menosprezando o vírus. Veja os equívocos dos últimos meses que ainda podem nos custar muito caro em vidas.

Atenção! As vacinas estão chegando exatamente porque o mundo começou a tremer de novo com a possibilidade de uma nova onda e com maior poder de contaminação ainda.

Então, a Covid vai continuar rondando nossas vidas.

A vacina não é “uma bala de prata” que nos livrará do vírus, como num passe de mágica!

LOGO

         Todo cuidado é pouco! O inimigo perigoso e traiçoeiro e ainda não tem inimigo fulminante. E a vacina ainda não estará disponível para todos. O número ideal de vacinados ainda está longe. Então, ele se aproveita de qualquer vacilo da gente. Tanto que gora já há variação com espécie ainda mais contaminadora. É bom que tenhamos calma para voltar ao normal, que nunca mais vai ser um normal como antes. Vamos devagar para chegarmos ao longe. O perigo é o mundo ter que voltar a ficar em casa e ainda chorar muito. Aliás, os números no planeta e no Brasil já sinalizam para novos recordes.

 

ALERTA

A gente aqui não está posando de engenheiro de obra pronta. Dissemos o tempo todo, desde março do ano passado, que a doença não é brincadeira e que precisávamos dar um jeito ficar ao máximo em casa. O processo de vacinação vai durar o ano todo, talvez o ano que vem inteiro. Ainda só para chegar perto dos 70% de vacinados.

Diante disso, veja alguns pontos:

Os descuidos com a retomada dos campeonatos de futebol que reúnem milhares de pessoas em frente aos estádios para ver os jogadores após a vitória; com as eleições que aglomeraram nos mais de 550 municípios; com os exageros durante o Natal e a Virada; com o verão que reúne gente às pampas em praias; com as festas clandestinas em lugares fechados e até com as próprias comemorações particulares e domésticas.

Agora os resultados estão aí, com a possibilidade de novo pico e perigo de colapso nos hospitais.

Sem exagero, só vamos chegar ao número ideal de vacinados (de 70 a 80 por cento da população) talvez só lá pelo fim do ano, na pior das hipóteses, só lá pela metade do outro ano.

E a população no que errou ?

Veja agora alguns erros e muitos descuidos com o perigo do inimigo:

O desprezo dos mais jovens à Covid-19, que também não se importam com os mais velhos, vítimas potenciais dessa doença.

De algumas autoridades e do setor produtivo:

O menosprezo e a tentativa de desqualificar o vírus por interesses carreiristas ou até pessoais ou financeiros; a flexibilização de setores não essenciais antes da hora; a volta de algumas atividades não essenciais em plena pandemia; a realização das eleições que poderão ter a legitimidade dos resultados comprometida; entre outros erros cometidos.

Observação:

A insistência em retomar tudo antes da hora, agora está custando mais caro e ainda vai demandar mais tempo a vir o novo normal. Até mesmo pode prejudicar ainda mais a economia.

E os mais novos?

A maioria abaixo dos 50 anos acha que o bicho não pega essa legião de gente. Só que não pega mas dá carona ao corona até as pessoas que devem amar. Pior é que pode, agora, a variante da Covid atingir em cheio os mais jovens também.

É de 60 a 70 vezes mais contaminante.

O fato é que os mais jovens não se importam com sua vida e desprezam os velhos que são as vítimas potenciais dessa doença. Esquecem que tem uma vida inteira pela frente, mas tem pressa de curtir o dia de hoje.

O menosprezo e a tentativa de desqualificar o vírus, que é muito mais perigoso do que se pensa, agora está nos preocupando.

E os que precisam de rebanhos?

Os que deveriam dar o exemplo e cuidar mais dos sues rebanhos para não acabarem só com uma legião de almas que não movem economia nenhuma, pensaram só no imediatismo. Muitos políticos, mundo afora, perderam eleições porque mais gente foi votar para votar contra eles. Muitos líderes espirituais podem ficar mais com rebanhos de almas.

E nos esportes?

Nos esportes, em plena pandemia, retomaram campeonatos e contaminaram plantéis, pessoas que os cercam e estimularam a contaminação que hoje está em alta novamente. Um exemplo foi o futebol que pode ter comprometido a legitimidade dos resultados e manchado de sangue os troféus a serem entregues aos eventuais campeões.

E as eleições?

A realização das eleições este ano só causaram mais aglomerações e desviaram as atenções sobre o inimigo. É bem possível que muitos dos eleitos tenham sido produtos da pandemia, o que depois poderá custar muito caro.

MAS SE VEIO A VACINA, POR QUE FECHAR?

Veio sim, mas estamos no final da fila. Começou a vacinação só entre os mais próximos dela.

Além disso:

Vacina não se aplica em cadáveres e em almas; estes não compram, nem pagam impostos ou dízimos. Então, precisávamos ter ido mais devagar na flexibilização e não cometido exageros, antecipando um novo normal.

 

Como dizem os cientistas e autoridades sanitárias:

Vacina não é bala de prata, é uma prevenção.

É preciso responsabilidade de todos.