AMIN DESTACA REFEITO DA SERRA COMO EXEMPLO – “Vou seguir a determinação dele na campanha”, prometeu.

AMIN DESTACA REFEITO DA SERRA COMO EXEMPLO – “Vou seguir a determinação dele na campanha”, prometeu.

AO SER LANÇADO PRÉ-CANDIDATO AO GOVERNO EM LAGES, ESPERIDIÃO AMIN DISSE QUE VAI SE INSPIRAR NA DETERMINAÇÃO E NA SENSIBILIDADE DE UM PREFEITO DA SERRA CATARINENSE EM SUA CAMPANHA.

Em seu discursos, logo após dizer que esta será, possivelmente, sua última disputa eleitoral, Amin disse que ela será uma grande responsabilidade. A certa altura, disse que quatro dos pré-candidatos que deverão estar em palaques opostos em busca da sucessão estadual ou o Senado, são de sua geração. E lembrou que pelo menos durante algum tempo eles estiveram juntos em embates eleitorais: Paulo Bauer, Gelson Merisio, Raimundo Colombo (ao Senado) e João Paulo Kleinuing, filho do ex-governador Vílson Kleinubing.

Mas disse que esta será uma etapa suplementar que Deus lhe ofereceu, razão pela qual terá que dar o máximo e lutar dobrado, como um guerreiro de quatro costados.

Mas não irá ser estimulado pela força e a determinação dos quatro que combaterão com ele o bom combate. Quem irá inspirá-lo a lutar dobrado nesta caminhada será o prefeito de Capão Alto, Tito Freitas. E disse porque: ele também ganhou uma segunda etapa na vida!

Veja essa história:

O Tito foi um dos fundadores do município de Capão Alto e já havia sido prefeito por duas vezes. Um pouco antes da última eleição municipal, Tito passou pelo maior desafio de sua vida: vencer um problema grave de saúde. Um pouco antes de eu entrar para esta cerimônia, o Tito me contou toda a história e me disse que foi o que o levou a estar administrando seu município com mais determinação ainda e com dedicação dobrada, para corresponder às expectativas e à dádiva divina com ralação a sua saúde e ao povo de Capão Alto que o elegeu novamente”, explicou Amin.

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A SEGUIR,

COLUNA ERON J SIVA

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FOTO 1

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Pode sair a 1ª coligação da sucessão estadual

No último final de semana e ontem aconteceram eventos regionais que sinalizaram para uma composição entre PP/PSD/PSDB. Em Florianópolis, Esperidião Amin participou de um encontro do PSD, quando disse que programa pretende executar para o futuro do Estado, se vencer a eleição. Aqui na Serra não foi diferente no encontro regional do PP. Um detalhe: como o PP já fechou com o PSDB em nível nacional, tudo indica que acontecerá o mesmo aqui em SC. No outro lado, o MDB já programou sua convenção em Joinville e com o nome quase certo na cabeça da chapa: Mauro Mariani. Em SC há dois lados: o do velho MDB e o da velha Arena. Ambos sabem como perder eleição: é só dispensar uma fatia que o outro ganha.

 

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Representação da região está a perigo

Com exceção do deputado Gabriel Ribeiro, não se vê muito nome com potencial para suplantar quem virá fora com estrutura e densidade eleitoral. Devido à composição e à história pessoal, o vereador Luiz Marin pode surgir como viável. E não se vê, também, nenhum movimento mais concreto capaz de mobilizar a região em torno de duas questões: o diálogo entre os partidos para que lancem número de candidatos coerente com o eleitorado e o alerta quanto à importância de um parlamentar em Florianópolis e em Brasília. Nesta eleição haverá alto índice de abstenção, brancos e nulos. E é ilusão pensar em se eleger com 2o mil votos.

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Justa homenagem: 21 anos numa entidade

O diretor executivo da CDL. Jhonathan R. da Silva, é um raro exemplo de colaborador comprometido com o projeto da organização. É focado nas tendências e sempre e sempre busca a evolução e o preparo pessoal. Ele foi homenageando no mês passado nas comemorações dos 50 anos da CDL e mais recentemente na Câmara de Vereadores em sessão solene para a entidade. Esse é um exemplo de lideranças de que Lages mais precisa para dar mais um salto

FOTO 3

 

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Artigo página 2, J. O Momento.

