OPINIÃO: Chantagista nuclear invade a Ucrânia. Deve cercar o parlamento, governo e estimular golpe militar de subserviente – Putin até parece ‘o cachorro louco do Leste Europeu’

OPINIÃO: Chantagista nuclear invade a Ucrânia. Deve cercar o parlamento, governo e estimular golpe militar de subserviente – Putin até parece ‘o cachorro louco do Leste Europeu’

O PRESIDENTE DA RÚSSIA PARECE QUE VIROU O CACHORRO LOUCO DO LESTE EUROPEU.

 

Não passa de terrorista da ameaça nuclear. Só porque tem mais bombas, acha que pode tudo. Começa a invadir e ameaçar países. 

 

Opinião

 

Assim como disse Ronald Reagan* que Muammar Kaddafi (ditador da Líbia) era “o cachorro louco do Oriente”, a gente já pode atribuir igual alcunha, designativo, ao presidente da Rússia, Vladimir Putin.

 

Ele realiza uma irresponsável aventura na Ucrânia que pode comprometer a paz mundial com a III Guerra ou até provocar o apocalipse nuclear.

 

Guerras entre países, de arma empunho, já não aconteciam desde a II Guerra Mundial.

 

O normal, nos últimos 70 anos, tem sido a guerra de argumentos, através da diplomacia para disputar interesses no diálogo.

 

Só que as guerras estão voltando. Parece que este é o tempo da humanidade em que as guerras entre países começam a substituir os atos terroristas unilaterais dos fanáticos.

 

(*) Ronald Reagan foi o 40º presidente dos Estados Unidos).

 

 

VEJA MAIS 

 

Não foi apenas a dura realidade do pânico dos últimos dias na Ucrânia que chamou atenção. Também têm sido dramáticos a violência, o isolamento e a incerteza das pessoas.

Também há que lembrar o lado perverso, inútil e egoísta das ações.

Uma inutilidade que se pode comparar ao terrorismo, algo que não tem lógica e nem muita legitimidade. Tanto essa invasão do Putin como as ações do terror não têm sentido, a não ser para destilar o ódio e satisfazer o instinto de ditador de egoístas.

Isso é bem típico dos ditadores e os radicais do terror, tanto que entre os poucos que apoiam essa invasão estão Maduro (Venezuela) e Ortega (Nicarágua).

O egoismo dos ditadores só ajuda a criar novas legiões de refugiados, pobres e esquecidos. E a gente já pode comparar esse ataque total à Ucrânia às guerras inúteis do terror, que sempre são ações sem nenhuma lógica e sempre em defesa de causas estúpidas.

Essas ações de Vladimir Putin não passam de um novo desastre, como no Afeganistão, que vai causar mais uma judiaria aos mais vulneráveis, inocentes, além disso, quando uma crise sanitária sem precedente começa a ir embora.

Mal houve uma trégua nas guerras dos fanáticos insanos do terror, vem o terrorista das bombas nucleares ameaçar a paz mundial e a economia, além de comprometer a recuperação da saúde da humanidade devido à pandemia.

Texto: Eron J Silva.

 

 

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Terror

 

UMA FILOSOFIA SEM LÓGICA

Não há lógica na filosofia das ações do Terror em geral. O Estado Islâmico, por exemplo, ao mesmo tempo em que defende o califado, a pobreza e o isolamento dentro da civilização moderna, usa a modernidade como as redes sociais e tecnologia explosiva de ponta em suas ações terroristas.

Seus líderes vivem em locais nobres de países ricos e têm acesso ao que há de mais avançado em recursos da civilização moderna. Quer dizer, vamos recrutar “inocentes úteis” para nos servir de serviçais em nosso projeto de poder.

 

UM POUCO DE AÇÕES DE ALGUNS SEM NOÇÃO, IDEOLOGIAS E DITADORES SEM LÓGICA E CRUÉIS.

O que houve para justificar revoluções demagógicas, populistas e enganosas da História recente?

Vamos abordar aqui algumas passagens históricas que julgamos equívocos ideológicos e históricos do passado e mais recentemente. As últimas, principalmente cometidos pelo Estado Islâmico no Oriente Médio.

