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DEPUTADO “BOCA ABERTA” É ESPANCADO POR VEREADOR – Veja a incrível história do ex-vereador que virou deputado e agora apanha de ex-colega.


boca aberta
Esta postagem foi publicada em 3 de outubro de 2019 Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

Boca Aberta propõe lei que obriga políticos a usarem o SUS

Um projeto de lei do deputado federal Boca Aberta (PROS-PR) pretende obrigar todos os políticos a usarem o Sistema Único de Saúde (SUS) caso precisem de atendimento médico. A proposta está sendo apresentada por ele na Câmara Federal em Brasília e depende da aprovação dos outros 512 deputados para prosperar.

Em entrevista por telefone ao 24Horas, Boca Aberta relatou que atualmente existe uma determinação da Câmara dos Deputados para que os parlamentares sejam atendidos pela rede privada, através de um convênio. Isso é, legalmente, políticos não podem ser levados a hospitais do SUS.

A proposta de Boca Aberta surge dias depois que ele foi agredido pelo vereador Amauri Cardoso (PSDB) no centro da cidade. Na ocasião, Boca Aberta precisou de atendimento médico e foi levado ao Hospital do Coração após receber a informação de que não poderia ser transferido para o Hospital da Zona Norte, que era seu objetivo.

Desde então tem buscado informações para construir o projeto de lei. Uma proposta semelhante já tinha sido apresentada em 2016 pelo então deputado Cabo Daciolo, mas não prosperou no Congresso Nacional. Dessa vez, Boca Aberta tentará usar o apelo público para avançar na ideia.

— Existe uma normativa da Câmara dos Deputados que obriga os 513 parlamentares a utilizarem o sistema privado de saúde em caso de necessidade. Eu acho isso injusto, já que nós somos empregados do povo, porque não podemos usar o SUS também? Quando precisei do atendimento, iria para o Zona Norte, mas tive que ir para o HCor por causa dessa determinação – disse Boca Aberta à reportagem.

Procurada, a Câmara dos Deputados não se posicionou sobre o assunto.

 

Deputado federal Boca Aberta é condenado por perturbar trabalhadores e pacientes de UPA

O deputado federal Emerson Petriv (PROS), conhecido como Boca Aberta, foi condenado a 22 dias de prisão em regime semiaberto por perturbação de sossego. Ele foi acusado de perturbar os trabalhadores e pacientes de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Londrina, no norte do Paraná, nos dias 5 e 6 janeiro de 2017.

Boca Aberta, que na época era vereador de Londrina, foi até a unidade com o intuito de fiscalizar os trabalhos dos profissionais, depois de receber uma denúncia de atraso nos atendimentos médicos. Ele entrou em locais restritos a enfermeiros e médicos e na sala de uma médica, sem autorização. O deputado filmou toda a ação durante o período que esteve na UPA.

O deputado federal Boca Aberta afirmou que é uma vergonha ser condenado por fiscalizar o trabalho dos médicos e que vai recorrer.

A decisão é de 27 de março deste ano e cabe recurso. Essa é a segunda condenação por perturbação de sossego contra Boca Aberta. Em março de 2018, ele também foi condenado por ter causado confusão na UPAno dia 11 de janeiro.

O juiz Luiz Eduardo Asperti Nard, do 4° Juizado Especial Criminal de Londrina, afirma que as provas confirmar as contravenções imputadas ao acusado.

“Verifica-se que o acusado abusou dos seus direitos e prerrogativas inerentes ao mandato de Vereador, com inequívoca vontade de causar tumulto e perturbação no interior da Unidade de Pronto Atendimento indicada na denúncia, de modo a perturbar o trabalho e o sossego dos servidores e pacientes que estavam no local, por meio de gritaria e algazarra e não por meio de opinião, palavras e votos”, diz um trecho da sentença.

Na decisão, o magistrado ainda explica que pode sentenciar o atual deputado federal porque os fatos ocorreram quando ele ainda vereador, antes de ser diplomado como Deputado Federal.

Conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a prerrogativa de foro para congressistas contempla apenas as infrações penais praticadas no exercício do mandato e em razão do mandato, conforme a sentença.

“A conduta do acusado revelou-se desnecessária e abusiva para quem pretendia verificar a escorreita [correta] prestação do serviço público. Com efeito, o acusado não se limitou a verificar as condições do atendimento no local, cometendo excessos no exercício de suas prerrogativas e praticando a infração penal em apreço”, detalhou o magistrado.

