MOCINHO DA ERA MODERNA E MAGO DA ECONOMIA – Trump vai à reeleição também com reputação de novo policial do mundo e de mestre na comunicação digital.

MOCINHO DA ERA MODERNA E MAGO DA ECONOMIA – Trump vai à reeleição também com reputação de novo policial do mundo e de mestre na comunicação digital.

TRUMP ATÉ PARECE UMA VERSÃO NORTE AMERICANA DO NOSSO JECA TATU. MAS É SÓ “TIPO”. É, SIM, UM COMPETENTE PRESIDENTE MARQUETEIRO.

 

Num dos artigos durante seu governo, afirmamos que o presidente norte americano, Donald Trump, era um hábil marqueteiro que vinha conseguindo parecer um caipira popular ou um mocinho da era digital.

Realmente ele jamais perde a oportunidade de tomar atitudes que possam inflar sua popularidade.

Uma delas foi a decisão que agradou a 90% do mundo, até porque foi uma providência necessária: atacou a base aérea militar da Síria, tentando destruir o poder de ataque e de fogo do regime de Bashar al-Bashar, que jogou armas químicas na população e atingiu centenas de pessoas, a maioria crianças.

Todo líder bom de marketing aproveita as oportunidades para agir em defesa da maioria. Este caso acima foi um deles.

Veja:

Na oportunidade a ONU havia aprovado a resolução determinando a paralisação da guerra; a Europa vinha se preocupando com ela que já se estendia por seis anos e já matara milhares de pessoas; o Papa Francisco, usando bem a postura de Jesus, pediu o fim dessa barbárie na Síria; e por fim, o ataque químico, repudiado pelo mundo, que o considerou uma barbárie.

Trump, então, tinha todos os motivos para tomar uma atitude simpática.

Alguns fatos embasaram nossa articulação acima: tanto George Bush como Ronald Reagan sempre se preocuparam com os ditadores do Oriente Médio. Bush foi chamado de “policial do mundo” e Reagan de “o cachorro louco no Oriente”.

Outro fato é que a guerra na Síria ajudou no surgimento dos extremistas do Estado Islâmico.

Nos últimos tempos Trump tem levado alguns tiros na asa. Exemplos: os efeitos dos episódios racistas nos EUA que respingaram em sua popularidade e seus erros em relação à pandemia do Coronavírus. Seu índice de aprovação na opinião pública andou caindo um pouco.

Imagina se ele não tivesse gordura na popularidade para gastar!…

Agora ele parte para a campanha pela reeleição com os mesmos métodos que o levaram à Casa Branca.