Estes fanáticos e radicais, agora e bem antes, em nome das suas revoluções absurdas e sem lógica, cometeram barbaridades. Até contrariando suas próprias convicções, princípios e objetivos. Apenas como forma de justificar suas ações – em busca de inocentes úteis – à cata do Poder.

O Estado Islâmico chegou a proclamar uma República Islâmica: um Califado.

Em algumas cidades do Iraque, por exemplo, destruiu monumentos históricos, edificações antigas, mesquitas e até instrumentos musicais e pinturas famosas. Igual ao que os seguidores de Lenin fizeram na URSS.

 

ALGUNS FATOS DA HISTÓRIA E DAS IDEOLOGIAS INCOERENTES E SEM LÓGICA.

Após a Revolução Russa, também foram queimadas obras de arte, destruídos espaços religiosos e teatros. Destruíam tudo o que lembrava os derrotados.

Seguidores de Lenin, por exemplo,  jogavam no fogo obras de arte importantes e destruíam monumentos e edificações. Fuzilavam qualquer um que discordasse da Revolução.

Não queremos esquecer que os Kzares também cometiam barbaridades sociais entes do proletariado tomar o Poder.

 

E O PRÍNCIPE DOS JOVENS DOS ANOS 60 E 70?

VEJA O QUE FEZ DE DIFERENTE O TCHÊ GUEVARA.

Em Cuba, o mestre de Fidel Castro, ídolo dos jovens dos anos 60 e 70, o Tchê Guevara, mandava, absurdamente, eliminar qualquer um, como forma de justificar a Revolução.

Li que um jovem corria de um casal e parou, exausto, cansado, perto do Tchê. Ele teria perguntado: – O que fez esse traste? – Não quis mais namorar nossa filha, respondeu o casal. Tchê virou-se para o pelotão que o acompanhava e ordenou: – Fuzilem-no, em nome da Revolução!

A História não esconde as coisas por muito tempo. Desmascara os demagogos e populistas. Procure no acervo digital que você vai encontrar coisas do arco da velha! Mas também desconfie e procure saber se a fonte é fidedigna…

 

 

Atentados terroristas geralmente são perfeitamente previsíveis. No Brasil, durante as Olimpíadas, foi evitado isso.

Os maiores atentados na Europa e outros no decorrer da História eram perfeitamente previsíveis.  Eles existem porque o Terror sai à procura de repercussão para suas causas. Então, aglomerações populares, competições e eventos são ambientes ideais para suas ações.

O risco iminente de atentados durante as Olimpíadas do Rio foi anulado com uma ação preventiva e até a prisão de suspeitos, antes da abertura dos jogos.

O Brasil foi prevenido, agiu com rigor e até recebeu elogios do exterior. Durante as competições a presença maciça das Forças Armadas, da Força Nacional, da Polícia Federal e de centenas de agentes internacionais, inibiu qualquer iniciativa de atentado, felizmente.

O Terror age com atentados porque isso dá repercussão. Se fosse possível proibir a divulgação dos atentados certamente esses grupos abandonariam a ideia. Procurariam outra forma de manifestar seu ódio e seu fanatismo para conseguir seus intentos. Mas, como esconder tragédias que matam centenas de pessoas? Isso é impossível!

O curioso é que daqui um pouco os malucos do Estado Islâmico virarão personagens históricos, tipo o Bando de Lampião. Os integrantes desse grupo, hoje, são ídolos, lendas em seus Estados. Elas são motivo de orgulho e produtos turísticos na praça pública.

 

GRANDE PARTE DA JUVENTUDE SE JULGA IMORTAL

Durante o período de pandemia a gene pode perceber o egoísmo de  parte dos mais novos. Muitos, que já se julgam imortais, devem ter imaginado: “bem, se o vírus pega mais os mais velhos, eles que se lixem! Vou curtir minha cervejinha e desfilar na passarela da vida…”

Ledo engano! O Corona pega também os mais jovens…

 

UMA HISTORINHA PARA ILUSTRAR

Buda, quando ainda era o príncipe Sidarta, ficou perplexo a primeira vez que viu um velho.

