OPINIÃO DO SITE. MINISTRO DISSE TUDO: Pobreza é mesmo um adicional nos problemas do meio ambiente.

OPINIÃO DO SITE. MINISTRO DISSE TUDO: Pobreza é mesmo um adicional nos problemas do meio ambiente.

FALTA RIQUEZA PARA INVESTIMENTOS NA ALTERAÇÃO DO NOSSO MODELO DE PRODUÇÃO RURAL E OCUPAÇÃO DO SOLO URBANO.

Chuvas em BH e ES comprovam o que estamos dizendo aqui: sobram aos pobres os espaços que são das águas. Pior é que o sofrimento acaba potencializando os efeitos dos desastres naturais.

Os desastres naturais estão acontecendo periodicamente e com mais intensidade. A comunidade científica atribui a maior ocorrência dos fenômenos mais aos efeitos das atividades humanas, especialmente da indústria e da produção de alimentos, que aumentam o efeito estufa.

Mas há divergência e quem diga que catástrofes existem ao longo da história da Humanidade. Hoje, o que há é divulgação e mais rápida.

É atribuído, também, à ocupação de áreas que são da natureza, o que potencializa seus efeitos.

 

INVESTIMENTOS E MODERNIDADE AMENIZARIAM O PROBLEMA

É bom citar que já há técnicas sofisticadas para produzir e se viver sem agredir a natureza. Mas para isso é preciso de recursos.

O aumento demográfico e as necessidades humanas é que justificam maiores atividades econômicas e de geração de alimentos no campo e moradias populares nas cidades.

No campo se ocupam reservas e áreas impróprias. Nas cidades os melhores espaços vão para classes mais abastadas. Então. restam os piores lugares para os pobres, com mais pavimentações, mais edificações e ocupação irregular de espaços que são das águas.

MODERNIDADE É QUE VAI AJUDAR

No Primeiro Mundo já se criam gado em perfeita harmina com florestas e se produzem grãos quase sem agressão ao meio ambiente. É uma atitude sustentável mas que precisa de recursos.

No Brasil, agropecuária e ocupação urbana são do século passado. Em cidades, moradias das faixas populares estão mais em lugares que são da natureza. Mas no campo aqui já começa a perfeita convivência entre pecuária e florestas.

Parece-nos que há mesmo falta de riqueza para mais investimentos em nosso modelo produtivo rural e de ocupação do solo nas cidades.

Produção do campo: por falta de recursos para tecnologia, ainda desmatamos para produzir grãos e para a pecuária.

 

RESUMO DE EXEMPLOS

Resumindo, tanto no campo como nas cidades sobram os piores lugares para os pobres; produção rural é mais em áreas impróprias e se derruba e se queima floresta; nas áreas urbanas, moradias e pavimentações estão em lugares das águas; e muitas construções são irregulares e estão em reservas.

Novidade: já há no Brasil tecnologia que permite produzir grãos com menos agressão ao meio ambiente e a produção de pecuária com a convivência pacífica entre animais com florestas.

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POSTAGEM ANTERIOR

CONCORDAMOS COM O MINISTRO PAULO GUEDES QUE A POBREZA TAMBÉM É INIMIGA DO MEIO AMBIENTE

(Fotos desta postagem: Agência Brasil)

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Em sua primeira rodada de conversa em Davos, o ministro Paulo Gudes disse que a pobreza é uma das maiores inimigas do meio ambiente.

Realmente falta capacidade para se investir em nosso modelo de produção e de espaço do solo urbano. É arcaico e perverso, pois penaliza os mais pobres.

Nas áreas urbanas, massas pobres tem que morar, produzir e sobreviver em lugares que são da natureza. E nas rurais também acontecem os fatos acima.

A pobreza não tem culpa disso! É o que lhes sobra. E e claro que os problemas não são só esses, há muitos. Mas a pobreza é fator grave e um compromisso de todos nós.

Veja onde vivem, produzem e sofrem as massas mais desprotegidas. E o que é mais grave, naqueles lugares que são da natureza.

Só pela via do desenvolvimento é que o Brasil vai melhorar a situação. A história vai comprovar isso.

Senão vejamos:

Nós aqui podemos afirmar que tudo o que acontece agora em relação à pobreza é devido à falta de planejamento no passado, por omissão de muitos e por falta de decisão política para enfrentar de frente o problema.