DEPUTADO FOI TIRAR SATISFAÇÃO COM DESAFETO. AMBOS ARMAM O MAIOR BARRACO E ELE SAI COM NARIZ QUEBRADO.

O personagem central desta história foi cassado pela Câmara de Vereadores e condenado pela Justiça a usar tornozeleira eletrônica por descumprir ordem judicial.

BARRACO NA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE.

O deputado federal Émerson Petriv (PROS), popularmente conhecido por “Boca Aberta”, um fenômeno de votos no Paraná, e o ex-vereador Amauri Cardoso (PSDB, armaram o maior barraco na saída de uma Convenção Municipal de Saúde, na Avenida Juscelino Kubitschek, Centro de Londrina/PR.

O deputado foi tirar satisfação com o ex-vereador, logo após sua fala no evento, alegando que o desafeto foi o maior perseguidor seu, o que resultou na sua cassação, mas que agora está eleito um dos deputados federais mais votados do Paraná.

O desentendimento entre ambos acabou em bariga e o deputado “Boca Aberta” com o nariz quebrado e traumas de face.

boca aberta2

O parlamentar foi socorrido pelo Siat (Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma de Emergência) e encaminhado com ferimentos na face ao Hospital do Coração.

Conforme a instituição de saúde, o espancado apresentou trauma de face e permaneceu internado temporariamente.

…………………

A INCRÍVEL CARREIRA POLÍTICA DO DEPUTADO “BOCA ABERTA”

Veja a incrível história do ex-vereador “Boa aberta”, de Londrina/PR, cassado por denunciar mau atendimento ao povo pobre e de atentado ao decoro parlamentar.

A condenação de uso da tornozeleira eletrônica ele mereceu, foi legítima. O ex-vereador desobedeceu ordem judicial de não se aproximar por menos de 200 metros dos colegas desafetos. Por isso, foi obrigado a usar tornozeleira por 90 dias.

Mas a cassação ele considera um atentado à Democracia e uma cassação também da vontade do povo. Debita na conta política do ex-prefeito de Londrina e dos ex-colegas que o perseguiram por denunciar mau atendimento ao povo pobre.

UMA HISTÓRIA INUSITADA

Você precisa conhecer a história do vereador “Boca Aberta”, que foi vereador mais vetado no Paraná. Ele é de Londrina e foi cassado por falta de decoro, ao defender as pessoas que sofrem nas filas da Saúde em busca de atendimento e das escolas durante a matrícula dos filhos.

A Comissão Processante e os próprios colegas fundamentaram a cassação com o fato de ele citar o nome do prefeito, de vereadores, de secretários, médicos e funcionários em reportagens que postava nas redes sociais.

Também sobre uma bicicleta elétrica com uma caixa de som amplificada, Émerson Petriv fez sua campanha e depois atuou como vereador até a cassação. Todo sábado, defendendo o povo na rua e nos órgãos públicos não poupava nem os médicos e o prefeito. Seus temas preferidos: a Saúde e a Educação.

Ele foi o vereador mais votado do Estado, com 11.480 votos, em Londrina/PR. Nossa fonte é uma reportagem da Gazeta do Povo, de Curitiba. Ela mostrou em detalhes a trajetória do vereador até aqui, quando foi cassado. Veja a seguir, no anexo, essa reportagem.

 


ANEXO: JORNAL GAZETA DO POVO.

“Conheça o Boca Aberta, vereador mais votado do Paraná.

Quem anda pelo Centro de Londrina nas manhãs de sábado já se acostumou com a cena: uma bicicleta elétrica com uma caixa de som acoplada circula pelas ruas. No som, uma gravação. O locutor fala de problemas como saúde e educação, entre outros. Cita nomes de políticos e pergunta o que eles fizeram.

A resposta vem numa paródia à música “Florentina de Jesus”, do palhaço e até bem pouco tempo deputado federal Tiririca (PR/SP): “não fez nada, não fez nada…”.

O dono da bicicleta é Émerson Petriv, mais conhecido como “Boca Aberta” e desde domingo (2/10/2016) o vereador mais votado do Paraná pelo Partido da República (PR), com 11.480 votos – mais votos do que obtiveram cinco dos oito candidatos que disputaram a prefeitura de Londrina neste ano.

