ACELERADAS OBRAS DO MERCADO PÚBLICO DE LAGES/SC – Espaço deve começar a funcionar em agosto.

ACELERADAS OBRAS DO MERCADO PÚBLICO DE LAGES/SC – Espaço deve começar a funcionar em agosto.

É MAIS UM ELEMENTO ARQUITETÔNICO HISTÓRICO A AGREGAR VALOR AO TURISMO DA SERRA. SERÁ UMA ESPÉCIE DE SHOPPING TÍPICO.

Após a restauração do Colégio Rosa e do Centro Histórico, o Mercado Público é a mais importante obra de revitalização em Lages/SC.

Essa revitalização e construção tem a finalidade de expandir o Mercado Público Municipal e estão com o cronograma de execução do projeto adiantado.

Segundo afirmação do prefeito Antonio Ceron durante recente vistoria realizada junto do secretário de Planejamento e Obras, Claiton Bortoluzzi, a previsão de entrega do Mercado Público pronto para ser utilizado pela comunidade é para o início do segundo semestre deste ano. Hoje, 60% do cronograma das obras estão concluídos.

CONCESSÃO DE ESPAÇOS.

Uma comissão técnica da prefeitura já trabalha na elaboração do edital de concessão dos espaços destinados à comercialização de produtos e prestação de serviços dentro do Mercado Público. Serão disponibilizados cerca de 40 espaços onde será feita a venda de produtos coloniais e hortigranjeiros e instalados pontos comerciais, como por exemplo peixaria, restaurante, cafeteria, floricultura e casa lotérica. Ainda terá palco para apresentações artístico-culturais.

O acesso ao Mercado para o público consumidor se dará tanto pela fachada frontal, localizada na rua Manoel da Silva Ramos, como também pelas ruas laterais (Monte Castelo e Hercílio Luz). “Para Lages, o Mercado Público em pleno funcionamento representará incremento ao movimento econômico, ao turismo e lazer, gerando novas oportunidades de trabalho e renda para os lageanos”, destaca o prefeito Antonio Ceron.

Já o secretário Claiton Bortoluzzi disse que para a execução do projeto (obras físicas estruturais), a prefeitura firmou convênio com o Governo do Estado no valor de R$ 8 milhões. “Na execução deste projeto de revitalização e construção de expansão do Mercado nos deparamos com um prédio com mais de 80 anos de existência e isto interfere, de certa forma, no cronograma das obras. Só para citar um exemplo, o reboco das paredes tiveram de ser removidos em muitos pontos”, conclui Bortoluzzi.

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