AGORA RELATIVO À FALA DO MINISTRO

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O Portal entende que tudo indica que cada vez será maior esse problema, se não houver desenvolvimento, como disse o ministro Paulo Guedes. É que mesmo com índices demográficos declinantes, o aumento da população vulnerável será um fato progressivo, especialmente no Brasil.

A situação acima na ocupação do solo é que faz potencializar os efeitos das catástrofes naturais. Elas sempre existiram. Desde os  tempos bíblicos. Hoje tem mais visibilidade por questões óbvias – a tecnologia – e porque atingem cada vez mais gente sofrida.

É claro que há vastas áreas usadas para produção de alimentos, ocupação de matas para a pecuária e extração de elementos minerais do subsolo.

Mas isso acontece em todo o Planeta, até porque os fatores básicos de produção nas economias são: natureza, capital e trabalho.

Quer dizer:

O caminho para a redução das agressões ao meio ambiente será pela via do investimento em modernos projetos de produção para a geração de riquezas e de alimentos.

Quanto à polêmica em Davos, é muito fácil pinçar uma frase do contesto de uma declaração, distorcer e fazê-la um cavalo de batalha, conforme nos convém.

É comum se querer encontrar uma unha encravada no dedinho mínimo do pé da garota símbolo do carnaval. Isso repercute e mexe com as emoções da plateia.

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ANEXO

A RESPONSABILIDADE É DE TODOS NÓS

As novas gerações vão nos odiar pelo tratamento que damos às boas intenções e ao Planeta. Maltratamos do meio ambiente e junto com ele as pessoas mais pobres.

Como em economia se tira da terra ou de alguém, resta à maioria os piores lugares para viver. Quer dizer, por questões econômicas e produção equivocada das riquezas, apenas para serem acumuladas, maltratamos a natureza e as massas de trabalho.

Só para se ter uma ideia, desperdiçamos mais de 40% dos alimentos, da água tratada e da energia. Coisa que a natureza tem de repor depois.

 

AGORA O OUTRO LADO DA MOEDA:

A MÁ OCUPAÇÃO DO PLANETA É O QUE MAIS POTENCIALIZA OS EFEITOS DAS CATÁSTROFES NATURAIS.

Como já dissemos em relação aos maus líderes que envergonharam o País, também o diremos em relação a nós. Assim que as novas gerações forem se entendendo por gente irão ficando perplexas e nos odiando pela maneira com que usamos este planeta.

Para retirar recursos naturais, alimento, água e energia e suprir o conforto da civilização, destruímos aquilo que é de todos. E a maioria das pessoas tem de ir para o ralo do meio ambiente.

A começar já na ocupação do solo pela maioria vulnerável cometemos barbaridades. Com o aumento natural da população e a má gestão da coisa pública, cometemos absurdos por falta de planejamento e previsão.

Sempre deixamos para amanhã a solução dos problemas previsíveis. Fechamos os olhos para amontoados de gente em áreas que são das águas: lagos, banhados, riachos e locais mais baixos. Tudo porque os mais influentes precisam lucrar e viver no conforto.

Resultado: assim que chove a água vai buscar seu espaço, até dentro das nossas casas.

E é bom que se diga que as catástrofes sempre existiram, o que existe, hoje, são seus efeitos atingindo diretamente as populações. Pois como invadimos o lugar da natureza, potencializam-se os estragos e sempre há muito mais repercussão.

Também é óbvio que há o efeito estufa, que vem da queima de petróleo, florestas, materiais e do desmatamento. Outra falta de consciência e de competência do homem.

E isso não é “privilégio” só do Brasil. Agora mesmo a Austrália deixou arder em chamas as maiores áreas de florestas já queimadas. Que o diga o urso koala.

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Isso sim foi porque a ganância permitiu.

INCOERÊNCIA

Dois pesos, duas medidas

Quando aconteceram as queimadas no Brasil, mais fora do que dentro da Floresta Amazônica, o Governo da Austrália pegou pesado contra nosso Governo.

Recentemente, quando quase todo o interior daquele país ardeu em chamas, colocando em risco mais de 300 espécies de animais e planas, fez de conta que tudo era normal.