NOVAS CARAS PARA PREFEITO DE LAGES/SC – Qual delas tem o melhor projeto para os próximos 10 anos?

NOVAS CARAS PARA PREFEITO DE LAGES/SC – Qual delas tem o melhor projeto para os próximos 10 anos?

Cenário aponta para uma novidade na Prefeitura? Os vereadores Lucas Neves e Jair Júnior são os virtuais caras.

Logo, em Lages/SC, é uma incógnita o resultado da próxima eleição para prefeito. O atual, Antônio Ceron, tem reiterado que não irá à reeleição. Mas não vem sendo preparado um nome para tentar sucedê-lo.

A menos que surja uma solução bem articulada em torno de um nome com vivência, preparo pessoal e administrativo, a eleição vai ser emocionante. E a Prefeitura pode acabar caindo em mãos inexperientes.

O que alguns analistas temem é que o eleitor ainda tenha de optar pelo menos pior, como nas últimas eleições nacionais.

Então, a tendência é a ocorrência de fatos muito esquisitos nestas eleições municipais. Ocorrerão surpresas que ninguém imagina. Nereu Ramos deve se remexer no túmulo em frente ao Colégio Rosa.

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OPINIÃO DO SITE

Nos anos 80 houve uma eleição em que o povo trocou todo mundo, no Executivo e no Legislativo. Assumiram governadores novos em quase todo o País.

O então PMDB venceu em mais de 50% dos estados. No Congresso, esse partido elegeu até dono de banca de revistas de Curitiba como deputado federal. O cara se elegeu com apenas 2.500 votos. Foi levado nos braços por puxadores eleitorais.

Nas eleições seguintes o povo teve de mandar quase todo mundo pra casa.

Nas últimas eleições nacionais, a onda colorida em torno do atual presidente da República acabou produzindo governadores fenômenos de votos em alguns estados. Esses ainda não disseram porque vieram. Só fazem barbeiragens. Existe diferença de quilômetros entre a iniciativa privada e a vida púbica.

E o que é pior, três dos últimos governadores campeões de votos são de estados quebrados: RJ, MG e RS. E o quarto é o de Santa Catarina, que até já é visto como o governador capaz de colocar em risco o Modelo Econômico Produtivo Catarinense, que é exemplo no Brasil.

Senão vejamos:

Ainda não reviu os decretos que na prática retiram os subsídios do setor de agroindústrias e das cooperativas. Um projeto seu corta R$ 47 milhões no orçamento da UDESC. E outro aumentou os impostos nos insumos da Fruticultura.

Achamos difícil, desta vez. que o povo também não tenha de mandar todo mundo pra casa novamente, pelo menos em termos de governadores.

E nos municípios, após as eleições do ano que vem, tudo se encaminhará para o mesmo filme dos anos 80 e da última eleição nos estados.

ERON PORTAL.