AS BEM HUMORADAS DO PORTAL E OS DEBATES DAS REFORMAS – Algumas expressões já devem ter o poder místico de MANTRA. A apologia do pobre é um exemplo.

AS BEM HUMORADAS DO PORTAL E OS DEBATES DAS REFORMAS – Algumas expressões já devem ter o poder místico de MANTRA. A apologia do pobre é um exemplo.

Não se trata de um desprezo ao pobre e sim discordância do uso dele visando interesses pessoais e o poder. “OS MAIS POBRES” é a expressão mais repetida nos últimos tempos. Já deve ter o poder místico de “MANTRA”.

Essa frase, seguramente, é a mais repetida nos debates da reforma da Previdência. Talvez de todos os tempos do Congresso.

É por isso que não cansamos de repetir aqui: “Toda hora usam indevidamente o santo nome do pobre em vão”.

Até parece que também estamos procurando criar MANTRAS.

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Outras frases das reformas candidatas a MANTRA:

Ninguém mais vai se aposentar.

Interesse do Mercado Financeiro.

Vão tirar direitos dos trabalhadores.

Crueldade ao trabalhador.

Nós mais distribuímos renda.

Essa regra é muito cruel!

Combate aos privilégios.

ERON PORTAL

Text: Eron J Silva.

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ANEXO

Mantra – Instrumento místico com poder de conduzir a mente.

Mantra (do sânscrito Manmente e Tra, controle ou proteção, significando “instrumento para conduzir a mente”) é uma sílaba ou poema, normalmente em sânscrito. Os mantras se originaram do hinduísmo, porém são utilizados também no budismo e jainismo, bem como notoriamente por práticas espirituais que não têm vínculo com religiões estabelecidas. No tantrismo, são usados para materializar as divindades.[1]

O mantra é uma fórmula mística e ritual recitada ou cantada repetidamente pelos fiéis de certas correntes budistas e hinduístas. O termo é uma palavra em sânscrito que significa ‘controle da mente’. O mantra é repetido de forma a auxiliar a concentração durante a meditação. Alguns mantras famosos são ‘Namo Amito’ (glória a Buda) e ‘Om Sri Shanaishwaraya Swaha’ (‘Om‘ e ‘saudações a Saturno, o planeta dos ensinamentos’).

Os mantras Tibetanos são entoados como orações repetidas. O budismo mahayana do Tibete usa mantras em tibetano, o zen-budismo do Japão os usa em japonêsJohn Blofeldencontrou, em Hong Kong, no começo do século XX, mantras cuja língua ninguém sabia identificar, e que pareciam uma alteração de um original sânscrito.

Para algumas escolas, especificamente as de fundamentação técnica, mantra pode ser qualquer som, sílaba, palavra, frase ou texto, que detenha um poder específico. Porém, é fundamental que pertença a uma língua morta, na qual os significados e as pronúncias não sofram a erosão dos regionalismos por causa da evolução da língua. Existem mantras para facilitar a concentração e meditação, mantras para energizar, para adormecer ou despertar, para desenvolver chacras ou vibrar canais energéticos a fim de desobstruí-los.

Fonte: Google.

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JOGANDO PARA AS ARQUIBANCADAS.

Claro que é legitimo o parlamentar defender os interesses de sua base eleitoral. Mereceria mais critica ainda se não o fizesse. Mas há cada postura nas comissões da reforma da Previdência que é brincar com a inteligência da opinião pública e uma hereia àquele a que se dirige.

Acredita que há parlamentares apresentam destaques só para fazer discurso político eleitoreiro? No fundo ainda torcem para que sua ideia seja derrotada.

Assim, matam dois coelhos com uma cacetada só: porque sabem que o País precisa pegar pesado com déficit público e para fazer média com seu eleitor, tirando-o para inocente útil.

Não existe parlamentar bobo. É uma questão de sobrevivência. E todos sabem que estão na mesma canoa furada.