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Chegamos ao tempo em que a vida não vale mais 1,99

No último final de semana, só num bairro, foram assassinadas duas pessoas aqui em Lages. Até onde irá essa decadência humana? Será que já virou epidemia a violência das grandes metrópoles? Onde será que vai parar a desvalorização da vida? Ela já vale menos que uma faca ou uma bala!…

Recentemente foi lançado um livro sob o título: O homem mais inteligente da História. A teoria é a de que Ele não cabe na mente humana porque é Deus. Realente Ele está faltando nos lares, entre os casais, entre pais e filhos, entre professores e alunos, enfim, entre toda a humanidade.

É quase certo que os dois assassinatos a que me referi acima ocorreram por motivos fúteis. Estamos perdendo o rumo e não temos mais nenhum temor a Deus. Até bem pouco o homem ainda não era tão cruel. Não matava tanto, mas não por medo da polícia, da toga e das grades da prisão. Era de medo do fogo do inferno.

É que o mundo anda cada vez mais material. Mais cheio de fantasias, prazer e apego à modernidade. É onde o “ter” é mais importante que o “ser”. Nem vida precisa existir. Até em nossa casa não pode haver um sinal de vida sequer. Ninguém pode desarruar as coisas. Tudo precisa estar no lugar, “senão o que é que vão dizer?”

É um mundo onde as pessoas não se importam mais com as outras. Quem tem, vira as costas para quem não tem. Países ricos não querem saber de pobres e de refugiados. Não sabem que os donos do mundo somos todos nós? É a gana pelo poder que só a avareza engendra e constrói.

Nem descobrimos que se o pão está duro, o duro é não ter pão. Coloca-se no lugar daquele que arruma comida para o almoço, mas se lembra que daqui um pouco chega a hora da janta. Essas cosias de egoístas é que levam ao desprezo pela vida, à exclusão odiosa e à discriminação infame.

Ninguém deve ser proibido de lutar pelas coisas materiais e pelo dinheiro. Afinal, o mundo é cheio de oportunidades, basta só aproveitá-las bem. Mas, nem por isso vamos passar a vida inteira acumulando riquezas para por embaixo do colchão.

Que tal aplicarmos o excedente na geração de mais oportunidades. Dar graças porque tivemos o privilégio de crescer por ter berço e, consequentemente, mais preparo e conhecimento? Todos nós nascemos com inteligência. O oportunismo e a ganância é que concentram e empobrecem a maioria.

Se cada um se apropriasse do suficiente para viver bem e dar futuro aos seus, sobraria dinheiro no mundo e acabaríamos com a fome em dois toques. Mas, gastamos a metade da vida correndo atrás só do dinheiro e na segunda metade dela gastamos muito dinheiro para recuperar a saúde que perdemos atrás dele.

Nem percebemos que de nada adiantam mansões se a solidão de uma casa de três cômodos é a mesma de uma meia água. Como disse Érico Veríssimo em sua obra Olhai os Lírios do Campo: “De que adianta construirmos arranha céus, se daqui um pouco nem teremos seres humanos para habitá-los?”

Caso não fizermos paradas para nós mesmos, iremos retornar à era das cavernas, onde a força é que predominava. Ou à era dos galhos, quando nem sabíamos que poderíamos pensar. A falta de pensar é que leva à decadência da vida.

Falta dar atenção e conversar com o semelhante. Ouvir suas queixas e se não tivermos como resolver de imediato, vamos acolher e caminhar juntos. Ninguém tem tão pouco que não possa repartir nada. O cheque esperança já é alguma coisa e o carinho também alimenta.

Reclamamos quando jogam alimentos no lixo, mas não percebemos que temos o alimento mais nutritivo que existe: o amor ao próximo. Mas ele é o que mais jogamos fora. Nós só damos aquilo que estiver sobrando. Quero ver repartir quando temos pouco! Ou sem ninguém para nos confortar e mesmo assim repartirmos o restinho de esperança que tivermos.

Jesus passava com apóstolos pelo cego que pedia esmola. Um cobrador de César jogou na cestinha três moedas de ouro. A mulher pobre jogou três das menores existentes. Ele disse: “as moedas da viúva pobre tiveram muito mais valor. Eram só as que ela tinha!