A MULHER FAZ A REVOLUÇÃO PELA VIA DA CONSTRUÇÃO – Suas conquistas e mudanças sempre visam um mundo melhor para todos

A MULHER FAZ A REVOLUÇÃO PELA VIA DA CONSTRUÇÃO – Suas conquistas e mudanças sempre visam um mundo melhor para todos

Pelos dados oficiais disponíveis, as mulheres representam 51,8% da população brasileira; e elas já estão acordando para o poder que têm.

Tanto que se observarmos na última eleição o número das que disputaram uma cadeira na Câmara Municipal, cargo eletivo base na política brasileira, vamos perceber que as candidaturas femininas foram 7,1% a mais em 2020 do que em 2016.

Há quem justifique o crescimento dessa participação com a legislação partidária que estabelece cotas de vagas para mulheres.

Também há a tese de que nos últimos tempos o eleitor tem preferido votar mais em mulheres porque elas geralmente são mais honestas do que os homens; não deixam de ser verdades.

Mas há muito mais do que isso: a natureza ‘delas’ deve pesar muito.

Não generalizando, o homem faz revoluções quase sempre destruindo o que existe e às vezes até quem existir pela frente, durante a busca da satisfação de suas ambições e projetos.

Já a mulher faz revoluções pela via da construção, não pela via da destruição.

É que as suas conquistas levam mais em conta o bem comum do que o bem pessoal.

Quem muito bem fundamentou uma das razões do avanço na participação política da mulher foi a presidente da Câmara de Criciúma/SC, vereadora Roseli De Lucca:

“Como a mulher é mãe, quase sempre ela quer o bem comum.

E é muito simples: se eu quero que a cidade, por exemplo, seja melhor para meus filhos, sempre irei lutar para que seja também para os filhos dos outros”.

 

OPINIÃO

 

Em seu segundo mandato, Roseli foi eleita a mais votada para a atual legislatura.

Certamente não foi só por questão legal de cotas ou por ter ocupado função de expressão política; deve ter sido – muito mais – por competência pessoal, perfil revolucionário do bem e consequência de sua empatia e atitudes.

Roseli é dona de uma carreira política bem ao estilo de Simone Tebet, maior expressão feminina da atualidade na política brasileira, indicada oficialmente pré-candidata do MDB à presidência da República.

 

 



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