JESUS NASCEU E RESSUSCITOU NOS LUGARES MAIS HUMILDES – Viveu e pregou para quem mais precisava. Aí morreu por defender o correto.

JESUS NASCEU E RESSUSCITOU NOS LUGARES MAIS HUMILDES – Viveu e pregou para quem mais precisava. Aí morreu por defender o correto.

REFLETINDO SOBRE OS FUNDAMENTOS DA HISTÓRIA DE VIDA DO CRISTO LOGO VAMOS VER QUE ELA TEVE COMO PILARES O AMOR AO PRÓXIMO, A HUMILDADE, A SOLIDARIEDADE, O PERDÃO…

Jesus Cristo pregou só três anos e seu exemplo de vida vale até hoje. É bem atual. Seus ensinamentos fazem sucesso há 2019 anos!

Onde Ele nasceu, onde Ele viveu, onde Ele pregou, onde Ele morreu e onde Ele ressuscitou, foram todos lugares humildes. Quem andou com Ele também eram humildes. Algo só dos divinos.

Então vamos descer um pouco do poder, das vaidades e do egoísmo e viver um Natal sintonizado com o que o aniversariante (Jesus) pregou.

A humildade não deve nos dar orgulho. Ser humilde deve ser uma obrigação. Um bom exemplo!

O espírito do Natal deveria existir o ano todo. Como não é assim, então que pelo menos façamos uma pausa na corrida atrás das coisas materiais para refletir sobre nossas vidas.

Será que estamos exercitando o que Jesus nos ensinou?

Será que o Natal já não é mais um motivo para festança?

Será que estamos pensando na essência no Natal: Jesu Cristo?

O fato é que para muita gente o Papai Noel já é uma figura mais forte que a do aniversariante desta terça-feira. Afinal, o Noel significa presente à vista.

Como diz Érico Veríssimo na obra Olhai os Lírios do Campo: “De que adiantará construirmos arranha-céus se daqui um pouco não teremos seres humanos para morar neles?”

Tomara que o sacrifício do Filho de Deus não tenha sido em vão.

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REFLEXÃO II

POR QUE JESUS MORREU? SERÁ QUE NÃO TERIA SIDO POR OUSAR DESAFIAR OS PODEROSOS DO SEU TEMPO?

Estava escrito que Jesus teria de se sacrificar para salvar a humanidade. Para dar um jeito no status quo em Jerusalém Jesus precisou dar sua vida.

Provavelmente ele teria sido vítima de um complô de corruptos? Na verdade Ele ousou mexer nos privilégios capilarizados no Poder: o Clero e o Estado da época.

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SUA MORTE NÃO TERIA SIDO UMA EXECUÇÃO POR CONDENAÇÃO EM ALGUM CRIME E SIM UM ASSASSINATO.

 

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Até parte do povo conspirou contra Ele e ajudou na montagem do ambiente favorável à farsa do “julgamento”.

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Como revelam estudos, a reação de Cristo contra os vendilhões do templo, citada nas escrituras, é interpretada como sendo apenas contra os sacoleiros ou camelôs, mas, na verdade, os verdadeiros vendilhões eram os privilegiados do Clero que se beneficiavam da receita auferida com o câmbio para aquisição da ofertas para sacrifício a Deus e as piscinas de purificação de pecados para a pessoa poder entrar no templo.

Então, Jesus Cristo ousou mexer nos privilégios nos setores privado e público e até parte do povo que recebia migalhas também conspirou contra Ele. Afinal, virou ameaça aos privilegiados da igreja da época e do meio político.

Como o Clero liderado pelo poderoso Caifaz, tinha influência no Poder do Estado, então Jesus ousou desafiar, ao mesmo tempo, a Igreja e o Estado. E Pilatos, para ficar sobre o muro, mesmo dizendo que o acusado era um homem inocente, lavou as mãos. Coisa típica dos políticos medíocres.

CORRUPÇÃO NAS VEIAS ABERTAS DE JERUSALÉM

Vender o poder já era prática naquele tempo. Como a propina foi uma jabuticaba no Brasil, o tipo de corrupção em Jerusalém era uma tâmara, fruta típica de lá.

A expressão “vendilhões do templo” usada por Jesus para denunciar a invasão do lugar santo com vendas teria duplo sentido. Também significava a corrupção para privilégios e mordomias e a propina da época: migalhas que restavam a alguns do povo para dar sustentação ao poder suspeito de Caifaz.

Numa dessas, até a empreiteira que construiu as piscinas para purificação de pecados poderia ser de amigos do poder corrupto.

A receita dessas piscinas sustentava os privilégios do Clero e creio que restava algumas coisa para ganhar parte do povo como torcedor e respaldo ao sistema vigente.

POR QUE JESUS VIROU AMEAÇA?

Todos os fundamentos de sua pregação preocupavam ao Poder, significavam a ameaça de surgimento de um novo rei, até pregado por Ele mesmo.

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Senão vejamos: Amar ao próximo como a ti mesmo; busca da salvação para a vida terrena e dos céus; solidariedade (se preciso dê o último talento aos mais necessitados); dai a César o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus… e mais.

Sua filosofia lhe dava popularidade, reunia mais e mais adeptos e virava as pessoas contra o status quo.

Logo: a morte de Jesus poderia ser interpretada como um assassinato e não como uma execução por um julgamento de algum crime. Tanto que Jerusalém, até hoje, não encontrou a paz. Até lembrá a profecia: “Aqui não restará pedra sobre pedra!”.