A PROPINA FOI A NOSSA JABUTICABA NA PAUTA DE EXPORTAÇÕES ATÉ 2018

A PROPINA FOI A NOSSA JABUTICABA NA PAUTA DE EXPORTAÇÕES ATÉ 2018

O BRASIL SEMPRE SE ORGULHOU DE ALGUNS PRODUTOS TOP NA PAUTA DE EXPORTAÇÃO, COMO CAFÉ, MINÉRIOS, AÇÚCAR…

Neste começo de século, mais precisamente até 2018, empreiteiras, mancomunadas com governos e políticos, envergonharam o Brasil, lançado também no exterior a propina como forma de captar obras públicas em diversos países.

E o pior foi que a propina quase virou nosso mais novo produto “tipo exportação”. Esteve bombando no mercado internacional por quase 15 anos.

Esse modelo de conseguir obras públicas através da propina, até parece jabuticaba, coisa que só dá no Brasil.
A Odebrecht, que foi uma das empreiteiras que desenvolveram esse “produto”, deixou de ser o orgulho nacional por tocar com desenvoltura grandes projetos mundo a fora, para nos envergonhar, ameaçada de expulsão de diversos países.

A contaminação da estrutura pública, por extensão da iniciativa privada, com a praga da corrupção, foi uma engenharia política encontrada pelos governos de então para financiar a formação de fortes bases parlamentares no Congresso, hoje com mais de 3o partidos, com possibilidade de chegar a 40, inclusive com a possível criação do PC – Partido do Corinthians, reunindo os loucos pelo Timão.

Diante disso, a Lei de Gerson renasceu como filosofia de vida para muita gente. Muitos certamente já se arriscavam até a pensar: “Já que os políticos e muitos empresários estão se arrumando, então vou arrumar meu lado também”.

No caso dos governos do PT, cremos que a propina teria sido a moeda criada para financiar caixa 2 em campanhas e uma poderosa base parlamentar – um Partidão – e sustentar um longo projeto de poder. A pretensão parece que seria a de durar mais de 60 anos.

Este seria um dos quatro mais longos projetos de poder da história da Humanidade. Dizem que o 1º teria sido O Povo de Moisés no Deserto (40 anos); o 2º, o iniciado por Lenin, na antiga União Soviética (mais de 50 anos); o 3º, o de Fidel Castro, em Cuba (58 anos); e o 4º seria o do PT, do Sindicalismo e de parte da Igreja Católica (mais de 60 anos).