DECEPCIONADO, LADRÃO DEVOLVE FERRAMENTAS QUE LEVOU – Temia ter de usar o produto do furto: eram duas caixas, a mais pesada continha ferramentas e a outra ossos.

DECEPCIONADO, LADRÃO DEVOLVE FERRAMENTAS QUE LEVOU – Temia ter de usar o produto do furto: eram duas caixas, a mais pesada continha ferramentas e a outra ossos.

VÊ SE O LARÁPIO IRIA CORRER O RISCO DE TER DE USAR O PRODUTO DO FURTO. TEMIA TER DE PEGAR NO PESADO.

Desiste de levar a caixa mais pesada que pensava ter metais nobres mas eram ferramentas do pedreiro.

Após arrombar o depósito do cemitério e depois o de um pedreiros, ladrões desistem da muamba porque não eram metais nobres, eram ferramentas de pedreiro. Imaginavam conter metais mais valiosos como pregos, placas de prata o até folhadas a ouro.

A explicação encontrada por investigadores para essa desistência foi que talvez temessem que a esposa eo filhos sugerissem que ao invés de furtar e roubar fossem trabalhar no pesado, com menos risco de levar chumbo nas pernas…

O primeiro caso foi no cemitério Cruz das Almas, em Lages, Serra Catarinense. O secretário de Serviços públicos, certa vez, chegou ao depósito do cemitério e o encontrou arrombado. Curiosamente não falava nada. É que eram ferramentas rudimentares, como pás, enxadas, picaretas e colher de pedreiro. Não eram metais nobres, tampouco cimento ou fios de cobre.

CASO MAIS RECENTE

Cidadão nos contou que deixava suas ferramentas trancadas a sete chaves na casinha da construção. Um ladrão cerrou o cadeado e levou uma caixa pesando uns 50 KG, pensando que eram pregos ou outros metais mais valiosos. No peso, o prego e fio de cobre tem venda certa no mercado sujo da receptação.

Só que ao serrar novo cadeado [agora o da caixa] percebeu que eram ferramentas simples. Levou-as de volta e ainda deixou um bilhete abusado: – Vê se trabalha mais, mano, pra me deixar algo que me renda algum dinheiro!

Agora, pensando bem, vê se alguém viciado em roubar e furtar vai querer ferramentas! Trabalhar por quê? Furtar só precisa de hora extra, à noite?!

Mas, outro furto bizarro foi num outro cemitério, agora no interior. Ladrão arrombou o depósito e ao invés de metais, havia nas caixas ossos que iriam para o ossário no dia seguinte. Pior foi que numa delas havia se abrigado um enxame de abelhas africanas.

Crivado de ferroadas, para não perder a viagem, levou um carrinho com uma saca de cimento e várias placas amarelas de “aqui jaz”. Pensava que eram de ouro. Nem tocou nas ferramentas! Imagina!?… Trabalhar? Nem pensar!…

Só que o ladrão não contava com um detalhe: o guarda o seguira. Foi apanhado com os comparsas verificando se o metal das placas era ouro. Colocavam um líquido que só fazia espuma. Eram de bronze as placas. Pense nuns ladrões desastrados!…