Quando ainda era um príncipe adolescente, Sidarta Gautma – o Buda – numa das poucas vezes em que conseguiu sair dos aposentos e dos estudos de preparação para rei, fazia um passeio pela cidade. De repente o condutor da carruagem teve muita dificuldade para explicar que uma pessoa frágil, cansada, cabisbaixa e triste, ali na frente, era um velho, situação física a que todos chegaremos um dia.

Diante da cena, Sidarta, rispidamente, com raiva e decepção, ordenou que retornassem ao palácio. – Vamos embora, de que me adianta a arrogância da juventude se amanhã serei um desses velhos. Vou para meus aposentos, debruçar-me em meus estudes e ver se encontro alguma fórmula para que, ao chegar ao fim da vida, pelo menos os velhos tenham alegria de viver e de ser um poço de sabedoria.

Naquele tempo e hoje os jovens vêem os velhos como um estorvo, um fardo, uma pilha orgulho, um traste, um caduco, impertinente e implicante, que só quer chamar atenção. Não é preciso nem lembrar que a juventude trata muito melhor um cão do que um velho. O velho é bananeira que já deu cacho. Só serve para incomodar e se queixar de dores. Ao passo que o cão serve de parceiro para postar fotos com a gente nas redes sociais. Serve de motivo para desfilar na passarela do cotidiano, enfim, serve para a gente se mostrar.

Confesso que fiquei chocado outro dia ao assistir em rede nacional a um influente apresentador de TV dizer que gosta tanto dos seres humanos quanto dos animais. Gosto muito da Brenda, minha cachorrinha de estimação. Ela come até bife e recebe muito carinho. Agora eu gosto mais é de gente.

 

Cidade das farmácias e das igrejas

Concordo que é melhor uma farmácia ou uma igreja em cada esquina que um bar e uma casa de atividades suspeitas.

Mas não sei onde vamos parar com tanta farmácia em Lages, além de outros pontos de comércio alternativo e de bugigangas. O crescimento dessas atividades é indicador de pouca renda que estimula o pensamento relacionado ao pequeno.  Tanto que aqui até as expressões populares mais usadas são: bem certinho, um minutinho, meia horinha, enfim, tudo dizeres induzindo e enganando, tudo pequeno.

As farmácias devem estar ocupando espaço porque há clientela e até porque os programas de medicamentos gratuitos do Governo são também através das farmácias populares isso é positivo.

Dá a impressão que na cultura do povo há o medo das doenças, medo de morrer e a questão do clima que estimula a automedicação como prevenção contra males decorrentes do clima.


ERON Portal, Lages/SC – Está tudo por fazer na Serra Catarinense.

Sempre tenho dito que em nossa região, a Serra Catarinense (Lages) está tudo por fazer. Tem gente, potencial de reservas, espaço à vontade e belezas naturais.

O problema é que sempre esbarramos em nossas limitações, isto é, na falta de qualificação profissional, na carência de lideranças de qualidade e na mediocridade. É por isso que aqui é a última fronteira do desenvolvimento de Santa Catarina.

Aqui impera o culto à miséria (pessoas se contenta com o mínimo), do improviso e é onde há um ambiente apropriado para a especulação, informalidade e picaretagem. Devemos, urgentemente, reverter esse quadro e “queimar etapas”, correndo atrás do tempo perdido. Procurar a competência, apoiar as novas gerações e segurar aqui as cabeças privilegiadas que vieram para nossas universidades.

Enfim, precisamos criar uma nova cultura voltada para o trabalho sério e sustentável, o empreendedorismo positivo e desenvolver uma agenda de promoção profissional: programas de profissionalização. A Prefeitura é que deve assumir essa responsabilidade.


Nada de megalomania

Para um prefeito talvez nem valha a pena já no começo do mandato sair à cata de grandes investimentos como uma montadora de automóveis ou indústrias de ponta. Isso demora mais de cinco anos para dar emprego e custa muito para o Estado e o Município. Precisamos é de empregos já para quem busca o pão de cada dia para a família sobreviver.


O perigo é a população concluir que o poder público é dispensável.

Todo encerramento de exercício ou de mandato é a mesma história: as prefeituras reduzem as atividades, encostam máquinas, servidores cruzam os braços e até algumas fecham e dão férias coletivas. Justificativa: reduzir gastos e fechar as contas. Deveriam ter feito direito o ano todo.