Boca Aberta, como Petriv prefere ser chamado, foi assessor de Antonio Belinati, tio do prefeito eleito da cidade Marcelo Belinati (PP), quando este era deputado estadual.

Também ocupou um cargo numa subsidiária da Sercomtel, a empresa municipal de telefonia de Londrina e depois da eleição de 2012 mergulhou de cabeça no que ele chama de “carreira solo”, afastando-se dos Belinati. Petriv foi candidato a vereador naquela eleição, mas obteve 1.648 votos e ficou na suplência. Em 2014 tentou uma vaga na Assembleia Legislativa e obteve 12.210 votos, sendo 10.214 só em Londrina.

O “personagem” Boca Aberta, porém, começou a tomar forma em 2009, quando ele abriu um blog com o nome “amigo Boca Aberta”, que tratava da temática LGBT (Lésbicas, Gays, Travestis, Transexuais e Transgêneros). Chegou a registrar em cartório a realização de uma parada gay em Londrina, que nunca saiu do papel por conta de uma divisão no movimento.

Casado e heterossexual, Boca Aberta tomou outro rumo já na campanha de 2012, com o novo estilo, mais polêmico e marcado pela presença nas ruas. A última postagem do seu antigo blog, feita em 2012, mostra uma foto dele com “Tio Bila” (apelido dado por eleitores a Antonio Belinati e que o próprio Belinati assumiu) defendendo uma das suas polêmicas propostas: quem andasse em pé nos ônibus pagaria meia passagem.

Depois das eleições de 2012, ele se tornou uma pedra no sapato do prefeito Alexandre Kireeff (PSD). No começo parava com a sua caixa de som embaixo do gabinete do prefeito, no Centro Cívico, e de lá fustigava Kireeff com seus discursos. A situação chegou a um ponto em que a Justiça determinou que Petriv não possa se aproximar a menos de 200 metros do prefeito.

Outras autoridades, como a vereadora Elza Correia (PMDB) e o presidente da Companhia de Habitação de Londrina (Cohab-Ld), José Roberto Hoffmann, conseguiram medidas judiciais semelhantes.

Os adversários atribuem as críticas de Boca Aberta à sua ligação com os Belinati, o que ele nega. A esse tipo de questionamento ele costuma responder com frase de artista: “estou fazendo carreira solo”.

Eleito pelo PR, partido que apoiou Marcelo Belinati, o vereador mais votado diz que será “independente” e não terá um alinhamento automático com o prefeito. “Não tenho rabo preso com político nenhum, meu compromisso é com o povo”, afirmou.

Segundo Petriv, o novo prefeito não será poupado de críticas quando ele achar necessário.

Projetos

Petriv diz que Boca Aberta não é um personagem. Como vereador, ele disse que vai manter os hábitos, inclusive de circular com a bicicleta e a sua caixa de som. Vai frequentar as sessões de bermuda e botina, seu traje habitual. “Eu sou isso que o povo vê na rua”, justificou o vereador eleito, que conhece o regimento da Câmara e garante que não há impedimento em participar das sessões de bermuda.

Um dia depois da eleição, ele prometeu que, como vereador, vai receber salário de professor em início de carreira, pouco mais de R$ 1.900. A diferença entre esse valor e os R$ 12.900 de salário aprovado para os vereadores da próxima Legislatura (quase R$ 11 mil), Boca Aberta afirmou que pretende doar mensalmente ao Hospital do Câncer. Boca Aberta disse que a doação será feita “ao vivo”, num programa de televisão.

No ano passado, Petriv colheu assinaturas para apresentar um projeto de iniciativa popular, equiparando salários de vereadores aos de professores em começo de carreira. Como não conseguiu aprovar o projeto, ele disse que vai tentar firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto ao Ministério Público (MP), para que os vereadores recebam salário de professor.

Outro projeto já anunciado por ele é apresentar um projeto para que 15% dos salários de todos os cargos comissionados da administração direta, indireta e da Câmara sejam depositados num fundo destinado para a saúde. O dinheiro seria usado na contratação de médicos plantonistas e remédios para as Unidades Básicas de Saúde (UBSs). “Não dá para o povo esperar 12 horas para ser atendido”, justificou.”


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Coluna Eron J. Silva



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