CINEMA UNIVERSAL – Uma das cenas mais emocionantes de todos os tempos

CINEMA UNIVERSAL – Uma das cenas mais emocionantes de todos os tempos

 

A solidariedade é mais verdadeira e mais valiosa quando há pouco o que se dividir

No filme Marcelino Pão e Vinho o personagem central da história, o garoto Marcelino, dá um exemplo de espírito solidário. Ele divide a comida e às vezes o lanche com Jesus Cristo. A parte mais emocionante do filme é quando leva pão e vinho para Jesus da imagem do grande crucifixo no sótão do mosteiro onde foi criado por padres franciscanos.

O cinema mostra a emoção de quando a gente divide o poco que temos. Marcelino divide a comida com Jesus Cristo porque entendia que o Cristo estava com fome pregado na cruz . A cena mostra quando voz de Jesus chega até ele. Não tenham dúvidas de que esse trata-se do maior exemplo de solidariedade.

Outra cena que apresentamos é a da garotinha que divide a comida com o garotinho. Também é uma das cenas mais emocionantes que já vi. Outro vídeo que demonstra intensa vontade de exercitar a solidariedade é o dos gatinhes dividindo o prato de leite. Um toma um gole e empurra o prato par o outro. Quer dizer, até os animais exercitam a solidariedade.

Então, quero dizer que a solidariedade é mais verdadeira e mais valiosa quando há pouco o que se dividir. Aí no vídeo está mais um exemplo disso. A propósito, num domingo passado tive mais um exemplo pessoal de que a gente precisa acreditar mais e não duvidar da honestidade do que as pessoas argumentam sobre suas necessidades. Veja abaixo.

ANEXO

Aconteceu comigo

Entre nós, humanos, tive uma experiência pessoal em minha própria casa. Conto essa história a seguir:

Bateu a minha porta um casal de uma cidade lá da divisa com o Paraná dizendo que ambos são portadores de uma doença grave. Contaram que estavam sem todo o dinheiro para as passagens e queriam saber se eu poderia completar e se não tinha mais algo para eles comer.


A princípio, não sou muito a favor de dar esmolas, até porque há muita malandragem em torno disso e até vicia. Mas, diante de certas situações não há como a gente não se sensibilizar com o problema alheio. O casal foi logo dizendo que não havia conseguido na assistência social todo o dinheiro para as passagens pra voltar pra casa, mas que havia ganho pelo menos um bom dinheiro e o leite que a mulher ainda tomava.

Fui buscar um valor até significativo para uma esmola e entreguei. Perguntaram se não havia mais algo pra comer. Fui à geladeira, peguei o que havia lá e à dispensa, de onde doei o que eu mais gosto de comer com macarrão e que é mais prático para uma refeição rápida. Entreguei-lhes uma sardinha e dois pães Ainda encontrei lá uma embalagem de leite pela metade.
O casal agradeceu, desejou que Deus me desse em dobro e perguntou se não me importava que fizessem a refeição ali na escada mesmo. Logo que deixaram minha porta, nem quero contar o que ouvi ao telefone. Você pode pensar que seja demagogia barata minha. Mas, o que posso garantir é que foram as duas maiores surpresas positivas do meu final de semana.

Até lembrei-me da passagem bíblica em que Jesus disse aos discípulos que o acompanhavam que as três moedinhas que a mulher havia dado ao doente tinham muito mais valor que as três de ouro que o cobrador de impostos de César havia jogado na cestinha. As dessa viúva pobre eram as únicas que ela ainda tinha, disse Jesus.