A MÍSTICA DO NOME DAS CIDADES COMO FATOR ECONÔMICO – Produtos da Indústria da Criatividade, a vanguarda para o sonho de consumo.

A MÍSTICA DO NOME DAS CIDADES COMO FATOR ECONÔMICO – Produtos da Indústria da Criatividade, a vanguarda para o sonho de consumo.

LUGARES PRECISARÃO DE ATRATIVOS, A COMEÇAR PELO NOME PARA ENCANTAR E ATRAIR PESSOAS.

Bem logo as pessoas empregadas trabalharão menos tempo, produzirão mais e ganharão melhor. Já está mudando o perfil do consumo, isto é do que mais precisarão consumir. Essas pessoas, somadas às que estarão fora do mercado convencional mas trabalho e fazendo renda com o entretenimento, formarão a maioria da massa consumidora de produtos e serviços turísticos ou eventos.

Aí é que entra o turismo como principal fator econômico de muita cidade que escolhe ser endereço turístico. Portanto, elas precisam pensar em tuto. E um nome atraente para o lugar e para o evento turístico já será um bom começo. Por exemplo, nomes com palavras que sugiram beleza, sonho de consumo, desejo e felicidade das pessoas serão os preferidos.

Pense o quanto será mais atraente saber de uma festa, espetáculo ou qualquer acontecimento num lugar chamado Bela Vista do Paraíso, Flor do Sertão, Bom Jardim da Serra, ou Entre Rios! Estes lugares, por natureza já sugerem sucesso. Já trazem em seu nome palavras com energia, sedução, felicidade ou desejo. Viagem positiva é boa até para ser contada aos amigos. Ninguém gosta de contar aventuras sem encanto.

Agora, sem ofensa a seus habitantes, que atrativo de imagem há em saber de um acontecimento numa cidade chamada Não me Toque, Trombudo Central, São José dos Feios, Ermo, São José dos Ausentes ou Morro da fumaça?

Até para o nome da rainha ou da miss locais já será um desafio. Que mulher não vai ficar numa saia justa ao ser lembrada que é a Miss Feiosa ou a Miss Trombudo? Ou a Rainha da Festa da Linguiça, Rainha Não Me Toque, Rainha Feiosa, Rainha Ermo ou Rainha dos Ausentes?

Não se critica a História, a cultura, os costumes e o estilo de vida das comunidades. Mas aqui apenas pedimos autorização tácita às pessoas das cidades citadas só para ilustrar esta reportagem que tem o objetivo apenas de ajudar, jamais o de ofender, denegrir ou menosprezar aquilo que é mais caro às pessoas, ou seja, a imagem do lugar onde elas vivem.

ERON PORTAL

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ANEXO

CONTRIBUIÇÃO DO SITE PARA REFLETIR

Na era do conhecimento e da informação a tecnologia e a automação substituem cada vez mais a força física e manual do ser humano. Com isso, dois terços dos 7,5 bilhões de habitantes do Planeta estão ficando fora do mercado de trabalho convencional ou com mais tempo ocioso porque produzem cada vez mais e em menor jornada.

As pessoas empregadas terão jornada de trabalho cada vez mais virtuais. Portanto, formarão a minoria, ao lado dos empregados de si. Daqui um pouco, com essa revolução 4.0, a maioria trabalhará pelo celular, portanto, sem nem sair de casa, ou serão empresas individuais.

Pelo exposto acima é que mudará o perfil do consumo e das necessidades. E aí, ainda por cima, as pessoas terão mais tempo e a qualquer hora para ser utilizado na convivência e nos entretenimentos.

É por isso que a revolução da Indústria da Criatividade cresce em progressão geométrica, pois, abriga os excluídos pela máquina e os que terão mais tempo ocioso.

E é onde entra o turismo e o entretenimento impulsionando a economia de muitas cidades. Sempre é bom lembrar que daqui em diante qualquer lugar poderá ser o centro dos negócio e até do poder. Tudo porque a tenologia e a inovação possibilitarão que qualquer lugar possa ser o centro do mundo.

E Turismo se faz até num deserto.

Basta projeto, vontade política e criatividade.