SEDENTARISMO – Fator de redução na qualidade de saúde e de vida.

SEDENTARISMO – Fator de redução na qualidade de saúde e de vida.

Cada vez mais gastamos menos energia do corpo e consumimos cada vez mais calorias em venenos que a modernidade nos oferece.

Hoje nem levantamos mais da cadeira para trocar o canal no aparelho de TV. Até para tarefas estritamente apropriadas para o esforço físico, invetamos formas de permanecermos na zona de conforto.

A modernidade nos leva ao sedentarismo que só traz o desconforto, a doença e o inconformismo com nós mesmos. É a tecnologia que nos desvia da convivência, do interesse pelo que nos cerca e nos leva a uma preguiça involuntária que nos impede de ter uma vida plena.

Tudo começou com a invenção da eletricidade, o ponto de partida para a neura da modernidade que na verdade passou a ser uma indústria de doenças e da infelicidade.

Chegou o tempo em que a criatura – a tecnologia – pegou o criador – o homem –  e que é preciso repensar muita coisa. Até que precisamos amar também as pessoas que nos cercam. Um tempo em que às vezes amamos mais os bichos porque eles nos servem de motivo para desfilarmos na passarela da vida e nas redes sociais.

Precisamos mudar alguns hábitos e criarmos limites para o uso do conforto da civilização. Partir para uma vida mais natural e de relações mais diretas. O mundo anda cada vez mais inteligente, isto é: falamos mais com a máquina que com as pessoas. Compramos mais no self service que do vendedor com carne e osso. Se soubermos ler até tomamos o café da manhã sem falar com ninguém, se for num hotel onde já está incluso na diária. Pois, nem depende de anotação de valores.

Quem será capaz de me dizer qual foi a invenção mais importante para a humanidade? Pois lhe poupamos de pensar: foi a invenção da penicilina. Antes dela, a expectativa de vida era de 30 anos. Hoje esta beirando os 75 anos, mas não com expectativa feliz.

Não duvide que logo, logo o vírus da vida moderna ainda não venha anular esse ganho com epidemias de doenças modernas tipo depressão, obesidade, prisão interior e infelicidade.