A GREVE DE HOJE É UM DIREITO LEGITIMO NUMA DEMOCRACIA – Mas ela gerou mais prejuízos ainda ao País e foi uma judiaria à maioria da população.

A GREVE DE HOJE É UM DIREITO LEGITIMO NUMA DEMOCRACIA – Mas ela gerou mais prejuízos ainda ao País e foi uma judiaria à maioria da população.

Como já vimos numa literatura política bem recente, essa greve “tem rosto, nome e endereço”.

 

EDITORIAL

Não temos procuração ou identificação ideológica, nem qualquer interesse que seja em relação ao Governo. Tampouco temos qualquer interesse político partidário. Nosso partido é o Brasil.

Então vamos ao tema do Editorial:

Até imaginávamos que a oposição ao Novo Governo e a Esquerda iriam dar muito mais trabalho ao Executivo. A rigor, temíamos até que os inimigos políticos dos novos inquilinos do Palácio Planalto, aqueles que perderam o Poder no ano passado, fossem ainda mais incendiários.

Só que na situação que está o Brasil não há clima para radicalismos ao extremo. E a oposição até fica numa saia justa para cobrar qualquer coisa, porque isso teria um efeito bumerangue. Afinal, tudo indica que tal situação da estrutura pública vem de governos anteriores. Então não podem apontar o dedo.

Some-se a isso que o presidente Bolsonaro – investido no Poder – surpreendeu mais uma vez. Além de mostrar que realmente ninguém chega ao topo sem méritos, ou por acaso, ele tem revelado alto apelo popular e que está determinado a fazer o que disse em palanque.

Outra surpresa é que o presidente conta com a simpatia da maioria da Sociedade. Sociedade essa que parece estar cansada de velhas práticas politicas e do populismo barato tipo o de líderes bolivariano. É clara a rejeição à corrupção e ao uso indevido da máquina e do dinheiro públicos.

Por fim, tudo indica que o Governo atual tenha na sua retaguarda um núcleo pensante de primeira, até com padrões externos: consegue criar fatos e “crises” que às vezes deixam a oposição e esquerda abafadas, sem discurso.

Perceba que seus adversários de plantão, de vez em quando, até ficam sem rumo. Só lhes restam os argumentos batidos da apologia ao pobre; usam toda hora o “santo nome do pobre em vão”; e vivem acusando o Governo de só defender interesses de poderosos.

Tem coisa mais fora de moda e massante do que isso?

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Texto: Eron J Silva.