Há o caso de prefeituras que adotam meio expediente para reduzir gastos. A propósito, o Governo do Estado já faz isso já muito tempo. Se tudo funciona até com a estrutura parada, então alguém pode perguntar: por que existe o poder púbico?

O grande perigo é a população concluir que o poder público é dispensável. É claro que não é bem assim. A anarquia ainda não existiu na História e hoje não funciona em nenhum lugar do Planeta. É preciso de fé pública, do uma estrutura de poder político, do poder de polícia do Estado e da organização mínima da coisa pública.


Editorial

Ódio e fanatismo ferem inocentes e a História

Recentemente o Terror feriu de morte até o orgulho da França, pois as comemorações da Revolução Francesa viraram banho de sangue.

Entre a série de atentados mais recentes na Europa, o que mais me chamou atenção foi aquele durante as comemorações de 14 de julho, a mais tradicional data da França. Depois foi a degola de um padre, dentro de uma igreja.

O Terror, sem uma lógica palpável, fere de morte os inocentes, o orgulho e o que há de mais caro nos povos: a dignidade. Sem mais, sem menos, malucos, fanáticos ou bestas, matam inocentes e semeiam o ódio e a intolerância.

Na França, quando se comemorava a queda da Bastilha, símbolo da autoridade antes da Revolução, um duro golpe do Terror vitimou dezenas de pessoas inocentes. É que o lema Liberdade, Igualdade e Fraternidade é algo odiado pelo Estado Islâmico.

A Bastilha era o local oficial para execução de culpados e até de inocentes com a Guilhotina. Sua tomada pelo povo revolucionário marcou o fim da tirania das monarquias de então.

Paradoxalmente, o Terror matou mais de 80 inocentes em Nice/França, no dia em que se comemorava um fato que marcou o fim da tirania e do sofrimento de inocentes.


Paternalismo que é estímulo à vadiagem

É bom alertar que os programas sociais tipo Bolsa Família já esgotaram sua capacidade. O Governo Federal não tem mais capacidade (já não tinha) para financiar a renda mínima. Duvido que algum governante, daqui para frente, vá usar a CEF, o BB e o BNDES para praticar pedaladas fiscais.

Quem tiver cadastro em programas de renda mínima (tipo Bolsa Família) tem chance de continuar recebendo. Porém, o Governo Federal não poderá mais continuar fazendo rombos nas contas para bancar despesas sem ter fonte dos recursos. Como não deverá aumentar impostos, os programas sociais viraram um problema a mais. Até porque o Congresso já aprovou em primeiro turno o limite de gastos e o Executivo terá de apertar ainda mais o cinto. Não poderá mais continuar bancando programas que na verdade são paternalistas, eleitoreiros e até certo ponto um estímulo à vadiagem.


Editorial

Precisamos gerar empregos a quem não tem formação para atividades de inovação e precisa sobreviver. Hoje os empregos gerados na base tecnológica geralmente são disputados pelos mais preparados e que já estão empregados ou para gente de fora.

O próximo prefeito precisa se preocupar com treinamento, apoiar os pequenos negócios que absolvem os trabalhadores populares e as empresas já existentes que não conseguem competir com as modernas que chegam e empregam pouca massa de mão de obra. Depois é que deve procurar os grandes investimentos.

A Prefeitura deve assumir a paternidade de quem precisa de renda para sobreviver. Deve desenvolver programas de treinamento, apoiar os pequenos negócios e estimular atividades de fundo de quintal que amanhã serão novos empreendimentos. O BQT – Bairros Que Trabalham – foi um belo exemplo de sucesso na geração de novas empresas.


Uma filosofia sem lógica

Não há lógica na filosofia do Estado Islâmico e nas ações do Terror em geral. O Estado Islâmico, por exemplo, ao mesmo tempo em que defende o califado, a pobreza e o isolamento dentro da civilização moderna, usa a modernidade como as redes sociais e tecnologia explosiva de ponta em suas ações terroristas.

Seus líderes vivem em locais nobres de países ricos e tem acesso ao que há de mais avançado em recursos da civilização moderna. Quer dizer, vamos recrutar “inocentes úteis” para nos servir de serviçais em nosso projeto de poder.



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